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	<title>Coronavírus → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
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	<title>Coronavírus → ALERGOLÓGICA</title>
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	<item>
		<title>Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID. Texto publicado no portal BBC BRASIL &#160; Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/">Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID.</em><br />
<span id="more-791"></span><br />
<em>Texto publicado no portal <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">BBC BRASIL</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era uma experiência que cada um de nós só teria uma vez na vida. Atualmente, se sabe que a reinfecção está se tornando cada vez mais comum e, em casos mais raros, pode até acontecer com uma janela de intervalo de poucos dias entre o primeiro e o segundo quadro.</strong></p>
<p>Porém, a janela de imunidade pós-covid mais aceita entre os especialistas nos dias de hoje varia entre três meses a cinco anos.</p>
<p>Com o espalhamento das novas variantes, especialmente as sublinhagens derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, os casos de reinfecção se tornaram muito mais comuns — como mencionado mais acima, em alguns indivíduos o segundo episódio da doença acontece num intervalo bem curto, de poucas semanas após o primeiro quadro.</p>
<p>E, embora a janela de imunidade possa variar entre poucas semanas a até alguns anos de pessoa para pessoa, as evidências científicas mais recentes permitem entender um pouco melhor como nossas células de defesa atuam, quanto tempo essa proteção costuma durar e quais são os fatores que facilitam o contato com o coronavírus seguidas vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Contra-ataque coordenado</strong></h2>
<p>Mas, antes de mais nada, como funciona nosso sistema imunológico durante uma infecção viral?</p>
<p>Tudo começa quando um vírus invade o corpo e começa a usar nossas próprias células para criar novas cópias de si mesmo.</p>
<p>Uma hora ou outra, esse processo anormal chama a atenção das unidades de defesa, que iniciam um contra-ataque para conter a expansão do patógeno.</p>
<p>Esse trabalho envolve um verdadeiro batalhão de células, das quais é possível destacar duas entre as mais importantes: os linfócitos T e B.</p>
<p>Os linfócitos T têm a função de coordenar a resposta imune. Eles identificam as células infectadas e as matam.</p>
<p>Já os linfócitos B são os responsáveis por produzir os anticorpos específicos, uma espécie de &#8220;antídoto personalizado&#8221; que gruda e inativa os vírus.</p>
<blockquote><p>&#8220;É como se o linfócito T disparasse um míssil que destrói a estrutura doente. Daí, os vírus que sobram são neutralizados pelos anticorpos dos linfócitos B&#8221;, resume <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino Neto</strong></a>, professor sênior de imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).</p></blockquote>
<p>Se todo esse trabalho for bem sucedido, eventualmente a infecção é controlada e os vírus são completamente eliminados do organismo.</p>
<p>Isso, por sua vez, gera um tipo de aprendizado ao sistema imunológico. Por um tempo, as células de defesa em circulação sabem como agir caso o vírus em questão resolva tentar uma nova invasão.</p>
<p>Um mecanismo de proteção parecido acontece durante a vacinação — com a vantagem de as unidades imunes serem &#8220;treinadas&#8221; sem que o corpo padeça pela ação de um patógeno de verdade.</p>
<p>Mas daí vem uma questão importante: por quanto tempo essa imunidade se mantém?</p>
<p>A resposta para essa pergunta varia consideravelmente de acordo com o vírus e as características de cada um.</p>
<blockquote><p>&#8220;De um lado, há doenças como sarampo ou rubéola, que geralmente só temos no máximo uma vez na vida e acabou&#8221;, diz Condino Neto. &#8220;Do outro, temos gripe, covid e resfriados, que podemos pegar por diversas vezes&#8221;, compara.</p></blockquote>
<p>Mas o que diferencia um grupo do outro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um drible muito efetivo</strong></h2>
<p>Há diversos motivos que ajudam a entender por que em alguns casos a imunidade dura muitos anos (ou até para sempre) e, em outros, ela vai embora rapidinho.</p>
<p>Um dos principais fatores tem a ver com as próprias características do vírus e a interação que ele tem com nosso organismo.</p>
<p>Vamos começar com a parcela desses patógenos que é estável e permanece praticamente igual ao longo de décadas ou séculos.</p>
<p>Essa característica representa uma boa notícia para o sistema imune, que consegue reconhecer o agente infeccioso e resgata as instruções de como combatê-lo, graças à infecção prévia ou à vacinação.</p>
<p>Agora, imagine o cenário oposto, que acontece quando os vírus circulam com muita rapidez e são uma verdadeira metamorfose ambulante?</p>
<p>Esse é o caso do Sars-CoV-2, o coronavírus responsável pela pandemia atual: ele sofre mutações genéticas a todo o momento conforme é transmitido de pessoa para pessoa.</p>
<p>Se essas alterações trouxerem vantagens ao patógeno — como uma maior facilidade para infectar as células ou a capacidade de driblar a resposta imune, por exemplo — elas vão prosperar.</p>
<p>É assim que surgem as variantes de preocupação. Essas novas versões do vírus ganham terreno e estão por trás de reedições nas ondas de casos, hospitalizações e mortes.</p>
<p>Ao longo dos últimos dois anos e meio, vimos esse fenômeno acontecer ao menos cinco vezes, com a chegada das variantes alfa, beta, gama, delta e ômicron.</p>
<p>Mais recentemente, o aparecimento de subvariantes derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, acelerou e aprofundou ainda mais esse processo.</p>
<p>Em suma, todas essas linhagens carregam mudanças nos genes que apareciam no vírus &#8220;original&#8221;, detectado pela primeira vez em janeiro de 2020 em Wuhan, na China.</p>
<p>Do ponto de vista das nossas defesas, esse fato representa uma péssima notícia. Isso porque a resposta imune obtida através de uma infecção prévia ou da vacinação se torna cada vez mais desatualizada.</p>
<p>Com o passar do tempo — e o surgimento de novas variantes com mutações genéticas mais diversas — o resultado do trabalho dos linfócitos B torna-se cada vez menos efetivo.</p>
<p>Isso porque os anticorpos que eles fabricam são montados especificamente para neutralizar o causador da primeira infecção — ou, de preferência, estão alinhados à formulação original da vacina, que carrega instruções para combater as versões mais antigas do vírus.</p>
<p>Ou seja: se uma variante que tenta invadir o corpo apresenta mudanças significativas na estrutura, os tais anticorpos não conseguem mais agir como se esperava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="btn btn-primary btn-md btn-modern" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">Continue lendo a reportagem no website da BBC!</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/">Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Semana de Vacinação nas Américas: boas notícias sobre a COVID, más notícias sobre proteção contra outras doenças</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/semana-de-vacinacao-nas-americas-boas-noticias-sobre-a-covid-mas-noticias-sobre-protecao-contra-outras-doencas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 13:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em apenas 16 meses, quase 2 bilhões de doses de vacina da COVID foram aplicadas nas Américas. Mas a imunização contra outras doenças despencou. Está na hora de reverter este quadro. &#160; 2022 marca o 20º aniversário da Semana de Vacinação nas Américas, uma iniciativa da Organização Pan-americana da Saúde (OPA) que ocorre, este ano, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/semana-de-vacinacao-nas-americas-boas-noticias-sobre-a-covid-mas-noticias-sobre-protecao-contra-outras-doencas/">Semana de Vacinação nas Américas: boas notícias sobre a COVID, más notícias sobre proteção contra outras doenças</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Em apenas 16 meses, quase 2 bilhões de doses de vacina da COVID foram aplicadas nas Américas. Mas a imunização contra outras doenças despencou. Está na hora de reverter este quadro.</span></i></p>
<p><span id="more-755"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="alignright wp-image-759" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CLINICA-ALERGOLOGICA-posts-20a-Semana-Vacinacao-nas-Americas-logo.jpg" alt="CLINICA ALERGOLOGICA - posts - 20a Semana Vacinacao nas Americas - logo" width="150" height="187" />2022 marca o 20º aniversário da </span><b>Semana de Vacinação nas Américas</b><span style="font-weight: 400;">, uma iniciativa da </span><b>Organização Pan-americana da Saúde</b><span style="font-weight: 400;"> (OPA) que ocorre, este ano, entre os dias 23 e 30 de abril. Estima-se que 140 milhões de pessoas sejam vacinadas durante a campanha. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A data comemorativa não poderia chegar em melhor hora: se, por um lado, o sucesso das <a href="https://www.alergologica.com.br/quarta-dose-ate-quando-os-reforcos-contra-covid-serao-necessarios/">vacinas contra a COVID-19</a> tornou-se um dos temas mais celebrados pela população, por outro a cobertura vacinal relativa a outras doenças despencou em alguns países. Por isso mesmo, o lema da campanha deste ano &#8211; e a pergunta sobre a qual todos precisam refletir &#8211; é: “</span><b>Você está protegido? Tome todas as vacinas!</b><span style="font-weight: 400;">&#8220;.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O IMPACTO DA COVID-19 NA VACINAÇÃO</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Participam da campanha mais de 40 países e territórios das Américas do Norte, Central e do Sul, inclusive o Brasil, em ações que promovem a vacinação efetiva das populações e que divulgam a importância de manter o calendário vacinal em dia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #04b7a5;"><strong>Conheça o calendário de vacinação brasileiro: </strong></span></h3>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/calendario-nacional-de-vacinacao/calendario-vacinal-2020/calendario-de-vacinacao-2020_crianca-1.pdf/view"><span style="font-weight: 400;">Calendário de vacinação da criança</span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/calendario-nacional-de-vacinacao/calendario-vacinal-2020/calendario-de-vacinacao-2020_adolescente.pdf/view"><span style="font-weight: 400;">Calendário de vacinação do adolescente</span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/calendario-nacional-de-vacinacao/calendario-vacinal-2020/calendario-de-vacinacao-2020_adulto-e-idoso.pdf/view"><span style="font-weight: 400;">Calendário de vacinação de adultos e idosos</span></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/calendario-nacional-de-vacinacao/calendario-vacinal-2020/calendario-de-vacinacao-2020_gestantes.pdf/view"><span style="font-weight: 400;">Calendário de vacinação da gestante</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_762" aria-describedby="caption-attachment-762" style="width: 176px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CLINICA-ALERGOLOGICA-posts-20a-Semana-Vacinacao-nas-Americas-poster.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-762 size-medium" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/04/CLINICA-ALERGOLOGICA-posts-20a-Semana-Vacinacao-nas-Americas-poster-176x300.jpg" alt="CLINICA ALERGOLOGICA - posts - 20a Semana Vacinacao nas Americas - poster" width="176" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-762" class="wp-caption-text">Clique para ampliar</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o início da pandemia da COVID-19, em 2020, a atenção dos sistemas de saúde estava voltada ao novo coronavírus. Quando ainda não havia vacinas, o número de doentes sobrecarregou hospitais, o medo da epidemia fez com que muitas pessoas não saíssem de casa e, como consequência, as campanhas tradicionais de imunização contra diversas doenças sofreram um forte impacto. Estima-se que, em 2020, quase</span><b> 3 milhões de crianças nas Américas não foram vacinadas ou foram vacinadas de forma incompleta</b><span style="font-weight: 400;">, tornando-as mais suscetíveis a doenças como </span><b>sarampo </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>poliomielite</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, segundo a ONU, &#8220;a taxa de cobertura com as três doses da vacina contra a poliomielite ficou em 82% em 2020 &#8211; </span><b>a menor desde 1994</b><span style="font-weight: 400;">. A taxa de cobertura regional [nas Américas] contra sarampo, caxumba e rubéola (com a vacina MMR) foi de 87%, abaixo dos 93% registrados em 2016&#8243;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, nos últimos anos, a vacinação contra a COVID-19 alcançou números expressivos na região. Atualmente, estima-se que</span><b> 64% de toda a população das Américas tenha recebido pelo menos 01 dose da vacina </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; e isto em um período de aproximadamente 01 ano, desde que as doses ficaram mais facilmente disponíveis. Foram mais de </span><b>1.8 bilhão de doses de vacinas contra a COVID-19</b><span style="font-weight: 400;"> administradas na região em apenas 16 meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, até o momento, cerca de 86% da população recebeu ao menos <a href="https://www.alergologica.com.br/confira-o-video-na-integra-do-webinar-sobre-vacinas-contra-a-covid-19/">01 dose da vacina contra a COVID-19</a>, e 77% da população está totalmente imunizada &#8211; o que corresponde a mais de 163.4 milhões de pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="margin: 0 5% 0 11%; border: 1px dotted gray; padding: 3%; border-radius: 20px;">
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;"><b>AMÉRICAS: UMA REFERÊNCIA GLOBAL EM VACINAÇÃO</b></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">A região das Américas é referência global em imunizações &#8211; e quem faz esta afirmação é a Organização das Nações Unidas. Segundo dados da ONU, em 1971, a região das Américas tornou-se <strong>a primeira do mundo a eliminar a varíola</strong>. Em 1994, conseguiu certificar a eliminação da poliomielite; em 2015, acabou com a rubéola e a síndrome da rubéola congênita; em 2016, eliminou o sarampo; e, em 2017, o tétano neonatal.</span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;">Infelizmente, desde 2020 a região tem visto o retorno de algumas dessas doenças, antes completamente controladas. Casos de poliomielite, sarampo e difteria voltaram a aparecer, preocupando os sistemas de saúde. Em 2022, portanto, a meta é que o calendário vacinal tradicional &#8211; agora aliado ao das vacinas anti-COVID &#8211; seja retomado com urgência, especialmente nas populações mais jovens.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>A MENSAGEM DA DIRETORA DA ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Minha mensagem para você é que </span><b>as vacinas continuam sendo nossa</b> <b>melhor proteção contra doenças imunopreveníveis</b><span style="font-weight: 400;">. Elas são o melhor recurso em nosso arsenal contra a mortalidade por COVID-19&#8243;, afirmou a Dra. Carissa Etienne, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde.</span></p>
<p><iframe title="Dra Carissa F Etienne — Tome todas as vacinas" width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/bTMgyOfOMNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Para aqueles que podem ter dúvidas, quero assegurar que as vacinas são eficazes para nos proteger de doenças graves, hospitalização e morte. Mas, acima de tudo, são </span><i><span style="font-weight: 400;">seguras</span></i><span style="font-weight: 400;">. O desenvolvimento tecnológico necessário para a fabricação e a produção de vacinas contra a COVID-19 seguiu os mesmos padrões rigorosos de outras vacinas conhecidas.&#8221;, completou a médica.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre a campanha “<strong>Semana de Vacinação nas Américas</strong>” no website oficial: <strong><a href="https://www.paho.org/pt/campanhas/semana-vacinacao-nas-americas-2022">https://www.paho.org/pt/campanhas/semana-vacinacao-nas-americas-2022</a></strong></span></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/semana-de-vacinacao-nas-americas-boas-noticias-sobre-a-covid-mas-noticias-sobre-protecao-contra-outras-doencas/">Semana de Vacinação nas Américas: boas notícias sobre a COVID, más notícias sobre proteção contra outras doenças</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Coronavac para crianças: qual a opinião das sociedades médicas?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/coronavac-para-criancas-qual-a-opiniao-das-sociedades-medicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja os números e dados já disponíveis sobre eficácia e segurança da Coronavac para o público infantil.   Importantes sociedades médicas nacionais, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a de Pediatria (SBP) e a de Infectologia (SBI), debateram junto à ANVISA, no início de janeiro deste ano, a liberação da Coronavac para crianças de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Veja os números e dados já disponíveis sobre eficácia e segurança da Coronavac para o público infantil.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importantes sociedades médicas nacionais, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a de Pediatria (SBP) e a de Infectologia (SBI), debateram junto à ANVISA, no início de janeiro deste ano, a </span><b>liberação da Coronavac para crianças de 03 a 17 anos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As conclusões da reunião foram tornadas públicas recentemente e indicam o uso da Coronavac para crianças de 06 a 17 anos no mesmo esquema vacinal de adultos &#8211; ou seja, 02 doses, com 28 dias entre as aplicações. Nesta faixa etária, dados científicos já corroborados e outros preliminares apontam alta efetividade e baixos riscos da vacina. Para faixas etárias inferiores, a recomendação é aguardar por informações adicionais.</span></p>
<p><span style="color: #45a5a0;"><em><strong>Veja também!</strong></em></span></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="rNEb3ZjuD1"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/confira-o-video-na-integra-do-webinar-sobre-vacinas-contra-a-covid-19/">Confira o vídeo na íntegra do webinar sobre vacinas contra a COVID-19</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Confira o vídeo na íntegra do webinar sobre vacinas contra a COVID-19&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/confira-o-video-na-integra-do-webinar-sobre-vacinas-contra-a-covid-19/embed/#?secret=2ao4rj7Tbg#?secret=rNEb3ZjuD1" data-secret="rNEb3ZjuD1" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><b>Como a COVID tem afetado as crianças?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas as discussões sobre vacinação de crianças contra a COVID-19 precisam levar em consideração os números da doença, e levantamentos recentes ajudam a lançar luz sobre a questão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comunicado do início deste ano, o Ministério da Saúde afirma que “</span><b>o Brasil soma 1.449 mortes de meninos e meninas de até 11 anos em decorrência do novo coronavírus</b><span style="font-weight: 400;"> e mais de 2.400 casos da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) associada à Covid-19”. Além disso, o Ministério aponta que, no momento,</span><b> a Covid-19 está entre as dez principais causas de morte de crianças entre cinco e 11 anos</b><span style="font-weight: 400;"> no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo boletim da SBIm, as taxas de letalidade e de mortalidade de crianças e jovens pela COVID-19 no Brasil são, hoje, maiores do que as observadas em países da Europa e da América do Norte. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3 style="padding-left: 80px;"><span style="color: #04b7a5;"><em><b>O que é a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P)?</b></em></span></h3>
<p style="padding-left: 80px;"><span style="font-weight: 400;">Uma das consequências mais perigosas da COVID-19 em crianças, a SIM-P é considerada rara, mas, por afetar diversas partes do corpo ao mesmo tempo, leva grande parte dos casos à UTI.</span></p>
<p style="padding-left: 80px;"><span style="font-weight: 400;">Os principais sintomas desta síndrome são:</span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">febre persistente,</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">diversos tipos de desconforto gastrointestinal,</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">conjuntivite bilateral não purulenta,</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">sinais de inflamação com muco,</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">         </span><span style="font-weight: 400;">comprometimento cardiovascular, como miocardite (inflamação no músculo cardíaco). </span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 80px;"><span style="font-weight: 400;">A SIM-P está sendo monitorada de perto pelo Ministério da Saúde, já que os números brasileiros são preocupantes. Em 2020, por exemplo, 64% dos casos da síndrome ocorreram em crianças muito jovens, de 01 a 09 anos de idade. Dentre as crianças que precisaram de internação em UTI (44.5% do total), a taxa de letalidade foi de 6%, número 5x superior à taxa observada nos Estados Unidos.</span></p>
<p><b> </b></p>
<h2><b>Os números e os dados da Coronavac em crianças e jovens</b></h2>
<h4><b><i>(e um pouco de terminologia sobre vacinas!)</i></b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;"><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-708" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Posts-Menina-Vacina.jpg" alt="Posts - Menina Vacina" width="250" height="320" />De acordo com nota conjunta da SBIm, SBP e SBI, já há estudos publicados (ou seja, validados pela comunidade científica) que comprovam a </span><b>imunogenicidade</b><span style="font-weight: 400;"> da Coronavac em crianças e jovens de 03 a 17 anos. “Imunogenicidade”, de acordo com a SBIm, “é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. (Por exemplo,) se todas as pessoas vacinadas os desenvolvem, a imunogenicidade de uma vacina é de 100%”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em outras palavras, já há dados científicos de que a Coronavac estimula resposta imune em crianças e jovens de maneira similar ao que é observado em adultos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O boletim ainda aponta que não há dados sobre a </span><b>eficácia</b><span style="font-weight: 400;"> da vacina nesta faixa etária. Ainda de acordo com a SBIm, eficácia “é a capacidade da vacina prevenir a enfermidade contra a qual se destina. Quando se diz que uma vacina tem 95% de eficácia, significa que 95 a cada 100 vacinados ficam protegidos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já há dados científicos preliminares, contudo, sobre a </span><b>efetividade</b><span style="font-weight: 400;"> da vacina na faixa etária de 06 a 16 anos, vindos do Ministério da Saúde do Chile. “Efetividade” é “o impacto real da vacinação na redução de casos, mortalidade ou hospitalizações por determinada doença” – ou seja, o quanto a vacina, na prática, influi na saúde do público. Crianças vacinadas com a Coronavac tiverem chances muito menores de ficarem doentes, terem sintomas de COVID ou precisarem de internação quando comparadas às não vacinadas. Estes dados ainda não estão publicados e possuem limitações metodológicas, porém traçam um cenário animador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com relação aos </span><b>efeitos adversos</b><span style="font-weight: 400;">, dados do Chile e da China corroboram a segurança da Coronavac. Mais de 03 milhões de doses foram aplicadas no Chile e apenas 319 efeitos adversos (0.01% do total de aplicações) foram relatados, a maioria não graves. Na China, mais de 211 milhões de doses da Sinovac (mesma tecnologia da Coronavac) já foram aplicadas em jovens de 03 a 17 anos, com 14.314 notificações de reações adversas (0.007% das aplicações), sendo 550 consideradas graves (0.0003% do total). Dentre as reações graves, as mais frequentes foram anafilaxia e convulsões.</span></p>
<div style="padding: 4%; margin: 1% 2% 1% 5%; border-radius: 20px; border: 1px solid #efefef; box-shadow: 10px 10px 10px rgb(0 0 0 / 17%);"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-705" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Clinica-Alergologica-Dr-Antonio-Condino-Neto-aspas-para-posts-1.png" alt="Clinica Alergologica - Dr Antonio Condino-Neto - aspas para posts (1)" width="89" height="89" /><span style="color: #45a5a0;">“Não há dúvidas com relação à eficácia e à segurança da CORONAVAC para as crianças de 6 a 17 anos, em termos de redução da gravidade, hospitalizações, SIM-P e da mortalidade. Esperamos que logo seja aprovada para crianças menores e esse benefício se estenda a elas. <strong>O melhor que podemos fazer para uma volta às aulas segura é vacinar nossas crianças contra o COVID</strong>”, afirma o dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antônio Condino-Neto</strong></a>, diretor da <strong>Clínica Alergológica</strong>.</span></div>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><b>CONCLUSÃO: é hora de vacinar os pequenos!</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ponderando-se os reais perigos da COVID-19 em todas as faixas etárias, a segurança e aparente efetividade da Coronavac em crianças e jovens e as baixas taxas de reações adversas à vacina, as sociedades médicas indicam, sim, que é o momento de vacinar os pequenos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP), Infectologia (SBI) e Imunizações (SBIm) têm entendimento que à luz dos conhecimentos ora vigentes, os benefícios da vacinação na população de crianças de 6 a 17 anos, com a vacina Coronavac, superam os eventuais riscos associados à vacinação, no contexto atual da pandemia”, escrevem as associações em nota.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para crianças menores de 06 anos, ainda não há dados suficientes para indicação da vacinação.</span></p>
<p><b> </b></p>
<h3><b>Para saber mais:</b></h3>
<ul>
<li><a href="https://butantan.gov.br/noticias/covid-19-ja-matou-mais-de-1.400-criancas-de-zero-a-11-anos-no-brasil-e-deixou-outras-milhares-com-sequelas"><span style="font-weight: 400;">https://butantan.gov.br/noticias/covid-19-ja-matou-mais-de-1.400-criancas-de-zero-a-11-anos-no-brasil-e-deixou-outras-milhares-com-sequelas</span></a></li>
<li><a href="https://familia.sbim.org.br/vacinas/conceitos-importantes"><span style="font-weight: 400;">https://familia.sbim.org.br/vacinas/conceitos-importantes</span></a></li>
</ul>
<p><strong>Imagem de capa</strong>: <a href="https://www.flickr.com/photos/38014693@N04/50845231143/">Governo do Estado de São Paulo</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/coronavac-para-criancas-qual-a-opiniao-das-sociedades-medicas/">Coronavac para crianças: qual a opinião das sociedades médicas?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>É seguro vacinar meu filho contra a COVID?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/e-seguro-vacinar-meu-filho-contra-a-covid/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 17:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em vista das inúmeras &#8220;polêmicas&#8221; em torno da vacinação de crianças de 05 a 11 anos contra o vírus causador da COVID-19, especialmente após a liberação da vacina da Pfizer/BioNTech pela Anvisa para esta faixa etária, é importante reiterar alguns dados sobre a doença, a eficácia e a segurança da vacina. &#160; A VACINA CONTRA [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em vista das inúmeras &#8220;polêmicas&#8221; em torno da vacinação de crianças de 05 a 11 anos contra o vírus causador da COVID-19, especialmente após a liberação da vacina da <strong>Pfizer/BioNTech</strong> pela Anvisa para esta faixa etária, é importante reiterar alguns dados sobre a doença, a eficácia e a segurança da vacina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>A VACINA CONTRA A COVID É SEGURA PARA CRIANÇAS?</b></h2>
<p>Em carta aberta publicada no final de dezembro, a <strong>Sociedade Brasileira de Imunizações</strong> (SBIm), a <strong>Sociedade Brasileira de Pediatria</strong> (SBP) e a <strong>Sociedade Brasileira de Infectologia</strong> (SBI) recomendam que as crianças sejam, sim, imunizadas com a vacina da Pfizer.</p>
<p>A decisão foi tomada com base na análise de estudos fornecidos pela farmacêutica e tendo em vista o impacto atual da pandemia nesta faixa etária (<i>veja dados a seguir</i>). Segundo os profissionais das entidades, &#8220;<strong>os benefícios da vacinação na população de crianças de 5 a 11 anos, no contexto atual da pandemia, superam os eventuais riscos associados à vacinação</strong>&#8220;.</p>
<p>Estudos de fase 1/2 e 3 mostram que crianças que tomaram 02 doses da vacina da Pfizer (em versão correspondente a 1/3 da dose para adultos) apresentaram respostas de anticorpos neutralizantes similares às de adultos. Além disso, observou-se <strong>eficácia de 90% na prevenção da COVID-19</strong> em um período de 02 a 03 meses, contados pelo menos 07 dias após a segunda dose. Em todos os estudos, <strong>não foram observados efeitos adversos graves</strong> associados à vacinação.</p>
<p>Apesar destes estudos terem sido realizados com um número considerado limitado de crianças e com curto tempo de acompanhamento, ainda assim apresentam dados relevantes e confiáveis. <strong>Estudos adicionais de acompanhamento da vacinação nesta faixa etária deverão ser conduzidos</strong> em todo o mundo, para confirmar a total segurança da vacinação. Todavia, em vista dos perigos da COVID-19 para este grupo etário, os benefícios em muito superam os potenciais problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>NÚMEROS DA COVID-19 EM CRIANÇAS NO BRASIL</b></h2>
<p>Levantamento realizado pelo Portal da Transparência do Registro Civil, a partir de informações de mais de 7.500 cartórios de todo o país, mostram que, <strong>de março de 2020 até hoje, foram registrados 324 óbitos na faixa etária de 05 anos a 11 anos por causa da COVID-19</strong>.</p>
<p>Além disso, no mesmo período, foram registradas 77 mortes de crianças causadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) &#8211; um conjunto de sintomas extremamente perigosos e que, neste caso, pode ou não ter relação com a COVID (no início da pandemia, muitos pacientes que morreram por SRAG não foram testados para COVID por falta de testes).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O QUE OS PAIS PENSAM SOBRE A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS?</b></h2>
<p>A &#8220;polêmica&#8221; com relação à vacinação de crianças parece acontecer mais nas redes sociais do que nas ruas. <strong>A grande maioria dos pais pretende, sim, vacinar seus filhos assim que a vacina estiver disponível</strong>. É o que indica pesquisa realizada pelo Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), divulgada esta semana.</p>
<blockquote><p>De acordo com o levantamento, <b>84% dos pais e mães de crianças de 05 a 11 anos em todo o Estado de São Paulo pretendem vaciná-las contra a COVID</b>.</p></blockquote>
<p>Entre pais que ganham até 01 salário mínimo, 92% disseram que vacinarão os filhos. Entre quem ganha mais de 03 salários mínimos, o número cai para 73%.</p>
<p>92% dos pais com escolaridade até o Ensino Fundamental aderirão à campanha de vacinação infantil. O número cai para 88% entre os que têm Ensino Médio, e para 77% dos pais com Ensino Superior. 89% das mães disseram que irão vacinar os filhos; entre os pais, o número foi de 76%.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é a Fluorona e como se proteger?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/o-que-e-a-fluorona-e-como-se-proteger/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 18:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A &#8220;fluorona&#8221; ganha destaque nos noticiários e preocupa autoridades. Entenda o que o termo significa e como ele influencia a pandemia. via GIPHY &#8220;Fluorona&#8221; parece nome de remédio. Mas é bem o contrário: trata-se de uma mistura do termo flu (gripe, em inglês) e corona (que todo mundo já sabe a que se refere desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A &#8220;fluorona&#8221; ganha destaque nos noticiários e preocupa autoridades. Entenda o que o termo significa e como ele influencia a pandemia.</em><br />
<span id="more-640"></span></p>
<div style="float: right; text-align: center;"><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/Q66Otqclp5Xmzg2B8X" width="200" height="auto" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
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<p>&#8220;<b>Fluorona</b>&#8221; parece nome de remédio. Mas é bem o contrário: trata-se de uma mistura do termo <i>flu</i> (gripe, em inglês) e <i>corona</i> (que todo mundo já sabe a que se refere desde 2020!). A expressão reflete um novo tipo de infecção que hospitais do mundo inteiro têm identificado: <strong>a de pessoas que testam positivo, ao mesmo tempo, tanto para o vírus da gripe quanto para o coronavírus</strong>.</p>
<blockquote><p><em>Logo no início deste ano de 2022, a cidade de São Paulo identificou mais de 20 casos de fluorona. Eles também surgiram nos EUA, Israel e demais países. Acredita-se que os primeiros casos foram identificados ainda no segundo semestre de 2021.</em></p></blockquote>
<p>No momento, não há motivos para pânico. Médicos e especialistas temem que a dupla contaminação lote hospitais e sistemas de saúde, mas no momento ainda não há uma correlação direta entre a fluorona e formas graves de doença. Muitas das pessoas que testaram positivo para a fluorona tiveram apenas sintomas leves, similares ao da gripe comum.</p>
<p>Todavia, o momento atual é de cautela. Hospitais no Brasil e no mundo têm registrado um aumento no número de internações por problemas respiratórios, muitos causados pela variante H3N2 da gripe. Por isso, testes rápidos para detecção de vírus estão sendo distribuídos e utilizados de forma acelerada, a fim de ajudar os profissionais da saúde a entender melhor contra o quê estão lidando. Apenas na cidade de São Paulo, por exemplo, cerca de 3 mil casos de influenza (a gripe &#8216;normal&#8217;) foram confirmados por exame desde o dia 30 de dezembro último – isso reflete aproximadamente 25% dos testes realizados.</p>
<p>Neste momento de novos vírus, novas mutações, novas restrições a viagens e muitas dúvidas, a melhor solução para manter a saúde e a tranquilidade é <b>se proteger</b>: usar máscara, evitar locais fechados e com muita gente, lavar as mãos com frequência, ficar em casa se estiver se sentindo gripado e manter a carteirinha de vacinação em dia. Além disso, este é o momento ideal para <b>fortalecer seu sistema imunológico</b>: aproveite a promoção especial de vacina da gripe da <b>Alergológica</b>, por apenas R$50 &#8211; ligue para nós e agende agora mesmo sua proteção adicional.</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-a-fluorona-e-como-se-proteger/">O que é a Fluorona e como se proteger?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como surgem novas variantes da COVID e quando elas são preocupantes?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/como-surgem-novas-variantes-da-covid-e-quando-elas-sao-preocupantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 18:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voos cancelados, incerteza econômica, Carnaval que não ocorrerá, cruzeiros marítimos que não saíram do porto&#8230;grandes problemas para os seres humanos, causados por pequeníssimas mudanças na estrutura de microscópicos vírus. Vamos entender como isso ocorre! via GIPHY Vírus estão em constante mutação &#8211; e este é um dos motivos pelos quais é tão difícil combatê-los. É [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Voos cancelados, incerteza econômica, Carnaval que não ocorrerá, cruzeiros marítimos que não saíram do porto&#8230;grandes problemas para os seres humanos, causados por pequeníssimas mudanças na estrutura de microscópicos vírus. Vamos entender como isso ocorre!</i><br />
<span id="more-635"></span></p>
<div style="float: right; text-align: center;"><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/Q66Otqclp5Xmzg2B8X" width="200" height="auto" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
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<p><b>Vírus</b> estão em constante <b>mutação</b> &#8211; e este é um dos motivos pelos quais é tão difícil combatê-los. É normal e esperado que mutações ocorram, resultando em novas <b>variantes</b> dos vírus originais. A maioria dessas mutações não será perigosa para nós. Parte delas poderá apenas se espalhar com mais facilidade, sem causar graves doenças. Outras mutações podem ser perigosas, mas estarem no escopo de vacinas já existentes. Há, ainda, a possibilidade de mutações conseguirem ‘escapar’ dos efeitos protetores das vacinas atuais, exigindo que novas vacinas sejam criadas – todos os anos são lançadas novas versões da <b>vacina da gripe</b>, por exemplo, adaptadas a proteger melhor nossa saúde contra a variante do vírus mais preocupante no momento.</p>
<p><b>Há uma guerra constante travada entre cientistas e laboratórios contra a natureza instável dos vírus e de suas mutações.</b></p>
<p>Esta semana, a variante <b>B.1.640.2</b> (que recebeu o nome de “<b>IHU</b>”), anunciada pelo Hospital Universitário de Marselha, na França, e derivada de outras variantes identificadas na República do Congo em setembro, está nas notícias. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que está monitorando a IHU e que, no momento, ela não representa uma grave ameaça. Mas isso levanta algumas dúvidas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><i>Como surgem essas novas variantes de um vírus? E a partir de que momento a OMS decide se uma variante é perigosa (como foi o caso da Omicron) ou não?</i></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>COMO SURGEM AS NOVAS VARIANTES DE UM VÍRUS?</b></h2>
<p>É normal e esperado que os vírus passem por mutações. Essas mutações são alterações aleatórias no DNA ou no RNA &#8211; a informação genética que eles carregam &#8211; e podem resultar ou não em mudanças na maneira como os vírus &#8220;funcionam&#8221;.</p>
<div style="float: right; text-align: center;"><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/LnpF27wlTv6yoQV4mL" width="200" height="auto" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
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<p>O vírus SARS-CoV-2, que é o causador da COVID-19, é um vírus de RNA. Ao penetrar nas células humanas, o vírus utiliza nossa maquinaria celular para se multiplicar. Nesse processo, que gera milhões de cópias do vírus original em pouco tempo, é normal que informações genéticas do vírus sejam copiadas para seus &#8216;descendentes&#8217; com pequenos &#8216;erros&#8217;, isto é, variações aleatórias com relação às informações genéticas originais. Esses &#8220;erros&#8221; &#8211; as mutações &#8211; podem ser irrisórios (não alterando em nada o &#8216;funcionamento&#8217; viral), deletérios (quando diminuem as chances de reprodução dos vírus) ou positivas aos vírus, isto é, quando ajudam os vírus a se reproduzir mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><i>Para se ter uma ideia, a variante Omicron, capaz de se propagar muito mais rapidamente que o coronavírus ‘original’, possui 60 mutações em seu RNA. 32 delas estão na proteína que ‘liga’ o vírus às células humanas.</i></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso das variantes mais conhecidas, como a Delta e a Omicron, mutações que surgiram aleatoriamente durante o processo de multiplicação viral permitiram ao SARS-CoV-2 se espalhar mais rápido do que o vírus &#8216;original&#8217; (as mutações dessas variações modificaram a proteína que &#8216;gruda&#8217; o vírus às células humanas, tornando-o mais difícil de ser combatido pelo sistema imune). Sendo assim, é fácil entender como essas variantes acabaram se tornando as dominantes, espalhando-se rapidamente por todo o planeta.</p>
<p>Como dito, mutações são normais e esperadas em qualquer vírus. A grande maioria dessas mutações não gera versões mais perigosas. Porém, como são milhões de mutações ocorrendo todos os dias em pessoas de todo o planeta, eventualmente alguma delas pode trazer &#8216;vantagens&#8217; aos vírus. E são essas que precisam ser monitoradas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>COMO A OMS DETERMINA QUAIS SÃO AS &#8220;VARIANTES PREOCUPANTES&#8221;?</b></h2>
<p>Órgãos de saúde como a OMS utilizam uma classificação em três categorias para variantes de vírus:</p>
<ul>
<li><b><i>Variante de interesse</i></b>: o &#8216;interesse&#8217;, aqui, é o de monitorar as mutações destas variantes. Elas possuem características genéticas com <b>potencial</b> de aumentar a transmissão do vírus, torná-lo mais resistente ou causar formas mais graves da doença. A variante francesa IHU, divulgada esta semana na mídia, entra nesta categoria.</li>
<li><b><i>Variante de preocupação</i></b>: são as variantes que demonstram ser mais infecciosas, tanto em pessoas já vacinadas quanto em quem teve a doença anteriormente. Podem levar a formas mais graves da doença. A Omicron é um exemplo de variante preocupante.</li>
<li><b><i>Variante de alta consequência</i></b>: são variantes para as quais nenhuma vacina oferece proteção. No momento, <b>não há nenhuma variante do coronavírus nesta categoria</b>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>QUAIS SÃO AS &#8220;VARIANTES PREOCUPANTES&#8221; NO MOMENTO?</b></h2>
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<h3><span style="color: #04b7a5;"><b>Omicron (nome oficial: B.1.1.529)</b></span></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Identificada originalmente na África do Sul.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Acredita-se que essa variante pode se espalhar mais facilmente do que outras, inclusive a Delta. Ainda não há informações suficientes para se determinar com precisão a severidade da doença que provoca. Porém, indícios apontam que pessoas vacinadas contra a COVID, apesar de também espalharem a variante Omicron, têm chances muito menores de ficarem gravemente doentes.</p>
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<h3><span style="color: #04b7a5;"><b>Delta (nome oficial: B.1.617.2)</b></span></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Identificada originalmente na Índia.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Lembra da variante Delta? Muito mencionada no segundo semestre de 2021, a Delta assustou muitos órgãos de saúde por ser altamente transmissível &#8211; estima-se que ela se espalhe até 2x mais rápido do que o vírus &#8216;original&#8217; da COVID-19. Hoje, já se sabe que diversas vacinas são eficientes na proteção contra a Delta, como a da Pfizer, da Janssen, da Moderna e a CoronaVac. Doses de reforço são muito importantes nesse cenário.</p>
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<h2><b>NOVAS VARIANTES DO CORONAVÍRUS VÃO SURGIR NO FUTURO?</b></h2>
<p>Com certeza. Novas variantes são identificadas toda semana. A grande maioria delas não resulta em &#8216;benefícios&#8217; de sobrevivência aos vírus, e logo somem do radar dos cientistas. Outras até persistem por um tempo, mas logo desaparecem também. O importante é manter o monitoramento sobre as variantes preocupantes.</p>
<p>Cientistas do mundo inteiro trabalham na avaliação das variantes do coronavírus e de seus efeitos na saúde humana. No momento, as vacinas lançadas em 2020 e 2021 parecem ser eficientes contra a maior parte (senão todas) as variações &#8211; e por isso a importância de manter a carteirinha de vacinação em dia. Caso surja uma nova variante que escape das defesas das vacinas atuais, será possível criar novas vacinas específicas para elas em pouco tempo. De qualquer maneira, manter a vigilância e bons hábitos de prevenção ainda é extremamente importante neste momento tão incerto da história da pandemia.</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/como-surgem-novas-variantes-da-covid-e-quando-elas-sao-preocupantes/">Como surgem novas variantes da COVID e quando elas são preocupantes?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores criam anticorpo capaz de combater o coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clínica Alergológica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 18:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em laboratório, o anticorpo monoclonal 47D11 foi capaz de impedir a entrada do vírus nas células. Pesquisadores da Universidade Utrecht, na Holanda, criaram um anticorpo monoclonal capaz de impedir a entrada do novo coronavírus nas células. De acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira, 4, na revista científica Nature Communications, em testes em laboratório, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em laboratório, o anticorpo monoclonal 47D11 foi capaz de impedir a entrada do vírus nas células.</em></p>



<span id="more-370"></span>



<p>Pesquisadores da Universidade Utrecht, na Holanda, criaram um anticorpo monoclonal capaz de impedir a entrada do novo coronavírus nas células. De acordo com um estudo publicado nesta segunda-feira, 4, na revista científica Nature Communications, em testes em laboratório, o anticorpo experimental 47D11 foi capaz de neutralizar a proteína spike.</p>



<p>A proteína spike é a proteína que fica na superfície do novo coronavírus. Além de ser a responsável pela forma de corona no vírus, essa proteína permite a entrada do coronavírus na célula ao conectar-se, como uma chave na fechadura, à enzima ACE2, presente na superfície das células.</p>



<p>Anticorpos monoclonais são um tipo de proteína criada em laboratório que imita as células de defesa produzidas naturalmente pelo corpo e têm a capacidade de se ligar a uma molécula específica, e neutraliza-la. Essa abordagem já é usada com sucesso em tratamentos contra diversas doenças incluindo câncer e doenças inflamatórias. De acordo com os autores, no futuro, esse anticorpo pode se tornar um tratamento eficaz contra a Covid-19.</p>



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