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	<title>Alergológica na Mídia → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
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	<title>Alergológica na Mídia → ALERGOLÓGICA</title>
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		<title>Alergológica conversa com Heródoto Barbeiro, no jornal da Nova Brasil FM</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/alergologica-conversa-com-herodoto-barbeiro-no-jornal-da-nova-brasil-fm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 20:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Heródoto Barbeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Brasil FM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretor da Alergológica foi entrevistado sobre o Teste do Pezinho ampliado. Confira vídeo. &#160; O diretor-médico da Clínica Alergológica, Dr. Antonio Condino-Neto, concedeu entrevista sobre a ampliação do Teste do Pezinho para a Nova Brasil FM, no programa do lendário jornalista Heródoto Barbeiro. Sobre a ampliação, o dr. Condino comenta que a considera &#8220;um avanço [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-conversa-com-herodoto-barbeiro-no-jornal-da-nova-brasil-fm/">Alergológica conversa com Heródoto Barbeiro, no jornal da Nova Brasil FM</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diretor da Alergológica foi entrevistado sobre o Teste do Pezinho ampliado. Confira vídeo.</em></p>
<p><span id="more-1255"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O diretor-médico da <strong>Clínica Alergológica</strong>, <strong>Dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/">Antonio Condino-Neto</a></strong>, concedeu entrevista sobre a <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">ampliação do Teste do Pezinho</a> para a <strong>Nova Brasil FM</strong>, no programa do lendário jornalista <strong>Heródoto Barbeiro</strong>.</p>
<p>Sobre a ampliação, o dr. Condino comenta que a considera &#8220;um avanço significativo&#8221; na área da saúde pública, uma vez que irá &#8220;ajudar a detectar crianças com doenças graves e que requerem um tratamento precoce&#8221; &#8211; como exemplo, cita a <strong>imunodeficiência combinada grave</strong>, uma doença imunológica extremamente impactante mas que pode ser detectada logo nos primeiros dias de vida, permitindo um início rápido nos tratamentos. Condino comenta, também, o que falta para que a ampliação atinja todos os estados brasileiros (no momento, está mais avançada na cidade de São Paulo, em Minas Gerais e no Distrito Federal).</p>
<p>Confira o vídeo completo da entrevista:</p>
<p><iframe title="TESTE DO PEZINHO AMPLIADO DETECTA MAIS DE 50 DOENÇAS" width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/54lskw-Atb0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-conversa-com-herodoto-barbeiro-no-jornal-da-nova-brasil-fm/">Alergológica conversa com Heródoto Barbeiro, no jornal da Nova Brasil FM</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 21:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Agência FAPESP]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Condino-Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de São Paulo publica reportagem da Agência FAPESP sobre Teste do Pezinho Ampliado, uma nova inovação nacional e que contou com a participação do diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto. Confira. Texto da Agência FAPESP, reproduzido em Folha de São Paulo &#8211; confira a íntegra aqui &#160; Roseli Andrion &#124; Agência FAPESP – Todos os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Folha de São Paulo publica reportagem da Agência FAPESP sobre Teste do Pezinho Ampliado, uma nova inovação nacional e que contou com a participação do diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto. Confira.</em></p>
<p><span id="more-1241"></span></p>
<p><em>Texto da Agência FAPESP, reproduzido em Folha de São Paulo &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/11/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.shtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>confira a íntegra aqui</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roseli Andrion | Agência FAPESP</strong> – Todos os anos, cerca de 2,5 milhões de bebês nascem no Brasil. Cada um deles é submetido à triagem neonatal – o conhecido teste do pezinho –, disponível no país desde os anos 1970 e obrigatória desde 1992. Rápido, pouco invasivo e praticamente indolor para o recém-nascido, o teste é oferecido nas redes pública e privada de saúde. Sem o resultado dele, não é possível nem registrar o bebê em cartório.</p>
<p>O sangue coletado no calcanhar do recém-nascido permite detectar mais de 50 doenças – embora a maioria das localidades brasileiras ainda ofereça apenas a opção que identifica somente seis enfermidades. Uma lei sancionada em 2021 determina que, até 2026, todos os serviços disponíveis no país ofereçam a alternativa mais completa.</p>
<p>Com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/110374/desenvolvimento-de-um-kit-para-triagem-neonatal-de-imunodeficiencias-primarias/" target="_blank" rel="noopener">apoio</a></strong> do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, a startup paulista Immunogenic desenvolveu um teste que reconhece mais de 50 imunodeficiências. O estudo para criar uma alternativa nacional de triagem neonatal ampliada teve início em 2009, no Centro Jeffrey Modell do Brasil, e envolveu a validação em milhares de amostras. “O objetivo é identificar imunodeficiências raras”, diz <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/6042/antonio-condino-neto" target="_blank" rel="noopener">Antonio Condino-Neto</a></strong>, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e diretor médico da <em>healthtech</em>.</p>
<p>O imunologista aponta que o avanço da tecnologia fez surgirem terapias para doenças raras que eram negligenciadas. “Só faz sentido identificá-las na triagem neonatal se houver tratamento para elas: você cria essa opção se a doença tem incidência relevante na população e se há tratamento”, explica. “É para situações que exigem diagnóstico precoce porque não adianta diagnosticar tardiamente, quando elas já aconteceram.”</p>
<p>As imunodeficiências, por exemplo, preenchem todos esses quesitos. Em qualquer desses casos, quanto antes diagnosticar, melhor. “Para a imunodeficiência grave combinada [Severe Combined Immunodeficiency – SCID], o ideal é diagnosticar no primeiro mês de vida para fazer a genotipagem e programar o transplante de células-tronco até os três meses de idade”, afirma Condino-Neto.</p>
<p>Segundo o pesquisador, existem cerca de 20 formas de SCID – todas elas detectadas pelo teste do pezinho criado pela Immunogenic. “Um bebê com agamaglobulinemia tem falta de linfócito B. Ele nasce com anticorpos recebidos da mãe durante a gestação, mas pelo sexto mês já não os tem mais e não consegue produzir outros. O diagnóstico precoce impede que a criança venha a óbito antes de completar um ano de vida. A reposição de imunoglobulinas é coberta pelo Sistema Único de Saúde [SUS], assim como os demais tratamentos para imunodeficiências.”</p>
<p>Atualmente, a triagem para a identificação dessas doenças é feita com testes importados. Os cientistas da Immunogenic, então, desenvolveram uma solução nacional a partir de pesquisas acadêmicas. “Como isso tem aplicação direta na atenção ao indivíduo, criamos a Immunogenic, porque não seria possível continuar em um laboratório acadêmico”, pontua Condino-Neto. “A startup é quase uma cópia do laboratório de imunologia humana do ICB-USP, mas oferece produtos para o mercado”, compara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/11/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.shtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Continue a leitura no website da Folha</strong></a></em> ou <em><a href="https://agencia.fapesp.br/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/53376" target="_blank" rel="noopener"><strong>no website da Agência FAPESP</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O Globo: criado por brasileiros, novo teste do pezinho detecta 50 condições (hoje são seis)</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 21:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[O Globo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria do jornal O Globo repercute entrevista do dr. Antonio Condino-Neto, diretor da Alergológica, sobre trabalhos de desenvolvimento de novo Teste do Pezinho, mais completo e com tecnologia nacional. Confira. Trecho da matéria publicada em O Globo &#8211; confira a íntegra aqui &#160; A startup paulista Immunogenic desenvolveu um teste do pezinho, aquele feito na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-globo-criado-por-brasileiros-novo-teste-do-pezinho-detecta-50-condicoes-hoje-sao-seis/">O Globo: criado por brasileiros, novo teste do pezinho detecta 50 condições (hoje são seis)</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria do jornal O Globo repercute entrevista do dr. Antonio Condino-Neto, diretor da Alergológica, sobre trabalhos de desenvolvimento de novo Teste do Pezinho, mais completo e com tecnologia nacional. Confira.</em></p>
<p><span id="more-1239"></span></p>
<p><em>Trecho da matéria publicada em O Globo &#8211; <a href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/26/brasileiros-criam-teste-do-pezinho-ampliado-que-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>confira a íntegra aqui</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A startup paulista Immunogenic desenvolveu um teste do pezinho, aquele feito na maternidade logo após a criança nascer, que reconhece mais de 50 imunodeficiências, de acordo com informações da Agência Fapesp. Para fator de comparação, o exame feito atualmente é utilizado para a prevenção e diagnóstico precoce de apenas seis doenças.</p>
<p>Feito com apoio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, o estudo para criar uma alternativa nacional de triagem neonatal ampliada teve início em 2009 e envolveu a validação em milhares de amostras.</p>
<blockquote><p>“O objetivo é identificar imunodeficiências raras”, diz <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino-Neto</strong></a>, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e diretor médico da healthtech, à Agência Fapesp.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a triagem para a identificação dessas doenças é feita com testes importados. Os cientistas da <a href="https://www.alergologica.com.br/premio-dasa-de-inovacao-medica-2022-profissionais-da-alergologica-sao-premiados-na-categoria-genomica/">Immunogenic</a>, então, desenvolveram uma solução nacional a partir de pesquisas acadêmicas.</p>
<p>“Como isso tem aplicação direta na atenção ao indivíduo, criamos a Immunogenic, porque não seria possível continuar em um laboratório acadêmico”, pontua Condino-Neto. “A startup é quase uma cópia do laboratório de imunologia humana do ICB-USP, mas oferece produtos para o mercado”, explica à Agência Fapesp.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, as opções importadas não identificam tudo o que a nacional reconhece, pois o teste nacional está sendo calibrado &#8220;há 15 anos no DNA brasileiro&#8221;.</p>
<p>O imunologista aponta que o avanço da tecnologia fez surgirem terapias para doenças raras que eram negligenciadas o que também propiciou a ampliação dos testes.</p>
<p>“Só faz sentido identificá-las na triagem neonatal se houver tratamento para elas: você cria essa opção se a doença tem incidência relevante na população e se há tratamento”, explica. “É para situações que exigem diagnóstico precoce porque não adianta diagnosticar tardiamente, quando elas já aconteceram.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><a href="https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/26/brasileiros-criam-teste-do-pezinho-ampliado-que-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Continue a leitura  no website de O Globo</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-globo-criado-por-brasileiros-novo-teste-do-pezinho-detecta-50-condicoes-hoje-sao-seis/">O Globo: criado por brasileiros, novo teste do pezinho detecta 50 condições (hoje são seis)</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vacina inativada injetável contra poliomielite: mídia repercute entrevista com diretor da Alergológica</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/vacina-inativada-injetavel-contra-poliomielite-midia-repercute-entrevista-com-diretor-da-alergologica/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 21:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Ministério da Saúde está substituindo a vacina oral contra a poliomielite por uma nova versão, desta vez injetável. Confira os benefícios da mudança de acordo com o dr. Antonio Condino-Neto, diretor da Alergológica. &#160; Nas últimas semanas, diversos veículos de mídia &#8211; como o Jornal do Commercio &#8211; PE, O Contorno de BH, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/vacina-inativada-injetavel-contra-poliomielite-midia-repercute-entrevista-com-diretor-da-alergologica/">Vacina inativada injetável contra poliomielite: mídia repercute entrevista com diretor da Alergológica</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>O Ministério da Saúde está substituindo a vacina oral contra a poliomielite por uma nova versão, desta vez injetável. Confira os benefícios da mudança de acordo com o dr. Antonio Condino-Neto, diretor da Alergológica.</em></p>
<p><span id="more-1230"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas últimas semanas, diversos veículos de mídia &#8211; como o <strong><a href="https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/saude-e-bem-estar/2024/11/13/vacina-injetavel-contra-poliomielite-o-que-os-pais-devem-saber-sobre-novo-imunizante.html" target="_blank" rel="nofollow noopener">Jornal do Commercio &#8211; PE</a></strong>,<strong> <a href="https://ocontornodebh.com.br/poliomielite-o-que-os-pais-devem-saber-sobre-a-nova-vacina-injetavel/" target="_blank" rel="nofollow noopener">O Contorno de BH</a></strong>, <strong><a href="https://cenariominas.com.br/noticias/poliomielite-o-que-os-pais-devem-saber- sobre-a-nova-vacina-injetavel/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Cenário Minas</a></strong> e o <strong><a href="https://www.portalsaudenoar.com.br/poliomielite-o-que-os-pais-devem-saber- sobre-a-nova-vacina-injetavel/" target="_blank" rel="nofollow noopener">Portal Saúde no Ar</a></strong> &#8211;  repercutiram matéria sobre as <strong>novas vacinas inativadas injetáveis (VIP) contra a <a href="https://www.alergologica.com.br/nunca-se-falou-tanto-sobre-vacina-nunca-se-vacinou-tao-pouco/">poliomielite</a></strong>, incluindo entrevista com o médico pediatra, alergista e imunologista dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-cast-podcast-traz-informacoes-sobre-alergias-imunologia-reumatologia-e-doencas-autoimunes/"><strong>Antonio Condino-Neto</strong></a>, que explica os motivos por trás da mudança e os benefícios que a nova vacina traz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>TRECHO DA MATÉRIA</strong></h4>
<blockquote><p><em><strong>Novembro, 2024</strong> – O Ministério da Saúde do Brasil acaba de implementar mudanças significativas na vacinação contra a poliomielite, substituindo a vacina oral (VOP) pela vacina inativada injetável (VIP). Para o <strong>Prof. Dr. Antonio Condino-Neto, médico pediatra, alergista e imunologista</strong> pela USP, “A adoção exclusiva da VIP visa aumentar a eficácia e a segurança da imunização contra a poliomielite. Isso porque a vacina inativada injetável induz uma resposta imunológica robusta sem o risco de reativação viral presente na vacina oral. Essa mudança fortalece a proteção das crianças e contribui para a manutenção do status do Brasil como país livre da poliomielite há mais de três décadas”.</em></p>
<p><em>A substituição da vacina oral (VOP) pela injetável (VIP) foi <strong>motivada por critérios epidemiológicos, evidências científicas e recomendações internacionais</strong>. A VIP, contendo o vírus inativado, oferece maior segurança, eliminando o risco, embora raro, de poliomielite associada à vacina, que poderia ocorrer com a VOP, que utilizava vírus atenuados. “Além disso, países como Estados Unidos e nações europeias já adotaram esquemas vacinais exclusivos com a VIP, portanto essa mudança na vacinação da polio alinha o Brasil às práticas internacionais”, explica o <strong>especialista em Imunologia, que também é diretor científico na </strong><a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0dbaa282-9153-4210-19f8-08dcfe412fe3/https%253a%252f%252fwww.alergologica.com.br%252f/43c69552-7466-49a4-b76f-befde017c58e/icaro.ambrosio@ocontornodebh.com.br/True" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Clínica Alergológica</strong></a><strong>.</strong></em></p></blockquote>
<p><strong>Confira a matéria completa nos links do início deste texto!</strong></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/vacina-inativada-injetavel-contra-poliomielite-midia-repercute-entrevista-com-diretor-da-alergologica/">Vacina inativada injetável contra poliomielite: mídia repercute entrevista com diretor da Alergológica</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alergológica Cast: podcast traz informações sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/alergologica-cast-podcast-traz-informacoes-sobre-alergias-imunologia-reumatologia-e-doencas-autoimunes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 11:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Alergológica Cast]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alergológica Cast é o podcast da Clínica Alergológica com informação sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes. Confira a seguir a lista de episódios já disponíveis. &#160; O Teste do Pezinho Dia 6 de junho é o Dia Nacional do Teste do Pezinho, um exame simples, mas que salva vidas e transforma histórias. Basta uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-cast-podcast-traz-informacoes-sobre-alergias-imunologia-reumatologia-e-doencas-autoimunes/">Alergológica Cast: podcast traz informações sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alergológica Cast</strong> é o podcast da Clínica Alergológica com informação sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes.</p>
<p><span id="more-1163"></span></p>
<p>Confira a seguir a lista de episódios já disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O Teste do Pezinho</strong></h3>
<p>Dia 6 de junho é o Dia Nacional do Teste do Pezinho, um exame simples, mas que salva vidas e transforma histórias. Basta uma gotinha de sangue retirada do calcanhar do recém-nascido, entre o 3º e o 5º dia de vida, para que seja possível detectar precocemente diversas doenças que, se não tratadas logo, podem trazer sérias consequências para o desenvolvimento da criança. Aqui neste episódio o Dr. Antonio Condino-Neto traz informações sobre o tema.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: O Teste do Pezinho" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/0Pk8kA6DzbwzfsmoFzoMq2?si=XjJJVB-zRFunwSv10N6CIA&amp;utm_source=oembed"></iframe></p>
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<h3><strong>Prevenindo alergias</strong></h3>
<p>Dá pra evitar alergia? O que os pais podem fazer pelos filhos? E será que o ambiente em casa influencia mesmo? Dr. André Mendes Aleixo, alergista e imunologista da Alergológica aborda pontos de atenção para prevenir alergia e/ou minimizar quadros alérgicos, principalmente os respiratórios. Dá o play!</p>
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<h3><strong>A volta às aulas e as vacinas </strong></h3>
<p>A volta às aulas agora em fevereiro pode aumentar o risco de problemas respiratórios, como gripes, resfriados, rinites, bronquites e amigdalites, só para citar alguns. Isso se dá porque as crianças passam muito tempo juntas em ambientes fechados, trocando vírus e bactérias. A Aline Casagrande, enfermeira chefe da Clínica Alergológica, vem dar algumas orientações sobre o assunto.</p>
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<h3><strong>Dermatite atópica</strong></h3>
<p>Hoje nosso assunto será a dermatite atópica, uma doença inflamatória crônica da pele, caracterizada por coceira intensa, manchas vermelhas e ressecamento. Comum em crianças, também pode afetar adultos. Embora não tenha cura definitiva, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida com o tratamento adequado. E quem vem explicar pra gente como deve ser esse tratamento é a Alergista a Imunologista da clínica Alergológica Dra. Livia Marçal.</p>
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<h3><strong>Vacina injetável contra a polio </strong></h3>
<p>A vacina contra a polio &#8211; também muito conhecida como a vacina da gotinha &#8211; passou a ser agora apenas na forma de injeção.  Aline Casagrande, enfermeira chefe da Clínica Alergológica, explica os benefícios desta vacina injetável e os novos esquemas vacinais, além de outras informações muito pertinentes ao tema. Confira!</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Vacina injetável contra a polio " style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/60K3RQz9dB7fAttHmSnK9M?si=HtzXWtGJSF6Y8VljHzBAbQ&amp;utm_source=oembed"></iframe></p>
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<h3><strong>Anafilaxia &#8211; o que é e como evitar</strong></h3>
<p>A Academia Europeia de Alergia e Imunologia criou o Dia Mundial da Anafilaxia, data adotada pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, ASBAI. Será no dia 21/11 e a data é importante para disseminar informação e conscientizar a população sobre esta reação adversa na alergia. Mas afinal o que é anafilaxia e como evitá-la? Para entender, conversamos com a alergista e imunologista da Alergológica Dra. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dra-rafaela-lanziotti/"><strong>Rafaela Lanziotti</strong></a>.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Anafilaxia, o que é e como evitar?" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2gnhlYuTxOtbcWqWS9hbeX?si=W2YKB-SLQsW-c99FExWirg&amp;nd=1&amp;dlsi=8f2b9e2ea46e41d6&amp;utm_source=oembed"></iframe></p>
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<h3><strong>Primeiro episódio – a Alergológica, por Dr. Antonio Condino-Neto</strong></h3>
<p>Este é o episódio inaugural do Alergológica Cast, o Podcast onde você vai encontrar muita informação sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes com os médicos da clínica Alergológica. E neste primeiro episódio, conversamos com o Prof. Dr. Antonio Condino-Neto, médico pediatra, alergista e imunologista e diretor da Alergológica.</p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Primeiro episódio – a Alergológica, por Dr. Antonio Condino-Neto" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/3pfCTXphYybd3lmiyWBiGq?utm_source=oembed"></iframe></p>
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<p><em><strong>Fique por dentro!</strong></em></p>
<p><em>Receba informações exclusivas sobre nossos tratamentos, novidades em Alergia, Imunologia e Reumatologia e dicas de saúde diretamente no seu e-mail!</em></p>
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<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/alergologica-cast-podcast-traz-informacoes-sobre-alergias-imunologia-reumatologia-e-doencas-autoimunes/">Alergológica Cast: podcast traz informações sobre alergias, imunologia, reumatologia e doenças autoimunes</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Teste do Pezinho ampliado pode ajudar a detectar precocemente mais de 250 mil casos de imunodeficiências primárias</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 21:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiências primárias]]></category>
		<category><![CDATA[SMCC]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Teste do Pezinho ampliado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reportagem da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas entrevista o diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, sobre o Teste do Pezinho ampliado. &#160; Diagnóstico ao nascimento pode poupar R$ 3 milhões por caso aos cofres públicos, verba suficiente para mais 30 mil testes. No dia 6 de junho, comemora-se o Dia Nacional do Teste [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/">Teste do Pezinho ampliado pode ajudar a detectar precocemente mais de 250 mil casos de imunodeficiências primárias</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas entrevista o diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, sobre o Teste do Pezinho ampliado.</em></p>
<p><span id="more-976"></span></p>
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<h4><em>Diagnóstico ao nascimento pode poupar R$ 3 milhões por caso aos cofres públicos, verba suficiente para mais 30 mil testes.</em></h4>
<p>No dia 6 de junho, comemora-se o <a href="https://www.alergologica.com.br/28-de-fevereiro-e-o-dia-internacional-das-doencas-raras-voce-conhece-algumas-delas/"><strong>Dia Nacional do Teste do Pezinho</strong></a>. Disponibilizado no <a href="https://www.alergologica.com.br/nunca-se-falou-tanto-sobre-vacina-nunca-se-vacinou-tao-pouco/">SUS</a> (Sistema Único de Saúde) e realizado ainda na maternidade, o teste gratuito pode diagnosticar, ao nascimento, seis <a href="https://www.alergologica.com.br/veja-os-resultados-do-maior-estudo-ja-feito-sobre-doencas-alergicas-e-erros-inatos-da-imunidade/"><strong>imunodeficiências primárias</strong></a>, que são doenças de origem genética que afetam o desenvolvimento do sistema imunológico. A Lei nº 14.154, de 2021, prevê a ampliação para 53 tipos de doenças. Além de salvar vidas, a implantação da nova legislação vai gerar uma economia de R$ 3 milhões para cada caso diagnosticado precocemente, o suficiente para a compra de outros 30 mil novos testes.</p>
<p>No Brasil, são registrados 2,5 milhões de nascimentos por ano, com uma estimativa de 100 novos casos de SCID (Imunodeficiência Combinada Grave) e 250 mil casos de outras imunodeficiências menos graves por ano, mas que requerem tratamento.</p>
<blockquote><p>“A SCID, quando tratada e transplantada precocemente, por volta de três a seis meses de idade, pode custar até R$ 1 milhão. Quando não diagnosticada, o paciente morre no primeiro ano de vida, com um custo de R$ 4 milhões. Se diagnosticar precocemente (com o Teste do Pezinho Ampliado), conseguimos poupar R$ 3 milhões para cada caso e, com esse dinheiro, pagar mais 30 mil testes e encontrar o próximo paciente para ser salvo”, explica o imunologista e diretor científico da SMCC (Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas), Dr. Antonio Condino Neto.</p></blockquote>
<p>O governo tem quatro anos para implantar a nova lei, a contar de 2021. No entanto, a cidade de São Paulo, o Distrito Federal e o Estado de Minas Gerais já fizeram a ampliação. “Embora todos os demais ainda estejam no prazo, seria muito interessante se outros locais também antecipassem a implantação da triagem neonatal. Vamos ampliar muito o leque de possibilidades diagnósticas e salvar muito mais crianças”, destaca o médico.</p>
<p>As imunodefiências primárias são um conjunto de aproximadamente 450 doenças de origem genética que afetam o desenvolvimento do sistema imunológico. “São problemas de nascença. Esses pacientes podem apresentar uma susceptibilidade para ter infecções por repetição, formas graves de alergia, formas graves de doenças autoimunes e autoinflamatórias e também susceptibilidade a câncer. A incidência delas na população é de cerca de 1 para 10.000, e elas são classificadas em dez grupos. No Brasil, a população estimada de pessoas com imunodeficiências primárias é de 20 mil pessoas”, explica Dr. Condino. “A triagem neonatal visa a detecção precoce, logo ao nascimento, de doenças que são assintomáticas e que, em pouco tempo, terão uma evolução catastrófica, com elevada gravidade, morbidade, sequelas e mortalidade, se não forem diagnosticadas e tratadas da maneira correta”, completa.</p>
<p>De acordo com Dr. Condino, pelo fato de as imunodeficiências primárias serem uma área relativamente nova na medicina, muitos médicos não conhecem essas doenças, e as famílias, muito menos. “Vamos lembrar que o médico só diagnostica aquilo que conhece”, afirma. “O diagnóstico tardio vai chegar em um momento em que já se instalaram várias sequelas. Quem tem pneumonia por repetição, por exemplo, vai ter sequelas no pulmão, bronquiectasia; a pessoa pode ter uma meningite e ficar com uma deficiência intelectual; pode ter infecções de ouvido de repetição e ficar surda; desnutrição devido ao quadro de diarreia crônica; infecções de pele com muitas cicatrizes, e por aí vai. A lista de problemas é numerosa. Então a ideia é diagnosticar cedo, precocemente, e começar o tratamento para justamente evitar essas complicações que vão acontecer”, reforça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Os sinais de alerta para as imunodeficiências primárias, segundo a Fundação Jeffrey Modell:</strong></h2>
<ul>
<li>Duas ou mais novas infecções de ouvido em um ano</li>
<li>Duas ou mais novas infecções sinusais em 1 ano, na ausência de alergia</li>
<li>Uma pneumonia por ano por mais de 1 ano</li>
<li>Diarreia crônica com perda de peso</li>
<li>Infecções virais recorrentes (resfriados, herpes, verrugas, condilomas)</li>
<li>Necessidade recorrente de antibióticos intravenosos para eliminar infecções</li>
<li>Abscessos profundos e recorrentes da pele ou órgãos internos</li>
<li>Aftas persistentes ou infecção fúngica na pele ou em outro lugar</li>
<li>Infecção por bactérias semelhantes à tuberculose normalmente inofensivas</li>
<li>História familiar de Imunodeficiências Primárias</li>
</ul><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/">Teste do Pezinho ampliado pode ajudar a detectar precocemente mais de 250 mil casos de imunodeficiências primárias</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Prêmio Dasa de Inovação Médica 2022: profissionais da Alergológica são premiados na categoria Genômica</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/premio-dasa-de-inovacao-medica-2022-profissionais-da-alergologica-sao-premiados-na-categoria-genomica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 23:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Condino-Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Pensi]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório de Imunologia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Dasa de Inovação Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
		<category><![CDATA[Veja Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, é um dos agraciados pela principal premiação em inovação médica no país. Conheça o projeto e saiba como assistir à premiação. &#160; São Paulo, novembro de 2022 – No dia 23 de novembro aconteceu a cerimônia da 5ª edição do Prêmio Dasa de Inovação Médica, a principal premiação [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/premio-dasa-de-inovacao-medica-2022-profissionais-da-alergologica-sao-premiados-na-categoria-genomica/">Prêmio Dasa de Inovação Médica 2022: profissionais da Alergológica são premiados na categoria Genômica</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, é um dos agraciados pela principal premiação em inovação médica no país. Conheça o projeto e saiba como assistir à premiação.</em></p>
<p><span id="more-863"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-866" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/11/logo_2021-2.png" alt="Premio Dasa Inovacao Medica - logo_2021-2" width="138" height="149" />São Paulo, novembro de 2022</strong> – No dia 23 de novembro aconteceu a cerimônia da <a title="Pesquisa de Satisfação" href="https://premiodeinovacaomedica.com.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>5ª edição do Prêmio Dasa de Inovação Médica</strong></a>, a principal premiação em inovações na área da saúde no Brasil, com curadoria da <strong>Veja Saúde</strong>. Diversos laboratórios, pesquisadores e médicos de renome competiram este ano com trabalhos importantes para a comunidade médica em diferentes categorias, como <em>Medicina Diagnóstica</em>, <em>Tratamentos</em> e <em>Prevenção e Promoção da Saúde</em>. Mas foi na categoria <em>Genômica</em> que a equipe da <strong>Alergológica</strong> se destacou.</p>
<p>Nesta edição, a equipe formada pelo Laboratório de Imunologia Humana do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), coordenado pelo diretor da <strong>Clínica Alergológica</strong>, dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Antonio Condino-Neto</strong></a>, e pelo Instituto Pensi garantiu a premiação na categoria Genômica, com o trabalho “Triagem Neonatal para Erros Inatos da Imunidade”.</p>
<p>A cerimônia de premiação aconteceu de forma virtual, na noite do dia 23. Os interessados poderão acompanhar como foi o evento por meio <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YiFFItlqNSk" target="_blank" rel="noopener">deste link</a></strong>.</p>
<p><iframe title="Prêmio Dasa de Inovação Médica 2022" width="1140" height="641" src="https://www.youtube.com/embed/YiFFItlqNSk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h4 style="text-align: right; padding-left: 80px; line-height: 1.6em;"><span style="color: #009687;"><strong>O Prêmio Dasa de Inovação Médica com VEJA SAÚDE é uma das mais importantes e aguardadas premiações na área da saúde no Brasil. A premiação é aberta a médicos e profissionais de saúde que trabalham para aprimorar elos do ecossistema de ciência e saúde – do laboratório ao hospital, na prevenção e no tratamento, com educação ou com tecnologia. Em 2022, celebra sua 5ª edição. Os vencedores ganharão o cobiçado troféu e terão seu projeto divulgado na revista, no site e nas redes sociais de VEJA SAÚDE.</strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>INOVAÇÃO CALIBRADA COM O DNA BRASILEIRO</strong></h2>
<p>O projeto foi desenvolvido ao longo de 10 anos e teve quatro fases de maturação. O Dr. Antonio Condino-Neto, que além de diretor da <strong>Alergológica</strong> é Professor Senior de Imunologia do ICB USP e fundador da <a href="https://www.immunogenic.com.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Immunogenic</strong></a>, empresa parceira da <strong>Alergológica</strong> e spin off do Laboratório de Imunologia Humana do ICB USP (a <strong>Immunogenic</strong> é o primeiro laboratório especializado em triagem neonatal dos Erros Inatos da Imunidade por meio do teste do pezinho), destaca a aliança estratégica e o fundamental apoio da Dra <strong>Fatima Fernandes</strong>, diretora do Instituto Pensi, e aponta importantes parcerias com redes de hospitais e maternidades do país, destacando o Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba, a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), a Faculdade de Medicina São Leopoldo Mandic de Campinas e a APAE SP/Instituto Jô Clemente.</p>
<p>Com o objetivo de identificar aplicações diretamente benéficas para a comunidade médica, avançando no diagnóstico precoce e, consequentemente, no tratamento de doenças imunológicas, a Immunogenic tem um papel bastante significativo ao transpor a pesquisa acadêmica para aplicação no mundo real, aponta o médico.</p>
<div style="padding: 4%; margin: 1% 2% 1% 5%; border-radius: 20px; border: 1px solid #efefef; box-shadow: 10px 10px 10px rgb(0 0 0 / 17%);"><img decoding="async" class="porto-lazyload alignleft size-full wp-image-705 lazy-load-loaded" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Clinica-Alergologica-Dr-Antonio-Condino-Neto-aspas-para-posts-1.png" alt="Clinica Alergologica - Dr Antonio Condino-Neto - aspas para posts (1)" width="89" height="89" data-oi="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Clinica-Alergologica-Dr-Antonio-Condino-Neto-aspas-para-posts-1.png" /><span style="color: #45a5a0;">“Somos pioneiros no desenvolvimento de uma tecnologia de alta sensibilidade e comprovadamente eficaz. Atualmente, o nosso laboratório desenvolve a fase translacional do projeto”, destaca o médico, pesquisador e diretor da <strong>Clínica Alergológica</strong>, dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino-Neto</strong></a>.</span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em parceria com o Instituto Jô Clemente e a Secretaria de Saúde Municipal de São Paulo, a Immunogenic foi capaz de <strong>triar cerca de 200 mil crianças</strong> desde fevereiro de 2021. Esse trabalho permitiu identificar 7 casos de <a href="https://www.alergologica.com.br/imunoglobulinas/" target="_blank" rel="noopener">imunodeficiência combinada grave</a> (SCID), 1 caso de agamaglobulinemia congênita, 1 caso de leucemia congênita, além de vários outros de imunodeficiências menos graves, o que já demonstra sua relevância para a comunidade.</p>
<p>Segundo Antonio Condino-Neto, a parceria mostra que a tecnologia pioneira da Immunogenic está <strong>perfeitamente calibrada com o DNA brasileiro</strong>, e também destaca a importância do seu sócio, o Dr. <strong>Edgar Borges de Oliveira Jr</strong>, diretor de operações da empresa.</p>
<p>“A premiação é o resultado de um trabalho sério em prol da saúde e bem-estar dos brasileiros, em especial das crianças. Por essa razão, a inovação e a busca por melhorias no diagnóstico precoce e tratamento precisam continuar avançando”, finaliza.</p>
<p>O troféu foi encaminhado para os vencedores Dr Antonio Condino Neto e Dra Fatima Fernandes, diretora do Instituto Pensi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #04b7a5;"><strong>Conheça a Immunogenic</strong></span></h3>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-877 alignright" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/11/ALERGOLOGICA-Teste-do-Pezinho-200h.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Teste do Pezinho 200h" width="154" height="200" /></p>
<p>Parceiro da <strong>Alergológica</strong>, a <strong>Immunogenic</strong> é o primeiro laboratório especializado em triagem neonatal dos Erros Inatos da Imunidade por meio do teste do pezinho. A empresa é resultado do processo de spin-off do Laboratório de Imunologia Humana do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo.</p>
<p>A experiência e o conhecimento no meio acadêmico tornam a Immunogenic a única no segmento da saúde a oferecer uma linha de cuidado médico e científico na área de <strong>imunodeficiências primárias</strong>. A empresa lidera, ainda, um avançado programa de pesquisa neonatal no Brasil e é referência em análises, diagnósticos e pesquisa científica em imunodeficiências primárias.</p>
<p>O programa conta com o apoio da Fundação Jeffrey Modell de imunodeficiências, nos Estados Unidos, e colaboração com Universidade de Massachusetts, Universidade do Sul da Flórida e do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), nos Estados Unidos; da Universidade de Leiden, na Holanda; e da Universidade Karolinska, na Suécia. O laboratório foi incubado no CIETEC, polo de startups da Universidade de São Paulo (USP), e pelo programa de aceleração Eretz.bio, do hospital Albert Einstein. Mais informações no site: <a href="www.immunogenic.com.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>www.immunogenic.com.br</strong></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da medicina preventiva para os recém-nascidos</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/a-importancia-da-medicina-preventiva-para-os-recem-nascidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2022 18:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina preventiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo do dr. Antonio Condino-Neto sobre medicina preventiva e seus benefícios, com detalhamentos acerca do Teste do Pezinho. &#160; Por Antonio Condino-Neto, publicado originalmente no portal MedicinaS/A &#160; Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sem a Covid-19, a expectativa de vida dos brasileiros teria crescido de 76,6 anos, em 2019, para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo do dr. Antonio Condino-Neto sobre medicina preventiva e seus benefícios, com detalhamentos acerca do Teste do Pezinho.</em></p>
<p><span id="more-823"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por <strong>Antonio Condino-Neto</strong>, publicado originalmente no portal <a href="https://medicinasa.com.br/medicina-preventiva-recem-nascidos/"><strong>MedicinaS/A</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sem a Covid-19, a expectativa de vida dos brasileiros teria crescido de 76,6 anos, em 2019, para 76,8 anos, em 2020, sendo um aumento de 2 meses e 26 dias. Em cinco anos, a expectativa de vida subiu 1,3 ano, enquanto em dez anos houve um crescimento de 3,3 anos.</p>
<p>Um dos fatores responsáveis por essa longevidade é a medicina preventiva, que consiste em evitar o desenvolvimento de doenças, reduzindo os impactos de eventuais problemas na saúde dos pacientes e, consequentemente, proporcionando uma melhor qualidade de vida para pessoas que fazem algum tipo de tratamento.</p>
<p>O conceito de medicina preventiva surgiu no século XX, com o objetivo de mudar o foco da prática médica, que se concentrava apenas no tratamento das doenças, para uma visão mais voltada à promoção da saúde. Essa área da saúde possui técnicas e estratégias voltadas para prevenção e intervenção precoce de doenças.</p>
<p>Por essa razão, o tratamento pode começar a partir de qualquer idade. O teste do pezinho é uma forma de medicina preventiva, sendo feito em crianças recém-nascidas e realizado a partir das gotas de sangue coletadas do calcanhar do bebê, permitindo identificar doenças graves assintomáticas ao nascimento e que podem causar sérios danos à saúde, caso não sejam diagnosticadas e tratadas precocemente.</p>
<p>Diante disso, as primeiras horas de vida de um recém-nascido são determinantes para a eventual descoberta de enfermidades, principalmente doenças relacionadas à imunodeficiência primária. Tratam-se de condições de difícil diagnóstico e que por vezes são assintomáticas ao nascimento. As melhores chances para quem sofre com essas doenças estão relacionadas ao diagnóstico precoce para que o melhor plano de tratamento e cuidado sejam iniciados o quanto antes.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;As primeiras horas de vida de um recém-nascido são determinantes para a eventual descoberta de enfermidades, principalmente doenças relacionadas à imunodeficiência primária&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Quando falamos sobre a importância da medicina preventiva para os recém-nascidos, fazer o teste do pezinho figura entre os fatores essenciais, visto que a realização do exame possibilita reduzir mortalidade, sequelas, sofrimento e custo social, causadas por doenças congênitas graves. Atualmente, o exame foi ampliado e envolve até 50 novas doenças raras, incluindo a triagem das imunodeficiências. Antes, o teste do pezinho englobava apenas seis doenças. O Governo Federal sancionou o Projeto de Lei em maio de 2021 e o Sistema Único de Saúde (SUS) ficou responsável pela implementação, que deve durar quatro anos.</p>
<p>Além do teste do pezinho, outras formas de medicina preventiva para recém-nascidos são a realização de exames periódicos de rotina desde o nascimento. O Ministério da Saúde sugere um calendário mínimo de consultas, sendo o total de sete nos primeiros 18 meses de vida. Aliado a isso, está o calendário de vacinação, que deve ser cumprido com responsabilidade e rigor pelos pais.</p>
<p>A medicina preventiva é um processo que pode ser construído ao longo da vida de uma pessoa, começando quando bebê e se estendendo até a terceira idade. O principal objetivo é tentar garantir saúde e qualidade de vida, evitando o desenvolvimento e agravamento de possíveis doenças que podem nos acometer ao longo dos anos.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Os primeiros 1000 dias de vida são determinantes no desenvolvimento da criança e futuro adulto&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Os primeiros 1000 dias de vida são determinantes no desenvolvimento da criança e futuro adulto. Devemos zelar por todas medidas de medicina preventiva cabíveis para a proteção da criança. Destacamos o teste do pezinho, feito logo ao nascimento. A sociedade brasileira deve estar atenta e exigir dos governantes o cumprimento da lei de ampliação da triagem neonatal, que como mencionei, passou de 6 para 50 doenças detectadas, dentre as quais a triagem dos erros inatos da imunidade.</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/a-importancia-da-medicina-preventiva-para-os-recem-nascidos/">A importância da medicina preventiva para os recém-nascidos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID. Texto publicado no portal BBC BRASIL &#160; Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID.</em><br />
<span id="more-791"></span><br />
<em>Texto publicado no portal <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">BBC BRASIL</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era uma experiência que cada um de nós só teria uma vez na vida. Atualmente, se sabe que a reinfecção está se tornando cada vez mais comum e, em casos mais raros, pode até acontecer com uma janela de intervalo de poucos dias entre o primeiro e o segundo quadro.</strong></p>
<p>Porém, a janela de imunidade pós-covid mais aceita entre os especialistas nos dias de hoje varia entre três meses a cinco anos.</p>
<p>Com o espalhamento das novas variantes, especialmente as sublinhagens derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, os casos de reinfecção se tornaram muito mais comuns — como mencionado mais acima, em alguns indivíduos o segundo episódio da doença acontece num intervalo bem curto, de poucas semanas após o primeiro quadro.</p>
<p>E, embora a janela de imunidade possa variar entre poucas semanas a até alguns anos de pessoa para pessoa, as evidências científicas mais recentes permitem entender um pouco melhor como nossas células de defesa atuam, quanto tempo essa proteção costuma durar e quais são os fatores que facilitam o contato com o coronavírus seguidas vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Contra-ataque coordenado</strong></h2>
<p>Mas, antes de mais nada, como funciona nosso sistema imunológico durante uma infecção viral?</p>
<p>Tudo começa quando um vírus invade o corpo e começa a usar nossas próprias células para criar novas cópias de si mesmo.</p>
<p>Uma hora ou outra, esse processo anormal chama a atenção das unidades de defesa, que iniciam um contra-ataque para conter a expansão do patógeno.</p>
<p>Esse trabalho envolve um verdadeiro batalhão de células, das quais é possível destacar duas entre as mais importantes: os linfócitos T e B.</p>
<p>Os linfócitos T têm a função de coordenar a resposta imune. Eles identificam as células infectadas e as matam.</p>
<p>Já os linfócitos B são os responsáveis por produzir os anticorpos específicos, uma espécie de &#8220;antídoto personalizado&#8221; que gruda e inativa os vírus.</p>
<blockquote><p>&#8220;É como se o linfócito T disparasse um míssil que destrói a estrutura doente. Daí, os vírus que sobram são neutralizados pelos anticorpos dos linfócitos B&#8221;, resume <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino Neto</strong></a>, professor sênior de imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).</p></blockquote>
<p>Se todo esse trabalho for bem sucedido, eventualmente a infecção é controlada e os vírus são completamente eliminados do organismo.</p>
<p>Isso, por sua vez, gera um tipo de aprendizado ao sistema imunológico. Por um tempo, as células de defesa em circulação sabem como agir caso o vírus em questão resolva tentar uma nova invasão.</p>
<p>Um mecanismo de proteção parecido acontece durante a vacinação — com a vantagem de as unidades imunes serem &#8220;treinadas&#8221; sem que o corpo padeça pela ação de um patógeno de verdade.</p>
<p>Mas daí vem uma questão importante: por quanto tempo essa imunidade se mantém?</p>
<p>A resposta para essa pergunta varia consideravelmente de acordo com o vírus e as características de cada um.</p>
<blockquote><p>&#8220;De um lado, há doenças como sarampo ou rubéola, que geralmente só temos no máximo uma vez na vida e acabou&#8221;, diz Condino Neto. &#8220;Do outro, temos gripe, covid e resfriados, que podemos pegar por diversas vezes&#8221;, compara.</p></blockquote>
<p>Mas o que diferencia um grupo do outro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um drible muito efetivo</strong></h2>
<p>Há diversos motivos que ajudam a entender por que em alguns casos a imunidade dura muitos anos (ou até para sempre) e, em outros, ela vai embora rapidinho.</p>
<p>Um dos principais fatores tem a ver com as próprias características do vírus e a interação que ele tem com nosso organismo.</p>
<p>Vamos começar com a parcela desses patógenos que é estável e permanece praticamente igual ao longo de décadas ou séculos.</p>
<p>Essa característica representa uma boa notícia para o sistema imune, que consegue reconhecer o agente infeccioso e resgata as instruções de como combatê-lo, graças à infecção prévia ou à vacinação.</p>
<p>Agora, imagine o cenário oposto, que acontece quando os vírus circulam com muita rapidez e são uma verdadeira metamorfose ambulante?</p>
<p>Esse é o caso do Sars-CoV-2, o coronavírus responsável pela pandemia atual: ele sofre mutações genéticas a todo o momento conforme é transmitido de pessoa para pessoa.</p>
<p>Se essas alterações trouxerem vantagens ao patógeno — como uma maior facilidade para infectar as células ou a capacidade de driblar a resposta imune, por exemplo — elas vão prosperar.</p>
<p>É assim que surgem as variantes de preocupação. Essas novas versões do vírus ganham terreno e estão por trás de reedições nas ondas de casos, hospitalizações e mortes.</p>
<p>Ao longo dos últimos dois anos e meio, vimos esse fenômeno acontecer ao menos cinco vezes, com a chegada das variantes alfa, beta, gama, delta e ômicron.</p>
<p>Mais recentemente, o aparecimento de subvariantes derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, acelerou e aprofundou ainda mais esse processo.</p>
<p>Em suma, todas essas linhagens carregam mudanças nos genes que apareciam no vírus &#8220;original&#8221;, detectado pela primeira vez em janeiro de 2020 em Wuhan, na China.</p>
<p>Do ponto de vista das nossas defesas, esse fato representa uma péssima notícia. Isso porque a resposta imune obtida através de uma infecção prévia ou da vacinação se torna cada vez mais desatualizada.</p>
<p>Com o passar do tempo — e o surgimento de novas variantes com mutações genéticas mais diversas — o resultado do trabalho dos linfócitos B torna-se cada vez menos efetivo.</p>
<p>Isso porque os anticorpos que eles fabricam são montados especificamente para neutralizar o causador da primeira infecção — ou, de preferência, estão alinhados à formulação original da vacina, que carrega instruções para combater as versões mais antigas do vírus.</p>
<p>Ou seja: se uma variante que tenta invadir o corpo apresenta mudanças significativas na estrutura, os tais anticorpos não conseguem mais agir como se esperava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="btn btn-primary btn-md btn-modern" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">Continue lendo a reportagem no website da BBC!</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/">Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Rinite: causas, sintomas e tratamentos (e por que não existe cura)</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 00:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[rinite]]></category>
		<category><![CDATA[rinite alérgica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à BBC Brasil, dr. Antonio Condino-Neto comenta os desafios que a Ciência deve superar para chegar a uma cura para a rinite. &#8220;O que custa juntar três caras num laboratório e descobrir a cura da rinite?&#8221; O que parecia ser um desabafo bem humorado de João Zastrow, um usuário do Twitter, virou uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em entrevista à BBC Brasil, dr. Antonio Condino-Neto comenta os desafios que a Ciência deve superar para chegar a uma cura para a rinite.</em></p>
<p><span id="more-774"></span><br />
<strong>&#8220;O que custa juntar três caras num laboratório e descobrir a cura da rinite?&#8221;</strong></p>
<p>O que parecia ser um desabafo bem humorado de João Zastrow, um usuário do Twitter, virou uma dúvida real e instigante sobre uma doença que afeta até 40% da população mundial (ou cerca de 84 milhões de brasileiros) — a postagem na mídia social já teve mais de 165 mil curtidas e 43 mil compartilhamentos.</p>
<p>A <strong>rinite alérgica</strong>, quadro marcado por nariz entupido, espirros repetidos, coceira no rosto e dificuldade para respirar, costuma piorar no outono ou no inverno e está relacionada a alguns gatilhos do ambiente, como poeira, pelos de animais, ácaros e pólen.</p>
<p>Embora o tratamento tenha evoluído bastante nas últimas duas ou três décadas, a verdade é que realmente não existe uma cura para a rinite — e muitos cientistas acreditam que nunca veremos uma solução definitiva para esse problema.</p>
<p>A seguir, você entende quais são geralmente as causas, por que é tão difícil falar em cura para essa doença e quais são as principais formas de controlar o quadro atualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Narinas travadas</strong></h2>
<p>O nariz funciona como um verdadeiro filtro do nosso sistema respiratório. Ele conta com diversas estruturas e mecanismos para barrar a entrada de partículas perigosas, que podem prejudicar o funcionamento dos pulmões.</p>
<p>Vamos a um exemplo prático: imagine que um vírus tente invadir suas narinas. O organismo fará de tudo para expulsá-lo assim que possível, de modo a evitar problemas maiores.</p>
<p>Nessa situação, o sistema de defesa desencadeia uma série de ações, chamadas genericamente de processo inflamatório, para aniquilar o invasor — é por isso que o nariz fica inchado, cheio de secreção e não para de espirrar. O muco é gerado como uma forma de englobar e expulsar o invasor.</p>
<p>(&#8230;)</p>
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<h2><strong>Um caminho árduo</strong></h2>
<p>O médico <strong>Antonio Condino</strong>, do Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, explica que aquela reação imunológica por trás da rinite é muito complexa e recruta diferentes tipos de células.</p>
<blockquote><p>&#8220;Um dos glóbulos brancos que está envolvido nesse processo é o mastócito, que libera uma substância chamada histamina&#8221;, exemplifica.</p></blockquote>
<p>A tal da histamina, aliás, é uma das responsáveis por sintomas como a coceira e a vermelhidão.</p>
<p>Outra célula de defesa envolvida é o basófilo, que libera substâncias químicas que contribuem no processo inflamatório.</p>
<p>Ou seja: não há um alvo único que, ao ser desligado ou inibido, vai evitar definitivamente a crise de espirros e a dificuldade de respirar.</p>
<p>Condino também ensina que a rinite é uma doença poligênica, que está relacionada com mutações em diversas partes do código genético humano.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem algumas enfermidades imunológicas que são monogênicas, causadas por alterações em um único gene. Nesses casos, fica mais fácil pensar em terapias gênicas capazes de lidar com o problema&#8221;, diz.</p></blockquote>
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<p><strong>Leia a matéria completa no website da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61261469" target="_blank" rel="noopener">BBC Brasil</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/">Rinite: causas, sintomas e tratamentos (e por que não existe cura)</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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