<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>genética → ALERGOLÓGICA</title>
	<atom:link href="https://www.alergologica.com.br/tag/genetica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.alergologica.com.br</link>
	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Mar 2022 12:34:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cropped-Clinica-Alergologica-homepage-saude-na-Alergologica-a-32x32.jpg</url>
	<title>genética → ALERGOLÓGICA</title>
	<link>https://www.alergologica.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Imunodeficiências: novo estudo analisa impacto do diagnóstico tardio e dos tratamentos na qualidade de vida</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2022 17:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Condino-Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Clinical Immunology]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiências primárias]]></category>
		<category><![CDATA[reposição de imunoglobulinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=739</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba o que são as imunodeficiências primárias e conheça a importância do diagnóstico correto para aumentar a qualidade de vida. &#160; Você sabe o que são as imunodeficiências primárias? O próprio nome dá uma dica do que se trata: elas são, de fato, problemas na ação ou no desenvolvimento do sistema imune. As causas são [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/">Imunodeficiências: novo estudo analisa impacto do diagnóstico tardio e dos tratamentos na qualidade de vida</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Saiba o que são as imunodeficiências primárias e conheça a importância do diagnóstico correto para aumentar a qualidade de vida.</i><br />
<span id="more-739"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você sabe o que são as <b>imunodeficiências primárias</b>?</p>
<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1521661622000110"><img decoding="async" class="alignright wp-image-748 size-full" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/03/ALERGOLOGICA-posts-capa-revista-clinical-immunology.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - capa revista clinical immunology" width="151" height="201" /></a></p>
<p>O próprio nome dá uma dica do que se trata: elas são, de fato, problemas na ação ou no desenvolvimento do sistema imune. As causas são <b>genéticas</b>, isto é, a pessoa já nasce com as imunodeficiências primárias. Atualmente, são conhecidas <b>mais de 400 mutações</b> em genes que podem levar a problemas no funcionamento do sistema de defesa do corpo. Quem nasce com essas mutações possui uma predisposição a desenvolver infecções graves, inclusive formas crônicas e incapacitantes de infecções.</p>
<p>Há uma enorme variedade de problemas que as imunodeficiências podem causar, alguns menos perigosos, outros potencialmente fatais. Alguns aparecem logo na infância, outros <b>podem demorar anos até que os sintomas se manifestem</b>. Por envolverem causas genéticas, nem sempre bem compreendidas, é comum que as imunodeficiências sejam confundidas com outras doenças, e ainda é raro que testes genéticos sejam realizados para confirmar o diagnóstico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="margin: 0 5% 0 11%; border: 1px dotted gray; padding: 3%; border-radius: 20px;">
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;"><b><i>Existem imunodeficiências secundárias?</i></b></span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400; color: #808080;">Existem, sim. As imunodeficiências primárias, como vimos acima, têm causa genética. As secundárias, por sua vez, são adquiridas. Algumas maneiras pelas quais as imunodeficiências secundárias se desenvolvem são: pela utilização de imunossupressores em casos de transplantes; durante o tratamento de doenças autoimune sistêmica; ao longo de tratamentos quimioterápicos, ou até mesmo durante certas infecções virais.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa de todas essas complexidades, estima-se que <b>90% das pessoas com alguma imunodeficiência não estão devidamente diagnosticadas</b> &#8211; e esta é uma questão bastante séria, já que, quanto mais tempo se passa entre o aparecimento dos sintomas e o diagnóstico correto, maiores as chances de complicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #04b7a5;"><b><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-746" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2022/03/ALERGOLOGICA-posts-anticorpo.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - anticorpo" width="200" height="200" />Exemplos de imunodeficiências primárias</b></span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Agamaglubulinemia congênita</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Ataxia-telangiectasia</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Candidiase mucocutânea crônica</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Deficiência seletiva de IgA</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Febre familiar do Mediterrâneo</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Hipogamaglobulinemia transitória da infância</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Imunodeficiência combinada grave</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Imunodeficiência comum variável</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome Chediak-Higashi</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome de Muckle-Wells</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome de Wiskott-Aldrich</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome Griscelli</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome hiper-IgE</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Síndrome hiper-IgM</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Urticária familiar ao frio</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não é incomum, por exemplo, encontrar adultos que passaram anos indo a hospitais, sofrendo com infecções que poderiam ser evitadas e apresentando até mesmo danos em órgãos internos, tudo porque uma imunodeficiência primária não foi corretamente diagnosticada anteriormente.</p>
<p style="text-align: right; color: #04b7a5; margin: 2% 0 2% 20%; font-size: 1.2em;"><strong><i>Defeitos relacionados à imunoglobulina A são a forma mais comum de imunodeficiência primária, atingindo aproximadamente </i><b><i>01 em cada 300 indivíduos</i></b><i> – mas em 60% dos casos não há sintoma nenhum!</i></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>QUAL A ATUAL SITUAÇÃO DOS TRATAMENTOS PARA AS IMUNODEFICIÊNCIAS?</strong></h2>
<p>Um novo estudo, publicado no periódico científico <i>Clinical Immunology</i> e que contou com a participação de pesquisadores da <b>Clínica Alergológica</b>, analisou o<b> impacto do diagnóstico tardio e de opções de tratamento na qualidade de vida</b> de pessoas com imunodeficiências primárias. O trabalho, uma revisão da literatura científica sobre o tema, analisou mais de 60 estudos anteriores e traz dados impactantes, como:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">O tempo entre o desenvolvimento dos primeiros sintomas de uma imunodeficiência primária e o diagnóstico da doença ainda é alto, mas tem diminuído nas últimas décadas. Nos EUA, por exemplo, entre os anos de 1976 e 1986, em média uma pessoa levava <i>17 anos e meio</i> para ser diagnosticada – esse tempo caiu para menos de 03 anos após 1996! Ainda assim, para muitas imunodeficiências, <b>pode levar mais de uma década até que o diagnóstico seja obtido</b>. E nesse tempo…</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Quanto mais tempo uma pessoa que possui alguma imunodeficiência passar sem ser devidamente tratada, maiores as chances de desenvolver formas graves de infecções como pneumonia e complicações respiratórias. Análise de dados de saúde europeus relacionados à imunodeficiência comum variável apontou um aumento de <b>1.7% na mortalidade a cada ano passado sem um diagnóstico</b>.</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Um estudo global realizado em 2020 estimou que pouco mais de 13% das pessoas com imunodeficiências realizaram<b> testes genéticos</b>, um número extremamente baixo. Outros estudos indicam que estes testes melhoram a acurácia dos diagnósticos e os tratamentos que as pessoas recebem, já que permitem uma customização baseada nos fatores de risco e no perfil biológico de cada um.</li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Hoje em dia, já existem diversos <b>tratamentos para as imunodeficiências primárias</b>, envolvendo desde a <a href="https://www.alergologica.com.br/imunoglobulinas/">reposição de imunoglobulinas</a> e uso profilático de antibióticos a técnicas específicas para cada deficiência. Já há, inclusive, maneiras mais práticas e convenientes de se receber estes tratamentos, que demandam menos visitas a centros de saúde e menos tempo de consulta, o que favorece não apenas a saúde, como também a qualidade de vida do paciente.</li>
</ul>
<p>Apesar de dados positivos com relação aos tratamentos e ao tempo de diagnóstico, as imunodeficiências primárias ainda representam um grande desafio à saúde pública. Estudos como esta revisão ajudam a elaborar um panorama mais completo de como a comunidade médica e a sociedade estão lidando com estas questões, apontando caminhos para melhorias e aperfeiçoamentos no cuidado com a saúde.</p>
<p>Participaram do estudo o dr. <b>Antonio Condino-Neto</b>, diretor da <b>ALERGOLÓGICA</b>, e pesquisadores das Universidades de Ottawa (Canadá), da California-Irvina (EUA), da USP, do SL Behring GmbH (Alemanha) e do Alabama Allergy and Asthma Center (EUA). Para saber mais detalhes do trabalho, confira o link a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #04b7a5;"><strong>Para saber mais</strong></span></h3>
<ul>
<li><strong>Título do artigo</strong>: <em>Health-related quality of life in primary immunodeficiencies: Impact of delayed diagnosis and treatment burden</em></li>
<li><strong>Autores</strong>: John T. Anderson, Juthaporn Cowan, Antonio Condino-Neto, Donald Levy e Subhransu Prusty</li>
<li><strong>Publicação</strong>: Clinical Immunology 236 (2022)</li>
<li><strong>Link</strong>: <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1521661622000110" target="_blank" rel="noopener">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1521661622000110 </a></li>
</ul><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/">Imunodeficiências: novo estudo analisa impacto do diagnóstico tardio e dos tratamentos na qualidade de vida</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
