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	<title>omalizumabe → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
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	<title>omalizumabe → ALERGOLÓGICA</title>
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	<item>
		<title>Mastocitose: quando as células de defesa se tornam um desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 12:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[anafilaxia]]></category>
		<category><![CDATA[avapritinibe]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[imunobiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[midostaurina]]></category>
		<category><![CDATA[omalizumabe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos. Na Alergológica, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos.</em></p>
<p><span id="more-1455"></span></p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e imunologista <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Dr. Antonio Condino-Neto</strong></a> – referência internacional na especialidade &#8211; somos pioneiros no <a href="https://www.alergologica.com.br/imunobiologicos/">tratamento com <strong>imunobiológicos</strong></a>, oferecendo cuidado de excelência, equipe altamente qualificada e acompanhamento integral para cada paciente. Nossa missão é transformar a qualidade de vida de quem enfrenta essa condição, trazendo mais segurança, controle dos sintomas e bem-estar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é a mastocitose?</strong></span></h2>
<p>A mastocitose é uma <strong>doença rara</strong> caracterizada pelo acúmulo anormal de <strong>mastócitos</strong> – células do sistema imunológico responsáveis por liberar substâncias como a histamina, envolvidas em processos inflamatórios e reações alérgicas.</p>
<p>Em condições normais, os mastócitos são fundamentais para a defesa do organismo contra agentes externos. Porém, na mastocitose, essas células se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, como a <strong>pele, medula óssea, fígado, baço e trato gastrointestinal</strong>, causando uma ampla gama de sintomas e complicações.</p>
<blockquote>
<h5><em>&#8220;Na mastocitose, células essenciais do sistema imune se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, causando uma ampla gama de sintomas e complicações&#8221;.</em></h5>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Causas e mecanismos da doença</strong></span></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1460" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A mastocitose pode ocorrer por <strong>mutações adquiridas</strong> em genes que regulam o crescimento e a sobrevivência dos mastócitos. A mutação mais comum é no gene <strong>KIT (D816V)</strong>, que provoca ativação permanente do receptor KIT, levando à proliferação e ao acúmulo celular.</p>
<p>Não é uma doença hereditária na maioria dos casos, mas sim resultado de alterações somáticas que surgem ao longo da vida. O curso clínico varia muito: em algumas pessoas, os sintomas são leves e restritos à pele; em outras, há comprometimento sistêmico, com risco de complicações graves.</p>
<div style="padding-left: 40px; border: dotted 1px #aaaaaa; border-radius: 20px; padding: 5%; margin: 2% 5%;">
<h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Tipos de mastocitose</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Mastocitose cutânea</strong>: mais comum em crianças. O acúmulo de mastócitos fica restrito à pele, com lesões características.</li>
<li><strong>Mastocitose sistêmica</strong>: mais frequente em adultos, quando os mastócitos se acumulam em órgãos internos como medula óssea, fígado e trato gastrointestinal. Pode ser indolente (evolução lenta) ou agressiva.</li>
<li><strong>Leucemia de mastócitos</strong>: forma extremamente rara e grave, com comportamento semelhante a uma doença hematológica maligna.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Principais sintomas</strong></span></h2>
<p>A diversidade de manifestações torna o diagnóstico um desafio. Entre os sintomas mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Cutâneos</strong>: manchas avermelhadas ou amarronzadas, urticária pigmentosa, prurido intenso, vermelhidão (flushing).</li>
<li><strong>Gastrointestinais</strong>: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, refluxo.</li>
<li><strong>Ósseos</strong>: dor, osteopenia, osteoporose e fraturas.</li>
<li><strong>Cardiovasculares</strong>: queda de pressão, taquicardia, síncope.</li>
<li><strong>Reações anafiláticas</strong>: podem ocorrer espontaneamente ou após exposição a fatores desencadeantes como picadas de insetos, alimentos, álcool, variações de temperatura ou uso de certos medicamentos.</li>
</ul>
<p>É importante reforçar que, na mastocitose sistêmica, o risco de <a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/"><strong>anafilaxia grave</strong></a> é elevado, exigindo vigilância constante e uso de adrenalina autoinjetável em situações de emergência.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="eYNknpQczU"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/">Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/embed/#?secret=5eDGWPoxB5#?secret=eYNknpQczU" data-secret="eYNknpQczU" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Diagnóstico</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico da mastocitose exige uma avaliação especializada, com associação de dados clínicos, laboratoriais e histopatológicos. Os exames mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Biópsia de pele ou medula óssea</strong> para identificar o acúmulo de mastócitos.</li>
<li><strong>Exames genéticos</strong> para detecção da mutação no gene KIT.</li>
<li><strong>Dosagem de triptase sérica</strong>, marcador associado ao aumento de mastócitos no organismo.</li>
<li>Avaliações de função hepática, óssea e hematológica.</li>
</ul>
<p>Por ser uma doença rara e complexa, muitas vezes há atraso diagnóstico, reforçando a importância de se buscar <strong>centros de referência</strong> em alergia e imunologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tratamento da mastocitose</strong></span></h2>
<p>O tratamento da mastocitose é <strong>individualizado</strong>, levando em consideração a forma clínica, a gravidade e os sintomas apresentados pelo paciente. Os principais objetivos são <strong>controlar sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Medidas gerais</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Evitar fatores desencadeantes</strong> como calor, variações bruscas de temperatura, álcool, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), opioides e picadas de insetos.</li>
<li>Uso de <strong>adrenalina autoinjetável</strong> para pacientes com risco de anafilaxia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Tratamento farmacológico</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Antihistamínicos (H1 e H2)</strong>: reduzem sintomas cutâneos e gastrointestinais.</li>
<li><strong>Cromoglicato dissódico</strong>: auxilia no controle de sintomas digestivos.</li>
<li><strong>Corticoides</strong>: podem ser utilizados em crises agudas ou manifestações graves.</li>
<li><strong>Bifosfonatos</strong>: em casos de osteoporose ou fragilidade óssea.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Imunobiológicos e terapias avançadas</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Nos últimos anos, os <strong>imunobiológicos</strong> vêm revolucionando o tratamento da mastocitose, principalmente nas formas sistêmicas graves e refratárias.</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Midostaurina</strong> e <strong>avapritinibe</strong>: inibidores de tirosina-quinase que atuam bloqueando o receptor KIT mutado, reduzindo a proliferação dos mastócitos.</li>
<li><a href="https://www.alergologica.com.br/urticaria-sintomas-causas-e-tratamento-eficaz-com-imunobiologicos/"><strong>Omalizumabe</strong></a> (anti-IgE): tem mostrado eficácia no controle de sintomas refratários, especialmente no manejo das reações anafiláticas e do prurido intenso.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Esses medicamentos representam um grande avanço, pois permitem <strong>controle mais eficaz da doença e melhora significativa na qualidade de vida</strong>. O tratamento com imunobiológicos deve ser realizado em centros especializados, com monitoramento constante dos efeitos e da resposta clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>A importância do acompanhamento multidisciplinar</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1461" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O paciente com mastocitose muitas vezes precisa do suporte de uma equipe integrada, que pode incluir:</p>
<ul>
<li>Alergistas e imunologistas</li>
<li>Hematologistas</li>
<li>Gastroenterologistas</li>
<li>Dermatologistas</li>
<li>Endocrinologistas (em casos de osteoporose associada)</li>
<li>Psicólogos, pelo impacto emocional da doença crônica</li>
</ul>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, o cuidado vai além do tratamento medicamentoso: oferecemos suporte educacional, acompanhamento contínuo e atendimento humanizado, pensando em todas as dimensões da vida do paciente.</p>
<p>A mastocitose é uma doença rara, complexa e impactante, mas hoje existem recursos capazes de transformar o dia a dia dos pacientes. Os <strong>imunobiológicos representam uma nova era no tratamento</strong>, trazendo esperança e controle dos sintomas mesmo em casos mais graves.</p>
<p>Se você ou alguém da sua família apresenta sinais sugestivos de mastocitose, <strong>não espere</strong>. Procure avaliação com nossos especialistas.</p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, temos experiência consolidada no diagnóstico e manejo da doença, acesso aos tratamentos mais inovadores e uma equipe dedicada a oferecer qualidade de vida e segurança a cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agende sua consulta na Alergológica e conheça o poder da medicina personalizada no tratamento da mastocitose. Sua saúde merece cuidado de excelência.</strong></p>
<p><em>Alergológica: referência em imunobiológicos para doenças raras e complexas</em></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/mastocitose-quando-as-celulas-de-defesa-se-tornam-um-desafio/">Mastocitose: quando as células de defesa se tornam um desafio</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Urticária: sintomas, causas e tratamento eficaz com imunobiológicos</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/urticaria-sintomas-causas-e-tratamento-eficaz-com-imunobiologicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 12:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[angioedema]]></category>
		<category><![CDATA[anti-histamínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Corticosteroides]]></category>
		<category><![CDATA[imunobiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[omalizumabe]]></category>
		<category><![CDATA[urticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alergológica: referência no tratamento da urticária crônica. Conheça os sintomas, tratamentos e descubra como os imunobiológicos podem transformar o tratamento da urticária. Na Alergológica, somos especialistas no diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas e imunológicas, incluindo a urticária crônica. Sabemos como as crises de coceira intensa, lesões na pele e inchaços podem atrapalhar o dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alergológica: referência no tratamento da urticária crônica. Conheça os sintomas, tratamentos e descubra como os imunobiológicos podem transformar o tratamento da urticária.</em></p>
<p><span id="more-1424"></span></p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, somos especialistas no diagnóstico e tratamento de doenças alérgicas e imunológicas, incluindo a <a href="https://www.alergologica.com.br/entendendo-a-urticaria-sintomas-causas-e-tratamento/"><strong>urticária crônica</strong></a>. Sabemos como as crises de coceira intensa, lesões na pele e inchaços podem atrapalhar o dia a dia, e a qualidade de vida fica muito impactada. É por isso que oferecemos acesso aos <a href="https://www.alergologica.com.br/imunobiologicos/"><strong>imunobiológicos para urticária</strong></a>, terapias modernas que trazem alívio duradouro, além de acompanhamento humanizado e personalizado em instalações amplas e confortáveis.</p>
<blockquote><p>O Dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino-Neto</strong></a>, chefe da equipe médica, é um dos alergistas pioneiros no Brasil no tratamento com imunobiológicos. Ele tem <a href="https://scholar.google.com/citations?user=9iqiCJIAAAAJ&amp;hl=pt-BR" target="_blank" rel="noopener">mais de 200 artigos científicos</a> publicados e dá aula para diversos médicos em Campinas. Então, você merece o melhor, certo?</p></blockquote>
<p><em><strong>Veja também</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="V6rrUaHiEN"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/entendendo-a-urticaria-sintomas-causas-e-tratamento/">Entendendo a Urticária: Sintomas, Causas e Tratamento</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Entendendo a Urticária: Sintomas, Causas e Tratamento&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/entendendo-a-urticaria-sintomas-causas-e-tratamento/embed/#?secret=47kgUaEKyM#?secret=V6rrUaHiEN" data-secret="V6rrUaHiEN" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é a urticária?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1431" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-1.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Urticaria e Urticaria Cronica - imagens internas (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A <strong>urticária</strong> é uma doença da pele caracterizada por lesões chamadas <strong>urticas</strong> – vergões avermelhados, elevados e geralmente acompanhados de coceira intensa. Essas lesões mudam de localização, surgem de repente e desaparecem em até 24 horas, mas podem voltar em outros pontos.</p>
<p>Além das urticas, muitos pacientes apresentam <strong>angioedema</strong> – inchaço mais profundo em regiões como pálpebras, lábios, mãos e pés, que pode ser doloroso e trazer riscos em alguns casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tipos de urticária</strong></span></h2>
<h3><strong>Pela duração:</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Urticária aguda</strong>: dura menos de 6 semanas e geralmente está associada a infecções, medicamentos ou alimentos.</li>
<li><strong>Urticária crônica</strong>: persiste por mais de 6 semanas, podendo ser espontânea (sem causa definida) ou induzida (com gatilhos específicos).</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Urticária crônica espontânea</strong>: não tem causa identificável.</li>
<li><strong>Urticária física</strong>, que inclui:
<ul>
<li><strong>Urticária dermográfica</strong> (provocada pelo atrito na pele).</li>
<li><strong>Urticária ao frio</strong>.</li>
<li><strong>Urticária ao calor</strong>.</li>
<li><strong>Urticária colinérgica</strong> (causada pelo aumento da temperatura corporal, como após exercícios físicos).</li>
<li><strong>Urticária por pressão tardia</strong>.</li>
<li><strong>Urticária vibratória</strong>.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Urticária aquagênica</strong>: desencadeada pelo contato com a água, independentemente da temperatura, de acordo com os dados da www.asbai.org.br.</li>
<li><strong>Urticária solar</strong>: surge após exposição à luz solar.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Sintomas da urticária</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1432" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-2.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Urticaria e Urticaria Cronica - imagens internas (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Os principais sintomas da urticária incluem:</p>
<ul>
<li>Vergões avermelhados ou da cor da pele;</li>
<li>Coceira intensa (principal característica da doença);</li>
<li>Sensação de queimação;</li>
<li>Inchaço localizado (angioedema).</li>
</ul>
<p>Além do desconforto físico, a <strong>urticária crônica</strong> tem grande impacto na qualidade de vida, afetando o sono, a autoestima e até gerando ansiedade e depressão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Causas da urticária</strong></span></h2>
<p>As causas da urticária variam conforme o tipo:</p>
<ul>
<li><strong>Urticária aguda</strong>: infecções, medicamentos, alimentos ou picadas de insetos.</li>
<li><strong>Urticária crônica</strong>: muitas vezes está relacionada a processos autoimunes.</li>
<li><strong>Urticária induzida</strong>: associada a fatores físicos (frio, calor, pressão, luz solar, água).</li>
</ul>
<p>Em boa parte dos casos de <strong>urticária crônica espontânea</strong>, não é possível identificar uma causa exata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Diagnóstico da urticária</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico deve ser realizado por um <strong>alergologista especialista em urticária</strong>. Ele é feito principalmente pela avaliação clínica e história do paciente. Exames complementares podem ser solicitados para descartar doenças associadas ou confirmar suspeitas de urticárias físicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tratamento da urticária</strong></span></h2>
<p>O <strong>tratamento da urticária</strong> deve ser personalizado e escalonado, seguindo etapas conforme a resposta do paciente:</p>
<h3><strong>Medidas gerais</strong></h3>
<ul>
<li>Evitar fatores desencadeantes sempre que identificados.</li>
<li>Manter cuidados com a pele e hábitos de vida adequados.</li>
</ul>
<h3><strong>Medicamentos</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Anti-histamínicos de segunda geração</strong> são a primeira linha de tratamento.</li>
<li>Se não houver controle, é possível aumentar a dose de anti-histamínicos de forma segura.</li>
<li><strong>Corticosteroides</strong> podem ser utilizados apenas em crises agudas e por curto período.</li>
</ul>
<h3><strong>Imunobiológicos para urticária crônica</strong></h3>
<p>Quando a <strong>urticária crônica espontânea</strong> não responde aos anti-histamínicos, os <strong>imunobiológicos</strong> representam um avanço fundamental.</p>
<p>O principal deles é o <strong>omalizumabe</strong>, anticorpo monoclonal que atua bloqueando a IgE e reduzindo a ativação das células responsáveis pela inflamação da pele. O tratamento com omalizumabe é eficaz para controlar os sintomas, diminuir a frequência das crises e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Alergológica: especialista em imunobiológicos para urticária</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1433" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-3.jpg" alt="" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-3.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-3-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-3-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Urticaria-e-Urticaria-Cronica-imagens-internas-3-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, oferecemos:</p>
<ul>
<li>Diagnóstico detalhado e individualizado;</li>
<li>Acompanhamento com <strong>especialistas em alergia e imunologia</strong>;</li>
<li>Acesso aos <strong>tratamentos mais modernos</strong>, incluindo o omalizumabe;</li>
<li>Atendimento humanizado e focado em qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>A <strong>urticária crônica</strong> não deve ser ignorada: quando mal controlada, traz grande impacto físico e emocional. Hoje, com os <strong>imunobiológicos para urticária</strong>, é possível alcançar um controle eficaz e devolver qualidade de vida aos pacientes.</p>
<p><strong>Agende sua consulta na Alergológica</strong> e descubra como os imunobiológicos podem transformar o tratamento da urticária. Viva com mais conforto, segurança e bem-estar.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/urticaria-sintomas-causas-e-tratamento-eficaz-com-imunobiologicos/">Urticária: sintomas, causas e tratamento eficaz com imunobiológicos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Rinite: causas, sintomas e tratamento com o alergista</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamento-com-o-alergista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 14:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergias]]></category>
		<category><![CDATA[dupilumabe]]></category>
		<category><![CDATA[imunobiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[mepolizumabe]]></category>
		<category><![CDATA[omalizumabe]]></category>
		<category><![CDATA[rinite]]></category>
		<category><![CDATA[rinite alérgica]]></category>
		<category><![CDATA[rinite não alérgica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o que é rinite, principais sintomas, causas e opções de tratamento. Saiba como o alergista pode ajudar a melhorar sua qualidade de vida. A rinite é uma das doenças respiratórias mais comuns, afetando milhões de pessoas em todas as idades. Apesar de frequente, ainda existem muitas dúvidas sobre suas causas, sintomas, diagnóstico e tratamento. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra o que é rinite, principais sintomas, causas e opções de tratamento. Saiba como o alergista pode ajudar a melhorar sua qualidade de vida.</em></p>
<p><span id="more-1391"></span></p>
<p>A <a href="https://www.alergologica.com.br/precisamos-falar-sobre-a-rinite-alergica/"><strong>rinite</strong></a> é uma das doenças respiratórias <strong>mais comuns</strong>, afetando milhões de pessoas em todas as idades. Apesar de frequente, ainda existem muitas dúvidas sobre suas causas, sintomas, diagnóstico e tratamento. A seguir, reunimos as principais perguntas e respostas sobre rinite, com informações atualizadas e linguagem acessível, para ajudar você a entender melhor a condição e buscar o cuidado adequado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é rinite?</strong></span></h2>
<p>A rinite é uma <strong>inflamação da mucosa nasal</strong>, que pode ter diversas origens. Ela se caracteriza principalmente por <strong>espirros frequentes, nariz entupido, coceira e coriza</strong>. O quadro de rinite pode vir acompanhado de sinusite crônica com polipose nasal, cujo tratamento requer uso de <strong><a href="https://www.alergologica.com.br/imunobiologicos/">medicamentos imunobiológicos</a></strong>, disponíveis aqui na <strong>Alergológica</strong>.</p>
<p>Existem diferentes tipos de rinite, sendo os mais comuns:</p>
<ul>
<li><strong>Rinite alérgica</strong>: causada pela exposição a alérgenos, como ácaros da poeira, pelos de animais, pólen e fungos.</li>
<li><strong>Rinite não alérgica</strong>: relacionada a mudanças climáticas, fumaça, odores fortes, poluição, infecções virais ou alterações hormonais.</li>
</ul>
<p>Embora não seja considerada uma doença grave, a rinite pode impactar fortemente a <strong>qualidade de vida</strong>, principalmente quando não tratada corretamente.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mhlXhQDGHv"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/precisamos-falar-sobre-a-rinite-alergica/">Precisamos falar sobre a rinite alérgica!</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Precisamos falar sobre a rinite alérgica!&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/precisamos-falar-sobre-a-rinite-alergica/embed/#?secret=MZ0lGnhHni#?secret=mhlXhQDGHv" data-secret="mhlXhQDGHv" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quais são as causas da rinite alérgica?</strong></span></h2>
<p>A rinite alérgica é desencadeada por uma reação exagerada do sistema imunológico a substâncias inofensivas para a maioria das pessoas, chamadas <strong>alérgenos</strong>. Entre os principais causadores, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Ácaros da poeira doméstica</strong> – presentes em colchões, travesseiros, cortinas, bichos de pelúcia e estofados.</li>
<li><strong>Pólen de plantas</strong> – comum em determinadas épocas do ano, conhecido como “alergia sazonal”.</li>
<li><strong>Pelos e descamação de animais</strong> – gatos e cães são os principais exemplos.</li>
<li><strong>Mofo e fungos</strong> – especialmente em ambientes úmidos e pouco ventilados.</li>
</ul>
<p>Além dos fatores ambientais, existe uma forte influência <strong>genética</strong>: quem tem histórico familiar de alergias apresenta maior risco de desenvolver rinite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quais são os sintomas da rinite?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1403" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-5.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (5)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-5.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-5-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-5-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-5-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Os sintomas variam de intensidade, podendo ser leves, moderados ou graves, e muitas vezes se confundem com resfriados. Os mais comuns são:</p>
<ul>
<li>Espirros em sequência;</li>
<li>Coceira no nariz, garganta, olhos e ouvidos;</li>
<li>Nariz entupido (congestão nasal);</li>
<li>Coriza clara e abundante;</li>
<li>Olhos vermelhos e lacrimejantes (quando associada à conjuntivite alérgica);</li>
<li>Tosse persistente, principalmente à noite;</li>
<li>Ronco e sono agitado.</li>
</ul>
<p>Em casos mais graves, a rinite pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de outras doenças respiratórias, como <strong>sinusite crônica com polipose nasal, otite, <a href="https://www.alergologica.com.br/a-asma-tem-controle/">asma</a> e apneia do sono</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>A rinite é contagiosa?</strong></span></h2>
<p>Não. A rinite, seja alérgica ou não alérgica, <strong>não é uma doença contagiosa</strong>. Ao contrário de resfriados e gripes, ela não é transmitida de pessoa para pessoa. O que acontece é que muitas vezes os sintomas se confundem com infecções virais, o que gera a dúvida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Como a rinite impacta a qualidade de vida?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1400" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-4.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (4)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-4.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-4-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-4-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-4-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Apesar de ser vista como uma condição simples, a rinite pode prejudicar muito a <strong>rotina diária e o bem-estar</strong>. Alguns dos impactos mais comuns são:</p>
<ul>
<li><strong>Problemas no sono</strong>: o nariz entupido dificulta a respiração à noite, causando insônia, ronco e cansaço diurno.</li>
<li><strong>Baixo rendimento escolar e profissional</strong>: a dificuldade de concentração e a fadiga reduzem a produtividade.</li>
<li><strong>Sintomas emocionais</strong>: pacientes com rinite crônica relatam mais irritabilidade, ansiedade e até sintomas depressivos.</li>
<li><strong>Comprometimento social</strong>: espirros e nariz escorrendo em público geram constrangimento e afetam a autoestima.</li>
</ul>
<p>Por isso, tratar a rinite não é apenas uma questão de conforto, mas de <strong>qualidade de vida e saúde integral</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Como é feito o diagnóstico da rinite?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1398" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-3.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (3)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-3.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-3-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-3-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-3-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O diagnóstico deve ser realizado por um <strong>médico alergista ou otorrinolaringologista</strong>, que avalia o histórico clínico e os sintomas do paciente. Os principais métodos incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Anamnese detalhada</strong> – perguntas sobre frequência, intensidade e situações que pioram os sintomas.</li>
<li><strong>Exame físico</strong> – inspeção da mucosa nasal.</li>
<li><strong>Testes alérgicos</strong> – como o <strong>teste cutâneo (<a href="https://www.alergologica.com.br/testes-diagnosticos-de-alergias/">prick test</a>)</strong>, que identifica os principais alérgenos.</li>
<li><strong>Exames complementares</strong> – em alguns casos, exames de sangue ou de imagem podem ser solicitados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Qual é o tratamento da rinite?</strong></span></h2>
<p>O tratamento da rinite envolve três pilares principais:</p>
<ol>
<li><strong>Controle ambiental</strong>
<ul>
<li>Reduzir exposição aos alérgenos: manter a casa arejada, evitar tapetes e cortinas pesadas, lavar roupas de cama semanalmente com água quente, usar capas antiácaro.</li>
<li>Evitar fumaça de cigarro, odores fortes e ambientes muito poluídos.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Medicação</strong>
<ul>
<li><strong>Anti-histamínicos</strong>: ajudam a controlar espirros, coriza e coceira.</li>
<li><strong>Corticosteroides nasais</strong>: reduzem a inflamação e melhoram a congestão.</li>
<li><strong>Descongestionantes</strong>: uso limitado, apenas em situações pontuais.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Imunoterapia (vacina para alergia)</strong>
<ul>
<li>Tratamento específico e de longo prazo, indicado para rinite alérgica.</li>
<li>Consiste em expor o paciente a doses progressivas do alérgeno, ajudando o sistema imunológico a se adaptar e reduzir os sintomas.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>A imunoterapia realmente funciona?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1397" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-2.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Sim. A <strong>imunoterapia alérgeno-específica</strong>, conhecida como “vacina da alergia”, é o único tratamento capaz de <strong>modificar o curso da doença</strong>, reduzindo ou até eliminando os sintomas a longo prazo. É indicada principalmente para pacientes que não respondem bem apenas aos medicamentos ou que desejam uma solução definitiva para a rinite alérgica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Qual é o papel do alergologista no tratamento da rinite?</strong></span></h2>
<p>O <strong>alergista</strong> é o médico especialista em diagnosticar e tratar doenças alérgicas, como a rinite. Seu papel é fundamental para:</p>
<ul>
<li>Identificar corretamente a causa da rinite;</li>
<li>Indicar exames específicos e seguros;</li>
<li>Prescrever o tratamento mais adequado para cada caso;</li>
<li>Acompanhar a evolução do paciente e ajustar a medicação;</li>
<li>Indicar e conduzir a imunoterapia, quando necessária;</li>
<li>Orientar sobre prevenção e qualidade de vida.</li>
</ul>
<p>Com o acompanhamento do alergista, o paciente consegue <strong>reduzir crises, evitar complicações e melhorar significativamente sua rotina</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Rinite tem cura?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1396 size-full" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A rinite alérgica não tem uma cura definitiva, mas é possível <strong>controlar completamente os sintomas</strong> com tratamento adequado. Já a imunoterapia pode levar a uma <strong>remissão prolongada da doença</strong>, trazendo qualidade de vida e reduzindo a necessidade de medicamentos.</p>
<p>Quando a rinite alérgica evolui para uma sinusite crônica com polipose nasal, muitas vezes os tratamentos convencionais deixam de ser suficientes para controlar os sintomas. Nesses casos, podem ser indicados os medicamentos imunobiológicos, que atuam de forma direcionada no sistema imunológico para reduzir a inflamação crônica.</p>
<p>Entre as opções já aprovadas no Brasil estão o dupilumabe, o omalizumabe e o mepolizumabe, que têm mostrado eficácia na melhora da obstrução nasal, redução do tamanho dos pólipos e melhora da qualidade de vida dos pacientes.<strong> Aqui na Alergológica temos equipe especializada no tratamento com imunobiológicos, além de ambiente acolhedor para o paciente.</strong></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="XxVRzuF94y"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/dia-nacional-de-prevencao-das-doencas-alergicas-existe-tratamento-para-alergia/">Dia Nacional de Prevenção das Doenças Alérgicas: existe tratamento para alergia?</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Dia Nacional de Prevenção das Doenças Alérgicas: existe tratamento para alergia?&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/dia-nacional-de-prevencao-das-doencas-alergicas-existe-tratamento-para-alergia/embed/#?secret=x98UDqBO4x#?secret=XxVRzuF94y" data-secret="XxVRzuF94y" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quando procurar um alergista?</strong></span></h2>
<p>É recomendado procurar um especialista quando:</p>
<ul>
<li>Os sintomas são frequentes ou persistem por mais de quatro semanas;</li>
<li>O nariz entupido atrapalha o sono ou o dia a dia;</li>
<li>Os medicamentos de farmácia não resolvem o problema;</li>
<li>Há histórico familiar de alergias ou asma;</li>
<li>O paciente apresenta complicações, como sinusite recorrente, otite ou crises de asma associadas.</li>
</ul>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong><a href="https://www.alergologica.com.br/contato/"><img decoding="async" class="alignright wp-image-1322" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ALERGOLOGICA-favicon.png" alt="ALERGOLOGICA - favicon" width="200" height="200" /></a></strong></span></h2>
<p>A rinite é uma condição muito comum, mas que não deve ser negligenciada. Seus sintomas vão além do incômodo, podendo comprometer a qualidade de vida e favorecer outras doenças respiratórias. O acompanhamento com um <strong>alergista</strong> é essencial para identificar a causa, controlar os sintomas e oferecer tratamentos modernos, como a imunoterapia.</p>
<p>Se você sofre com espirros constantes, nariz entupido ou coriza frequente, não deixe de buscar ajuda. O diagnóstico e o tratamento corretos podem transformar a sua rotina e trazer <strong>mais saúde e bem-estar</strong>.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamento-com-o-alergista/">Rinite: causas, sintomas e tratamento com o alergista</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
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