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	<title>Agência FAPESP → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
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		<title>Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 21:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergológica na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Agência FAPESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de São Paulo publica reportagem da Agência FAPESP sobre Teste do Pezinho Ampliado, uma nova inovação nacional e que contou com a participação do diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto. Confira. Texto da Agência FAPESP, reproduzido em Folha de São Paulo &#8211; confira a íntegra aqui &#160; Roseli Andrion &#124; Agência FAPESP – Todos os [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Folha de São Paulo publica reportagem da Agência FAPESP sobre Teste do Pezinho Ampliado, uma nova inovação nacional e que contou com a participação do diretor da Alergológica, dr. Antonio Condino-Neto. Confira.</em></p>
<p><span id="more-1241"></span></p>
<p><em>Texto da Agência FAPESP, reproduzido em Folha de São Paulo &#8211; <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/11/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.shtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>confira a íntegra aqui</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Roseli Andrion | Agência FAPESP</strong> – Todos os anos, cerca de 2,5 milhões de bebês nascem no Brasil. Cada um deles é submetido à triagem neonatal – o conhecido teste do pezinho –, disponível no país desde os anos 1970 e obrigatória desde 1992. Rápido, pouco invasivo e praticamente indolor para o recém-nascido, o teste é oferecido nas redes pública e privada de saúde. Sem o resultado dele, não é possível nem registrar o bebê em cartório.</p>
<p>O sangue coletado no calcanhar do recém-nascido permite detectar mais de 50 doenças – embora a maioria das localidades brasileiras ainda ofereça apenas a opção que identifica somente seis enfermidades. Uma lei sancionada em 2021 determina que, até 2026, todos os serviços disponíveis no país ofereçam a alternativa mais completa.</p>
<p>Com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/110374/desenvolvimento-de-um-kit-para-triagem-neonatal-de-imunodeficiencias-primarias/" target="_blank" rel="noopener">apoio</a></strong> do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, a startup paulista Immunogenic desenvolveu um teste que reconhece mais de 50 imunodeficiências. O estudo para criar uma alternativa nacional de triagem neonatal ampliada teve início em 2009, no Centro Jeffrey Modell do Brasil, e envolveu a validação em milhares de amostras. “O objetivo é identificar imunodeficiências raras”, diz <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/6042/antonio-condino-neto" target="_blank" rel="noopener">Antonio Condino-Neto</a></strong>, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e diretor médico da <em>healthtech</em>.</p>
<p>O imunologista aponta que o avanço da tecnologia fez surgirem terapias para doenças raras que eram negligenciadas. “Só faz sentido identificá-las na triagem neonatal se houver tratamento para elas: você cria essa opção se a doença tem incidência relevante na população e se há tratamento”, explica. “É para situações que exigem diagnóstico precoce porque não adianta diagnosticar tardiamente, quando elas já aconteceram.”</p>
<p>As imunodeficiências, por exemplo, preenchem todos esses quesitos. Em qualquer desses casos, quanto antes diagnosticar, melhor. “Para a imunodeficiência grave combinada [Severe Combined Immunodeficiency – SCID], o ideal é diagnosticar no primeiro mês de vida para fazer a genotipagem e programar o transplante de células-tronco até os três meses de idade”, afirma Condino-Neto.</p>
<p>Segundo o pesquisador, existem cerca de 20 formas de SCID – todas elas detectadas pelo teste do pezinho criado pela Immunogenic. “Um bebê com agamaglobulinemia tem falta de linfócito B. Ele nasce com anticorpos recebidos da mãe durante a gestação, mas pelo sexto mês já não os tem mais e não consegue produzir outros. O diagnóstico precoce impede que a criança venha a óbito antes de completar um ano de vida. A reposição de imunoglobulinas é coberta pelo Sistema Único de Saúde [SUS], assim como os demais tratamentos para imunodeficiências.”</p>
<p>Atualmente, a triagem para a identificação dessas doenças é feita com testes importados. Os cientistas da Immunogenic, então, desenvolveram uma solução nacional a partir de pesquisas acadêmicas. “Como isso tem aplicação direta na atenção ao indivíduo, criamos a Immunogenic, porque não seria possível continuar em um laboratório acadêmico”, pontua Condino-Neto. “A startup é quase uma cópia do laboratório de imunologia humana do ICB-USP, mas oferece produtos para o mercado”, compara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/11/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias.shtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>Continue a leitura no website da Folha</strong></a></em> ou <em><a href="https://agencia.fapesp.br/teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/53376" target="_blank" rel="noopener"><strong>no website da Agência FAPESP</strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">Folha de SP: Teste do pezinho ampliado detecta mais de 50 imunodeficiências</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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