<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BBC Brasil → ALERGOLÓGICA</title>
	<atom:link href="https://www.alergologica.com.br/tag/bbc-brasil/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.alergologica.com.br</link>
	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Jul 2022 13:39:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/cropped-Clinica-Alergologica-homepage-saude-na-Alergologica-a-32x32.jpg</url>
	<title>BBC Brasil → ALERGOLÓGICA</title>
	<link>https://www.alergologica.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=791</guid>

					<description><![CDATA[<p>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID. Texto publicado no portal BBC BRASIL &#160; Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/">Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É possível pegar COVID mais de uma vez? Por quanto tempo ficamos protegidos após uma infecção ou após a vacinação? O diretor da Clínica Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto, conversa com a BBC Brasil sobre imunidade pós-COVID.</em><br />
<span id="more-791"></span><br />
<em>Texto publicado no portal <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">BBC BRASIL</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que os cientistas pensavam que pegar covid era uma experiência que cada um de nós só teria uma vez na vida. Atualmente, se sabe que a reinfecção está se tornando cada vez mais comum e, em casos mais raros, pode até acontecer com uma janela de intervalo de poucos dias entre o primeiro e o segundo quadro.</strong></p>
<p>Porém, a janela de imunidade pós-covid mais aceita entre os especialistas nos dias de hoje varia entre três meses a cinco anos.</p>
<p>Com o espalhamento das novas variantes, especialmente as sublinhagens derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, os casos de reinfecção se tornaram muito mais comuns — como mencionado mais acima, em alguns indivíduos o segundo episódio da doença acontece num intervalo bem curto, de poucas semanas após o primeiro quadro.</p>
<p>E, embora a janela de imunidade possa variar entre poucas semanas a até alguns anos de pessoa para pessoa, as evidências científicas mais recentes permitem entender um pouco melhor como nossas células de defesa atuam, quanto tempo essa proteção costuma durar e quais são os fatores que facilitam o contato com o coronavírus seguidas vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Contra-ataque coordenado</strong></h2>
<p>Mas, antes de mais nada, como funciona nosso sistema imunológico durante uma infecção viral?</p>
<p>Tudo começa quando um vírus invade o corpo e começa a usar nossas próprias células para criar novas cópias de si mesmo.</p>
<p>Uma hora ou outra, esse processo anormal chama a atenção das unidades de defesa, que iniciam um contra-ataque para conter a expansão do patógeno.</p>
<p>Esse trabalho envolve um verdadeiro batalhão de células, das quais é possível destacar duas entre as mais importantes: os linfócitos T e B.</p>
<p>Os linfócitos T têm a função de coordenar a resposta imune. Eles identificam as células infectadas e as matam.</p>
<p>Já os linfócitos B são os responsáveis por produzir os anticorpos específicos, uma espécie de &#8220;antídoto personalizado&#8221; que gruda e inativa os vírus.</p>
<blockquote><p>&#8220;É como se o linfócito T disparasse um míssil que destrói a estrutura doente. Daí, os vírus que sobram são neutralizados pelos anticorpos dos linfócitos B&#8221;, resume <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Antonio Condino Neto</strong></a>, professor sênior de imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).</p></blockquote>
<p>Se todo esse trabalho for bem sucedido, eventualmente a infecção é controlada e os vírus são completamente eliminados do organismo.</p>
<p>Isso, por sua vez, gera um tipo de aprendizado ao sistema imunológico. Por um tempo, as células de defesa em circulação sabem como agir caso o vírus em questão resolva tentar uma nova invasão.</p>
<p>Um mecanismo de proteção parecido acontece durante a vacinação — com a vantagem de as unidades imunes serem &#8220;treinadas&#8221; sem que o corpo padeça pela ação de um patógeno de verdade.</p>
<p>Mas daí vem uma questão importante: por quanto tempo essa imunidade se mantém?</p>
<p>A resposta para essa pergunta varia consideravelmente de acordo com o vírus e as características de cada um.</p>
<blockquote><p>&#8220;De um lado, há doenças como sarampo ou rubéola, que geralmente só temos no máximo uma vez na vida e acabou&#8221;, diz Condino Neto. &#8220;Do outro, temos gripe, covid e resfriados, que podemos pegar por diversas vezes&#8221;, compara.</p></blockquote>
<p>Mas o que diferencia um grupo do outro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um drible muito efetivo</strong></h2>
<p>Há diversos motivos que ajudam a entender por que em alguns casos a imunidade dura muitos anos (ou até para sempre) e, em outros, ela vai embora rapidinho.</p>
<p>Um dos principais fatores tem a ver com as próprias características do vírus e a interação que ele tem com nosso organismo.</p>
<p>Vamos começar com a parcela desses patógenos que é estável e permanece praticamente igual ao longo de décadas ou séculos.</p>
<p>Essa característica representa uma boa notícia para o sistema imune, que consegue reconhecer o agente infeccioso e resgata as instruções de como combatê-lo, graças à infecção prévia ou à vacinação.</p>
<p>Agora, imagine o cenário oposto, que acontece quando os vírus circulam com muita rapidez e são uma verdadeira metamorfose ambulante?</p>
<p>Esse é o caso do Sars-CoV-2, o coronavírus responsável pela pandemia atual: ele sofre mutações genéticas a todo o momento conforme é transmitido de pessoa para pessoa.</p>
<p>Se essas alterações trouxerem vantagens ao patógeno — como uma maior facilidade para infectar as células ou a capacidade de driblar a resposta imune, por exemplo — elas vão prosperar.</p>
<p>É assim que surgem as variantes de preocupação. Essas novas versões do vírus ganham terreno e estão por trás de reedições nas ondas de casos, hospitalizações e mortes.</p>
<p>Ao longo dos últimos dois anos e meio, vimos esse fenômeno acontecer ao menos cinco vezes, com a chegada das variantes alfa, beta, gama, delta e ômicron.</p>
<p>Mais recentemente, o aparecimento de subvariantes derivadas da ômicron, como a BA.2 e a BA.5, acelerou e aprofundou ainda mais esse processo.</p>
<p>Em suma, todas essas linhagens carregam mudanças nos genes que apareciam no vírus &#8220;original&#8221;, detectado pela primeira vez em janeiro de 2020 em Wuhan, na China.</p>
<p>Do ponto de vista das nossas defesas, esse fato representa uma péssima notícia. Isso porque a resposta imune obtida através de uma infecção prévia ou da vacinação se torna cada vez mais desatualizada.</p>
<p>Com o passar do tempo — e o surgimento de novas variantes com mutações genéticas mais diversas — o resultado do trabalho dos linfócitos B torna-se cada vez menos efetivo.</p>
<p>Isso porque os anticorpos que eles fabricam são montados especificamente para neutralizar o causador da primeira infecção — ou, de preferência, estão alinhados à formulação original da vacina, que carrega instruções para combater as versões mais antigas do vírus.</p>
<p>Ou seja: se uma variante que tenta invadir o corpo apresenta mudanças significativas na estrutura, os tais anticorpos não conseguem mais agir como se esperava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="btn btn-primary btn-md btn-modern" href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62098817" target="_blank" rel="noopener">Continue lendo a reportagem no website da BBC!</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/">Covid: por quanto tempo dura a imunidade após uma infecção?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.alergologica.com.br/covid-por-quanto-tempo-dura-a-imunidade-apos-uma-infeccao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rinite: causas, sintomas e tratamentos (e por que não existe cura)</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 00:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[BBC Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[rinite]]></category>
		<category><![CDATA[rinite alérgica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=774</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à BBC Brasil, dr. Antonio Condino-Neto comenta os desafios que a Ciência deve superar para chegar a uma cura para a rinite. &#8220;O que custa juntar três caras num laboratório e descobrir a cura da rinite?&#8221; O que parecia ser um desabafo bem humorado de João Zastrow, um usuário do Twitter, virou uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/">Rinite: causas, sintomas e tratamentos (e por que não existe cura)</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em entrevista à BBC Brasil, dr. Antonio Condino-Neto comenta os desafios que a Ciência deve superar para chegar a uma cura para a rinite.</em></p>
<p><span id="more-774"></span><br />
<strong>&#8220;O que custa juntar três caras num laboratório e descobrir a cura da rinite?&#8221;</strong></p>
<p>O que parecia ser um desabafo bem humorado de João Zastrow, um usuário do Twitter, virou uma dúvida real e instigante sobre uma doença que afeta até 40% da população mundial (ou cerca de 84 milhões de brasileiros) — a postagem na mídia social já teve mais de 165 mil curtidas e 43 mil compartilhamentos.</p>
<p>A <strong>rinite alérgica</strong>, quadro marcado por nariz entupido, espirros repetidos, coceira no rosto e dificuldade para respirar, costuma piorar no outono ou no inverno e está relacionada a alguns gatilhos do ambiente, como poeira, pelos de animais, ácaros e pólen.</p>
<p>Embora o tratamento tenha evoluído bastante nas últimas duas ou três décadas, a verdade é que realmente não existe uma cura para a rinite — e muitos cientistas acreditam que nunca veremos uma solução definitiva para esse problema.</p>
<p>A seguir, você entende quais são geralmente as causas, por que é tão difícil falar em cura para essa doença e quais são as principais formas de controlar o quadro atualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Narinas travadas</strong></h2>
<p>O nariz funciona como um verdadeiro filtro do nosso sistema respiratório. Ele conta com diversas estruturas e mecanismos para barrar a entrada de partículas perigosas, que podem prejudicar o funcionamento dos pulmões.</p>
<p>Vamos a um exemplo prático: imagine que um vírus tente invadir suas narinas. O organismo fará de tudo para expulsá-lo assim que possível, de modo a evitar problemas maiores.</p>
<p>Nessa situação, o sistema de defesa desencadeia uma série de ações, chamadas genericamente de processo inflamatório, para aniquilar o invasor — é por isso que o nariz fica inchado, cheio de secreção e não para de espirrar. O muco é gerado como uma forma de englobar e expulsar o invasor.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um caminho árduo</strong></h2>
<p>O médico <strong>Antonio Condino</strong>, do Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, explica que aquela reação imunológica por trás da rinite é muito complexa e recruta diferentes tipos de células.</p>
<blockquote><p>&#8220;Um dos glóbulos brancos que está envolvido nesse processo é o mastócito, que libera uma substância chamada histamina&#8221;, exemplifica.</p></blockquote>
<p>A tal da histamina, aliás, é uma das responsáveis por sintomas como a coceira e a vermelhidão.</p>
<p>Outra célula de defesa envolvida é o basófilo, que libera substâncias químicas que contribuem no processo inflamatório.</p>
<p>Ou seja: não há um alvo único que, ao ser desligado ou inibido, vai evitar definitivamente a crise de espirros e a dificuldade de respirar.</p>
<p>Condino também ensina que a rinite é uma doença poligênica, que está relacionada com mutações em diversas partes do código genético humano.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem algumas enfermidades imunológicas que são monogênicas, causadas por alterações em um único gene. Nesses casos, fica mais fácil pensar em terapias gênicas capazes de lidar com o problema&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia a matéria completa no website da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61261469" target="_blank" rel="noopener">BBC Brasil</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/">Rinite: causas, sintomas e tratamentos (e por que não existe cura)</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.alergologica.com.br/rinite-causas-sintomas-e-tratamentos-e-por-que-nao-existe-cura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
