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	<title>anafilaxia → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
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	<title>anafilaxia → ALERGOLÓGICA</title>
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		<title>Mastocitose: quando as células de defesa se tornam um desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 12:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[anafilaxia]]></category>
		<category><![CDATA[avapritinibe]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[imunobiológicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos. Na Alergológica, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos.</em></p>
<p><span id="more-1455"></span></p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e imunologista <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Dr. Antonio Condino-Neto</strong></a> – referência internacional na especialidade &#8211; somos pioneiros no <a href="https://www.alergologica.com.br/imunobiologicos/">tratamento com <strong>imunobiológicos</strong></a>, oferecendo cuidado de excelência, equipe altamente qualificada e acompanhamento integral para cada paciente. Nossa missão é transformar a qualidade de vida de quem enfrenta essa condição, trazendo mais segurança, controle dos sintomas e bem-estar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é a mastocitose?</strong></span></h2>
<p>A mastocitose é uma <strong>doença rara</strong> caracterizada pelo acúmulo anormal de <strong>mastócitos</strong> – células do sistema imunológico responsáveis por liberar substâncias como a histamina, envolvidas em processos inflamatórios e reações alérgicas.</p>
<p>Em condições normais, os mastócitos são fundamentais para a defesa do organismo contra agentes externos. Porém, na mastocitose, essas células se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, como a <strong>pele, medula óssea, fígado, baço e trato gastrointestinal</strong>, causando uma ampla gama de sintomas e complicações.</p>
<blockquote>
<h5><em>&#8220;Na mastocitose, células essenciais do sistema imune se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, causando uma ampla gama de sintomas e complicações&#8221;.</em></h5>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Causas e mecanismos da doença</strong></span></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1460" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A mastocitose pode ocorrer por <strong>mutações adquiridas</strong> em genes que regulam o crescimento e a sobrevivência dos mastócitos. A mutação mais comum é no gene <strong>KIT (D816V)</strong>, que provoca ativação permanente do receptor KIT, levando à proliferação e ao acúmulo celular.</p>
<p>Não é uma doença hereditária na maioria dos casos, mas sim resultado de alterações somáticas que surgem ao longo da vida. O curso clínico varia muito: em algumas pessoas, os sintomas são leves e restritos à pele; em outras, há comprometimento sistêmico, com risco de complicações graves.</p>
<div style="padding-left: 40px; border: dotted 1px #aaaaaa; border-radius: 20px; padding: 5%; margin: 2% 5%;">
<h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Tipos de mastocitose</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Mastocitose cutânea</strong>: mais comum em crianças. O acúmulo de mastócitos fica restrito à pele, com lesões características.</li>
<li><strong>Mastocitose sistêmica</strong>: mais frequente em adultos, quando os mastócitos se acumulam em órgãos internos como medula óssea, fígado e trato gastrointestinal. Pode ser indolente (evolução lenta) ou agressiva.</li>
<li><strong>Leucemia de mastócitos</strong>: forma extremamente rara e grave, com comportamento semelhante a uma doença hematológica maligna.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Principais sintomas</strong></span></h2>
<p>A diversidade de manifestações torna o diagnóstico um desafio. Entre os sintomas mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Cutâneos</strong>: manchas avermelhadas ou amarronzadas, urticária pigmentosa, prurido intenso, vermelhidão (flushing).</li>
<li><strong>Gastrointestinais</strong>: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, refluxo.</li>
<li><strong>Ósseos</strong>: dor, osteopenia, osteoporose e fraturas.</li>
<li><strong>Cardiovasculares</strong>: queda de pressão, taquicardia, síncope.</li>
<li><strong>Reações anafiláticas</strong>: podem ocorrer espontaneamente ou após exposição a fatores desencadeantes como picadas de insetos, alimentos, álcool, variações de temperatura ou uso de certos medicamentos.</li>
</ul>
<p>É importante reforçar que, na mastocitose sistêmica, o risco de <a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/"><strong>anafilaxia grave</strong></a> é elevado, exigindo vigilância constante e uso de adrenalina autoinjetável em situações de emergência.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="eYNknpQczU"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/">Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/embed/#?secret=5eDGWPoxB5#?secret=eYNknpQczU" data-secret="eYNknpQczU" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Diagnóstico</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico da mastocitose exige uma avaliação especializada, com associação de dados clínicos, laboratoriais e histopatológicos. Os exames mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Biópsia de pele ou medula óssea</strong> para identificar o acúmulo de mastócitos.</li>
<li><strong>Exames genéticos</strong> para detecção da mutação no gene KIT.</li>
<li><strong>Dosagem de triptase sérica</strong>, marcador associado ao aumento de mastócitos no organismo.</li>
<li>Avaliações de função hepática, óssea e hematológica.</li>
</ul>
<p>Por ser uma doença rara e complexa, muitas vezes há atraso diagnóstico, reforçando a importância de se buscar <strong>centros de referência</strong> em alergia e imunologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tratamento da mastocitose</strong></span></h2>
<p>O tratamento da mastocitose é <strong>individualizado</strong>, levando em consideração a forma clínica, a gravidade e os sintomas apresentados pelo paciente. Os principais objetivos são <strong>controlar sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Medidas gerais</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Evitar fatores desencadeantes</strong> como calor, variações bruscas de temperatura, álcool, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), opioides e picadas de insetos.</li>
<li>Uso de <strong>adrenalina autoinjetável</strong> para pacientes com risco de anafilaxia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Tratamento farmacológico</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Antihistamínicos (H1 e H2)</strong>: reduzem sintomas cutâneos e gastrointestinais.</li>
<li><strong>Cromoglicato dissódico</strong>: auxilia no controle de sintomas digestivos.</li>
<li><strong>Corticoides</strong>: podem ser utilizados em crises agudas ou manifestações graves.</li>
<li><strong>Bifosfonatos</strong>: em casos de osteoporose ou fragilidade óssea.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Imunobiológicos e terapias avançadas</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Nos últimos anos, os <strong>imunobiológicos</strong> vêm revolucionando o tratamento da mastocitose, principalmente nas formas sistêmicas graves e refratárias.</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Midostaurina</strong> e <strong>avapritinibe</strong>: inibidores de tirosina-quinase que atuam bloqueando o receptor KIT mutado, reduzindo a proliferação dos mastócitos.</li>
<li><a href="https://www.alergologica.com.br/urticaria-sintomas-causas-e-tratamento-eficaz-com-imunobiologicos/"><strong>Omalizumabe</strong></a> (anti-IgE): tem mostrado eficácia no controle de sintomas refratários, especialmente no manejo das reações anafiláticas e do prurido intenso.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Esses medicamentos representam um grande avanço, pois permitem <strong>controle mais eficaz da doença e melhora significativa na qualidade de vida</strong>. O tratamento com imunobiológicos deve ser realizado em centros especializados, com monitoramento constante dos efeitos e da resposta clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>A importância do acompanhamento multidisciplinar</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1461" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O paciente com mastocitose muitas vezes precisa do suporte de uma equipe integrada, que pode incluir:</p>
<ul>
<li>Alergistas e imunologistas</li>
<li>Hematologistas</li>
<li>Gastroenterologistas</li>
<li>Dermatologistas</li>
<li>Endocrinologistas (em casos de osteoporose associada)</li>
<li>Psicólogos, pelo impacto emocional da doença crônica</li>
</ul>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, o cuidado vai além do tratamento medicamentoso: oferecemos suporte educacional, acompanhamento contínuo e atendimento humanizado, pensando em todas as dimensões da vida do paciente.</p>
<p>A mastocitose é uma doença rara, complexa e impactante, mas hoje existem recursos capazes de transformar o dia a dia dos pacientes. Os <strong>imunobiológicos representam uma nova era no tratamento</strong>, trazendo esperança e controle dos sintomas mesmo em casos mais graves.</p>
<p>Se você ou alguém da sua família apresenta sinais sugestivos de mastocitose, <strong>não espere</strong>. Procure avaliação com nossos especialistas.</p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, temos experiência consolidada no diagnóstico e manejo da doença, acesso aos tratamentos mais inovadores e uma equipe dedicada a oferecer qualidade de vida e segurança a cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agende sua consulta na Alergológica e conheça o poder da medicina personalizada no tratamento da mastocitose. Sua saúde merece cuidado de excelência.</strong></p>
<p><em>Alergológica: referência em imunobiológicos para doenças raras e complexas</em></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
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			</item>
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		<title>Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 09:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergias]]></category>
		<category><![CDATA[adrenalina]]></category>
		<category><![CDATA[anafilaxia]]></category>
		<category><![CDATA[ASBAI]]></category>
		<category><![CDATA[Semana Mundial de Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[WAO]]></category>
		<category><![CDATA[World Allergy Organization]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é esta perigosa reação alérgica aguda, quais são os principais agentes que a desencadeiam, como reconhecer os sintomas e como agir para tratá-la. Você já ouviu falar em anafilaxia? Apesar de não ser tão comentada no dia a dia, essa reação alérgica grave é uma emergência médica e pode evoluir rapidamente, colocando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é esta perigosa reação alérgica aguda, quais são os principais agentes que a desencadeiam, como reconhecer os sintomas e como agir para tratá-la.</em></p>
<p><span id="more-1342"></span></p>
<p>Você já ouviu falar em anafilaxia? Apesar de não ser tão comentada no dia a dia, essa reação alérgica grave é uma emergência médica e pode evoluir rapidamente, colocando a vida em risco. Por isso, a <strong>Semana Mundial de Alergia 2025</strong>, promovida pela WAO (World Allergy Organization), traz um alerta essencial: <strong>é preciso conhecer e agir rápido diante da anafilaxia</strong>. Aqui no Brasil, a <a href="http://www.asbai.org.br">Associação Brasileira de Alergia e Imunologia</a> faz campanha alertando que “Informação salva!”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que é a anafilaxia?</strong></h2>
<p>A <strong>anafilaxia</strong> é uma reação alérgica aguda e potencialmente fatal. Ela acontece quando o corpo entra em contato com uma substância à qual é extremamente sensível, como certos alimentos, medicamentos, ferroadas de insetos ou até o látex. Em poucos minutos, o sistema imunológico libera substâncias que causam queda de pressão, dificuldade para respirar, inchaço e outros sintomas muito graves.</p>
<p>As <strong>causas da anafilaxia</strong> variam de pessoa para pessoa, mas os gatilhos mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.alergologica.com.br/alergia-alimentar-precisa-de-diagnostico-correto/"><strong>Alimentos</strong></a>: leite, ovo, amendoim, nozes, castanhas, camarão, frutos do mar e trigo</li>
<li><strong>Medicamentos</strong>: antibióticos, anti-inflamatórios, anestésicos</li>
<li><strong>Ferroadas de insetos</strong>: especialmente abelhas, vespas e formigas</li>
<li><strong>Látex</strong>: encontrado em luvas, balões e alguns materiais hospitalares</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sinais e sintomas: fique de olho</strong></h2>
<p>A anafilaxia costuma se manifestar rapidamente e exige atenção imediata. Os principais sinais incluem:</p>
<ul>
<li>Coceira intensa e placas vermelhas pelo corpo</li>
<li>Inchaço nos lábios, olhos ou garganta</li>
<li>Falta de ar, chiado no peito e tosse</li>
<li>Queda de pressão arterial</li>
<li>Tontura, confusão mental ou desmaio</li>
<li>Náuseas, vômitos e dor abdominal</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>Se você ou alguém ao seu redor apresentar esses sintomas após contato com algum alérgeno, procure ajuda médica com urgência.</strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O que fazer em caso de anafilaxia?</strong></h2>
<p>A primeira medida é aplicar <strong>a adrenalina intramuscular</strong> (se a pessoa tiver a caneta autoinjetável. O dispositivo ainda só pode ser obtido via importação). Depois de aplicada a adrenalina, o paciente deve ser levado imediatamente ao pronto-socorro. Quanto mais rápido o tratamento for iniciado, maiores as chances de recuperação sem complicações.</p>
<p>Pesquisadores brasileiros desenvolveram a primeira caneta de adrenalina autoinjetável nacional, que está em análise na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o objetivo de tornar o tratamento mais acessível e reduzir o custo. Esperamos que este dispositivo possa ser logo comercializado. Enquanto isso não acontece, essa caneta precisa ser importada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Existe tratamento?</strong></h2>
<p>Sim! Além do uso emergencial de adrenalina, o acompanhamento com um <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-cast-podcast-traz-informacoes-sobre-alergias-imunologia-reumatologia-e-doencas-autoimunes/">alergista imunologista</a> é fundamental. O especialista vai investigar as causas e orientar sobre medidas preventivas.</p>
<p>Durante esta <strong>Semana Mundial de Alergia</strong>, a <strong>Clínica Alergológica</strong> reforça a importância da conscientização sobre a anafilaxia. Reconhecer os sinais, evitar os gatilhos e estar preparado para agir pode fazer toda a diferença.</p>
<p><strong>Agende uma consulta com um de nossos especialistas</strong> e tire todas as suas dúvidas sobre alergias e prevenção. Estamos aqui para cuidar da sua saúde com segurança e acolhimento.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/">Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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