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	<title>Imunologia → ALERGOLÓGICA</title>
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	<description>Sua Clínica de Vacinas e Imunização em Campinas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 12:25:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Imunologia → ALERGOLÓGICA</title>
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	<item>
		<title>Rotavírus: o que é, sintomas, transmissão e como prevenir</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/rotavirus-o-que-e-sintomas-transmissao-e-como-prevenir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[gastroenterite]]></category>
		<category><![CDATA[rotavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rotavírus é uma das principais causas de diarreia grave em bebês e crianças pequenas. Saiba identificar os sintomas e descubra as melhores formas de prevenção. &#160; O rotavírus é uma das principais causas de diarreia grave em bebês e crianças pequenas no mundo. A infecção pode provocar desidratação rápida e, em alguns casos, levar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O rotavírus é uma das principais causas de diarreia grave em bebês e crianças pequenas. Saiba identificar os sintomas e descubra as melhores formas de prevenção.</em></p>
<p><span id="more-1667"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <a href="https://www.alergologica.com.br/como-esta-o-calendario-vacinal-da-criancada/"><strong>rotavírus</strong></a> é uma das principais causas de diarreia grave em bebês e crianças pequenas no mundo. A infecção pode provocar desidratação rápida e, em alguns casos, levar à necessidade de atendimento médico ou hospitalização.</p>
<p>Apesar de ser comum na infância, existem formas eficazes de <strong>prevenção</strong>, especialmente por meio da <a href="https://www.alergologica.com.br/vacinas/"><strong>vacinação</strong></a> e de cuidados básicos de higiene.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender o que é o rotavírus, como ocorre a transmissão, quais são os sintomas e como proteger as crianças contra a doença.</p>
<h5><em><strong>Veja também</strong></em></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="wRW6svRcnN"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/como-esta-o-calendario-vacinal-da-criancada/">Como está o calendário vacinal da criançada?</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Como está o calendário vacinal da criançada?&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/como-esta-o-calendario-vacinal-da-criancada/embed/#?secret=BZNL1B0A7f#?secret=wRW6svRcnN" data-secret="wRW6svRcnN" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é o rotavírus?</strong></span></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1674" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-3.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Blog - Rotavirus - headers internos (3)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-3.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-3-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-3-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-3-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O rotavírus é um vírus <strong>altamente contagioso</strong> que infecta o trato gastrointestinal, causando gastroenterite, uma inflamação do estômago e do intestino.</p>
<p>Ele é considerado uma das principais causas de <strong><a href="https://www.alergologica.com.br/alergia-alimentar-precisa-de-diagnostico-correto/">diarreia aguda grave</a></strong> em crianças menores de 5 anos, principalmente em bebês.</p>
<p>Antes da introdução da vacina, o rotavírus era responsável por um grande número de internações por <strong>desidratação infantil</strong>. Com a vacinação, os casos graves reduziram significativamente.</p>
<div class="box-contato-cta" style="padding: 15px; margin: 20px 0; box-shadow: 3px 4px #04b7a5; border-radius: 10px; border: 1px solid #04b7a5; color: #3f3f3f;"><em><strong>Para agendar sua consulta, clique no botão abaixo e entre em contato.<br />
</strong></em><strong><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" style="margin-top: 15px; border: 1px dashed;" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" style="width: 30px; height: auto; margin: -5px 0 0 0;" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-icone-3D-small.png" />   Entre em contato com a Alergológica</a></strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Como o rotavírus é transmitido?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1672" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-1.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Blog - Rotavirus - headers internos (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A transmissão do rotavírus ocorre principalmente pela <strong>via fecal-oral</strong>, ou seja, quando partículas do vírus presentes nas fezes contaminam mãos, objetos, alimentos ou água.</p>
<p>As formas mais comuns de contágio incluem:</p>
<ul>
<li>contato com superfícies contaminadas</li>
<li>levar mãos ou objetos contaminados à boca</li>
<li>contato próximo com pessoas infectadas</li>
<li>troca de fraldas sem higienização adequada das mãos</li>
</ul>
<p>O vírus pode sobreviver por horas ou até dias em superfícies, o que facilita a transmissão, especialmente em ambientes com muitas crianças, como creches e escolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quais são os sintomas do rotavírus?</strong></span></h2>
<p>Os sintomas costumam aparecer entre <strong>1 e 3 dias após a exposição</strong> ao vírus.</p>
<p>Os principais sinais incluem:</p>
<ul>
<li>diarreia intensa e aquosa</li>
<li>vômitos</li>
<li>febre</li>
<li>dor abdominal</li>
<li>irritabilidade e cansaço</li>
</ul>
<div style="margin: 5%; background: #e1f2f1; padding: 3% 3% 2% 3%; color: #03938f; font-size: 1.2em;"><em><strong>👉 O maior risco da infecção é a desidratação, que pode ocorrer rapidamente em crianças pequenas.</strong></em></div>
<p>Os sinais de alerta de desidratação incluem:</p>
<ul>
<li>boca seca</li>
<li>diminuição da urina</li>
<li>choro sem lágrimas</li>
<li>sonolência excessiva</li>
<li>moleira afundada em bebês</li>
</ul>
<p>Diante desses sintomas, é importante procurar avaliação médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quem pode ter rotavírus?</strong></span></h2>
<p>O rotavírus pode infectar pessoas de qualquer idade, mas <strong>bebês e crianças pequenas são os mais afetados</strong>.</p>
<p>Isso acontece porque o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento e porque crianças nessa fase têm maior contato com superfícies e objetos que podem estar contaminados.</p>
<p>Adultos também podem ser infectados, mas geralmente apresentam sintomas mais leves ou até mesmo assintomáticos.</p>
<div class="box-contato-cta" style="padding: 15px; margin: 20px 0; box-shadow: 3px 4px #04b7a5; border-radius: 10px; border: 1px solid #04b7a5; color: #3f3f3f;"><em><strong>Para agendar sua consulta, clique no botão abaixo e entre em contato.<br />
</strong></em><strong><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" style="margin-top: 15px; border: 1px dashed;" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" style="width: 30px; height: auto; margin: -5px 0 0 0;" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-icone-3D-small.png" />   Entre em contato com a Alergológica</a></strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Como prevenir a infecção por rotavírus?</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1673" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-2.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Blog - Rotavirus - headers internos (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ALERGOLOGICA-Blog-Rotavirus-headers-internos-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A prevenção envolve duas medidas principais: vacinação e higiene.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;">Vacinação</h3>
<p style="padding-left: 40px;">A vacina contra o rotavírus é a forma mais eficaz de prevenir os casos graves da doença.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Ela protege contra os principais tipos de rotavírus responsáveis por quadros de gastroenterite infantil e ajuda a reduzir significativamente:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>episódios graves de diarreia</li>
<li>desidratação</li>
<li>internações hospitalares</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">A vacina é administrada por via oral, em doses indicadas nos primeiros meses de vida.</p>
<p style="padding-left: 40px;">É fundamental respeitar os prazos de aplicação, pois existe idade limite para iniciar e completar o esquema vacinal.</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Medidas de higiene</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Além da vacinação, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de transmissão:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>lavar as mãos com frequência</li>
<li>higienizar brinquedos e superfícies</li>
<li>lavar bem os alimentos</li>
<li>manter boa higiene durante a troca de fraldas</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Essas medidas são importantes principalmente em ambientes com crianças pequenas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quando procurar atendimento médico?</strong></span></h2>
<p>Procure orientação médica se a criança apresentar:</p>
<ul>
<li>diarreia intensa ou persistente</li>
<li>vômitos frequentes</li>
<li>sinais de desidratação</li>
<li>febre alta</li>
<li>dificuldade para ingerir líquidos</li>
</ul>
<p>A avaliação médica é importante para orientar o tratamento e evitar complicações.</p>
<div style="margin: 5%; background: #e1f2f1; padding: 3% 3% 2% 3%; color: #0e152f; border: 2px dashed #00af8f;">
<h3><strong>Proteção começa nos primeiros meses de vida</strong></h3>
<p>A infecção por rotavírus pode ser grave em bebês e crianças pequenas, mas é possível reduzir significativamente os riscos com a vacinação e cuidados preventivos.</p>
<p>Manter o calendário vacinal atualizado é uma das formas mais importantes de proteger a saúde infantil e evitar complicações relacionadas à diarreia grave.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><a href="https://www.alergologica.com.br/contato/"><img decoding="async" class="alignright wp-image-1322" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ALERGOLOGICA-favicon.png" alt="ALERGOLOGICA - favicon" width="200" height="200" /></a></span></h2>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Proteja quem você ama</strong></span></h2>
<p>Escolha a melhor forma de proteção, principalmente para o seu filho: <strong>a vacinação</strong>.</p>
<p><a href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener"><strong>Entre em contato conosco</strong></a> para obter mais informações e agendar a vacina contra o rotavírus.</p>
<p>Em caso de sintomas ou dúvidas, agende uma consulta para avaliação médica e receba orientação adequada para cuidar da saúde da sua família.</p>
<p><strong><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/rotavirus-o-que-e-sintomas-transmissao-e-como-prevenir/">Rotavírus: o que é, sintomas, transmissão e como prevenir</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dermatite Atópica: entenda a doença e os avanços no tratamento com imunobiológicos</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-entenda-a-doenca-e-os-avancos-no-tratamento-com-imunobiologicos/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-entenda-a-doenca-e-os-avancos-no-tratamento-com-imunobiologicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Baricitinibe]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[dupilumabe]]></category>
		<category><![CDATA[Lebrikizumabe]]></category>
		<category><![CDATA[Upadacitinibe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=1606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba o que é dermatite atópica, por que é uma doença imunológica e conheça os modernos tratamentos com imunobiológicos e imunomoduladores que estão transformando o controle da doença. &#160; O que é dermatite atópica? A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele, de origem imunológica, que afeta entre 2% e 8% dos adultos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-entenda-a-doenca-e-os-avancos-no-tratamento-com-imunobiologicos/">Dermatite Atópica: entenda a doença e os avanços no tratamento com imunobiológicos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba o que é dermatite atópica, por que é uma doença imunológica e conheça os modernos tratamentos com imunobiológicos e imunomoduladores que estão transformando o controle da doença.</em></p>
<p><span id="more-1606"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>O que é dermatite atópica?</b></span></h2>
<p>A <a href="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-o-que-e-isso/"><strong>dermatite atópica</strong></a> é uma doença inflamatória crônica da pele, <b>de origem imunológica</b>, que afeta entre 2% e 8% dos adultos e até 20% das crianças no Brasil.</p>
<p>Ela se manifesta com <b>coceira intensa</b>, <b>vermelhidão</b>, <b>ressecamento</b> e <b>inflamação persistente</b>, podendo comprometer o sono, o bem-estar e a qualidade de vida.</p>
<p>As áreas mais afetadas incluem dobras dos cotovelos e joelhos, pescoço, rosto, couro cabeludo, mãos e pés. Em bebês, as lesões costumam surgir nas bochechas e no couro cabeludo.</p>
<h5><em><strong>Veja também</strong></em></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="LODW6cNaIw"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-o-que-e-isso/">Dermatite atópica – o que é isso?</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Dermatite atópica – o que é isso?&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-o-que-e-isso/embed/#?secret=JrIUQRgJw8#?secret=LODW6cNaIw" data-secret="LODW6cNaIw" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>Causas e gatilhos da dermatite atópica</b></span></h2>
<p>A doença não tem relação com fatores emocionais como causa principal. A dermatite atópica <b>surge da combinação entre predisposição genética, barreira cutânea fragilizada e desregulação imunológica</b>.</p>
<p>Alguns fatores podem <b>agravar</b> ou <b>precipitar crises</b>, mas <b>não causam</b> a doença:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li aria-level="1">Sabonetes e produtos irritantes</li>
<li aria-level="1">Tecidos sintéticos ou lã</li>
<li aria-level="1">Poeira, ácaros e alérgenos</li>
<li aria-level="1">Mudanças bruscas de temperatura</li>
<li aria-level="1">Pele excessivamente seca</li>
<li aria-level="1"><b><a href="https://www.alergologica.com.br/ansiedade-pode-causar-gastrite-nas-criancas/">Estresse</a> — que agrava, mas NÃO causa dermatite atópica</b></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<div style="margin: 2% 5%; background: #80d5ce42; padding: 15px; border-radius: 4px;">⚠️ Assim como ocorre nas gastrites, o estresse <b>agrava</b>, mas <b>não origina</b> a dermatite atópica. A base do problema é imunológica.</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>Imunobiológicos e imunomoduladores: o grande avanço no tratamento da dermatite atópica</b></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1612" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ALERGOLOGICA-posts-dermatite-atopica-cabecalho-itnerno-imunobiologicos.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - dermatite atopica - cabecalho itnerno imunobiologicos" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ALERGOLOGICA-posts-dermatite-atopica-cabecalho-itnerno-imunobiologicos.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ALERGOLOGICA-posts-dermatite-atopica-cabecalho-itnerno-imunobiologicos-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ALERGOLOGICA-posts-dermatite-atopica-cabecalho-itnerno-imunobiologicos-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/ALERGOLOGICA-posts-dermatite-atopica-cabecalho-itnerno-imunobiologicos-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>Nos casos moderados a graves, quando hidratantes, corticoides tópicos e pomadas convencionais não oferecem mais controle adequado, entram em cena as terapias que têm revolucionado o tratamento:</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="padding-left: 40px;"><b>🔬 Imunobiológicos e imunomoduladores</b></h2>
<p style="padding-left: 40px;">Eles atuam <b>diretamente no sistema imunológico</b>, bloqueando as vias inflamatórias que mantêm a dermatite ativa. O resultado é <b>redução potente da inflamação, da coceira e das crises</b>, com melhora significativa da qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><b>Principais medicamentos disponíveis</b></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li aria-level="1"><span style="color: #0e152f;"><b>Dupilumabe (Dupixent®)</b></span><b><br />
</b> Age bloqueando IL-4 e IL-13 — interleucinas centrais no processo inflamatório da dermatite atópica.</li>
<li aria-level="1"><span style="color: #0e152f;"><b>Lebrikizumabe (Ebglyss® – Eli Lilly)</b></span><b><br />
</b> Recém-aprovado pela Anvisa, atua na IL-13. Mostra grande eficácia clínica e excelente perfil de segurança, sendo uma das terapias mais modernas para dermatite atópica moderada a grave.</li>
<li aria-level="1"><span style="color: #0e152f;"><b>Baricitinibe (Olumiant®) e Upadacitinibe (Rinvoq®)</b></span><b><br />
</b> Inibidores de JAK (imunomoduladores orais) que bloqueiam diversas vias inflamatórias simultaneamente. Ideais para quadros graves e refratários.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">Essas terapias são indicadas para pacientes com dermatite atópica que:</p>
<p style="padding-left: 80px;">✔️ Já tentaram tratamentos tópicos sem resposta adequada<br />
✔️ Apresentam crises frequentes ou lesões extensas<br />
✔️ Têm significativo impacto na qualidade de vida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">A prescrição e o acompanhamento devem ser feitos por <b>alergologistas e imunologistas</b>, especialistas nas doenças da imunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>Benefícios observados com os imunobiológicos</b></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1396" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1.jpg" alt="Clinica Alergologica - Blog - Asma - Mitos e Verdades - headers internos (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Clinica-Alergologica-Blog-Asma-Mitos-e-Verdades-headers-internos-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<ul>
<li aria-level="1">Redução rápida e significativa da coceira</li>
<li aria-level="1">Menos inflamações e lesões ativas</li>
<li aria-level="1">Menos infecções cutâneas</li>
<li aria-level="1">Melhora do sono e da rotina</li>
<li aria-level="1">Redução do uso de corticoides</li>
<li aria-level="1">Controle contínuo e duradouro da doença</li>
</ul>
<p>São tratamentos seguros, com excelente aderência e que transformam o controle da dermatite em nível estrutural — tratando “por dentro”, no mecanismo imunológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>Medidas complementares importantes</b></span></h2>
<p>Embora os imunobiológicos sejam o pilar para casos moderados a graves, algumas medidas ajudam na manutenção:</p>
<ul>
<li aria-level="1">Hidratação intensa e diária</li>
<li aria-level="1">Banhos curtos, com água morna e sabonete suave</li>
<li aria-level="1">Roupas de algodão</li>
<li aria-level="1">Evitar calor excessivo</li>
<li aria-level="1">Controle de alérgenos domiciliares</li>
<li aria-level="1">Acompanhamento com especialista</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><b>Clínica Alergológica – Referência em terapias imunológicas avançadas</b></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1461" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg" alt="" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong><a href="https://www.alergologica.com.br/contato/"><img decoding="async" class="alignright wp-image-1322" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ALERGOLOGICA-favicon.png" alt="ALERGOLOGICA - favicon" width="200" height="200" /></a></strong></span></h2>
<p>A <strong>Clínica Alergológica</strong> é especializada em doenças alérgicas e imunológicas, com forte atuação em <b>terapias avançadas</b>, incluindo <strong><a href="https://www.alergologica.com.br/infusoes/">infusões de imunobiológicos</a></strong>.</p>
<p>Oferecemos:</p>
<p style="padding-left: 40px;">✔️ Avaliação completa do perfil imunológico<br />
✔️ Indicação e monitoramento de imunobiológicos e imunomoduladores<br />
✔️ Acompanhamento integrado com suporte dermatológico<br />
✔️ Infusões supervisionadas em ambiente seguro<br />
✔️ Educação em saúde para controle a longo prazo</p>
<p style="padding-left: 40px;">🎯 <b>Nosso foco é tratar a dermatite atópica na origem: o sistema imunológico.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #01af90;"><b>Agende sua consulta</b></span></h3>
<p>Conheça os tratamentos mais modernos e seguros para controlar a dermatite atópica com qualidade, segurança e acompanhamento especializado.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-entenda-a-doenca-e-os-avancos-no-tratamento-com-imunobiologicos/">Dermatite Atópica: entenda a doença e os avanços no tratamento com imunobiológicos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-entenda-a-doenca-e-os-avancos-no-tratamento-com-imunobiologicos/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento de Doenças Reumáticas com Anti-inflamatórios e Imunomoduladores: entenda a relação com a qualidade do sono</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/tratamento-de-doencas-reumaticas-com-anti-inflamatorios-e-imunomoduladores-entenda-a-relacao-com-a-qualidade-do-sono/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 09:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[espondilite anquilosante]]></category>
		<category><![CDATA[lúpus]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=1464</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doenças reumáticas afetam milhões de brasileiros, causando inflamação e dores capazes de impactar a qualidade do sono. Conheça as opções de tratamentos. As doenças reumáticas afetam milhões de brasileiros e englobam mais de 150 tipos diferentes, incluindo artrite reumatoide, lúpus, espondilite anquilosante, fibromialgia e osteoporose. Essas condições podem causar fortes dores, inflamações e dificuldades nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Doenças reumáticas afetam milhões de brasileiros, causando inflamação e dores capazes de impactar a qualidade do sono. Conheça as opções de tratamentos.</em></p>
<p><span id="more-1464"></span></p>
<p>As <a href="https://www.alergologica.com.br/reumatologia/"><strong>doenças reumáticas</strong></a> afetam milhões de brasileiros e englobam mais de 150 tipos diferentes, incluindo artrite reumatoide, lúpus, <a href="https://www.alergologica.com.br/tratamentos-para-doencas-reumatologicas-graves/">espondilite anquilosante</a>, fibromialgia e osteoporose. Essas condições podem causar fortes dores, inflamações e dificuldades nas atividades diárias, <strong>impactando diretamente a qualidade do sono</strong>.</p>
<p>Dormir bem é essencial para a recuperação do corpo, para reduzir inflamações e para melhorar o bem-estar físico e emocional de quem convive com dores crônicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><span style="color: #000000;"><strong>Veja também</strong></span></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Xftcd4BVTh"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/tratamentos-para-doencas-reumatologicas-graves/">Tratamentos para doenças reumatológicas graves</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Tratamentos para doenças reumatológicas graves&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/tratamentos-para-doencas-reumatologicas-graves/embed/#?secret=DiwbXkivji#?secret=Xftcd4BVTh" data-secret="Xftcd4BVTh" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong data-renderer-mark="true">Principais doenças reumáticas e seus efeitos no sono</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1476" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-efeitos-no-sono.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Blog - Doencas Reumaticas e Sono - efeitos no sono" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-efeitos-no-sono.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-efeitos-no-sono-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-efeitos-no-sono-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-efeitos-no-sono-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<ul>
<li><strong>Artrite Reumatoide</strong> – inflamação nas articulações, rigidez matinal e dores persistentes.</li>
<li><strong>Osteoporose</strong> – fragiliza os ossos e aumenta o desconforto durante o sono.</li>
<li><strong>Lúpus Eritematoso Sistêmico</strong> – dores articulares, fadiga e manifestações cutâneas.</li>
<li><strong>Espondilite Anquilosante</strong> – inflama a coluna e as articulações sacroilíacas, causando dor intensa.</li>
<li><strong>Fibromialgia</strong> – dores musculares generalizadas, cansaço e sono não reparador.</li>
<li><strong>Síndrome de Sjögren</strong> – secura em olhos, boca e outros órgãos, dificultando o descanso.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong data-renderer-mark="true">Como a doença reumática prejudica o sono</strong></span></h2>
<p>O cansaço e a dor constantes interferem na qualidade do sono, levando à insônia, ao sono superficial e à rigidez matinal. A privação de sono ativa vias de dor no sistema nervoso, tornando o corpo mais sensível e intensificando os sintomas das doenças reumáticas.</p>
<div style="padding-left: 40px; border: dotted 1px #aaaaaa; border-radius: 20px; padding: 5%; margin: 2% 5%;">
<h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Dicas para melhorar o sono e aliviar os sintomas</strong></h2>
<ol>
<li>Mantenha horários regulares para dormir e acordar.</li>
<li>Evite atividades estimulantes antes de dormir.</li>
<li>Prefira exercícios leves à tarde.</li>
<li>Evite cafeína e álcool no fim do dia.</li>
<li>Estabeleça uma rotina relaxante: banho morno, meditação ou leitura leve.</li>
<li>Invista em cama, colchão e travesseiros adequados.</li>
<li>Mantenha o quarto escuro, silencioso e em temperatura agradável.</li>
<li>Evite cochilos longos durante o dia.</li>
<li>Gerencie o estresse com técnicas de respiração, mindfulness ou fisioterapia.</li>
</ol>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-renderer-start-pos="2113"><span style="color: #01af90;"><strong data-renderer-mark="true">Tratamento e acompanhamento especializado</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1473" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-artrite-reumatoide.jpg" alt="ALERGOLOGICA - Blog - Doencas Reumaticas e Sono - artrite reumatoide" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-artrite-reumatoide.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-artrite-reumatoide-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-artrite-reumatoide-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-Blog-Doencas-Reumaticas-e-Sono-artrite-reumatoide-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O tratamento das doenças reumáticas geralmente inclui o uso de <strong>anti-inflamatórios e imunomoduladores</strong>, além de fisioterapia, atividades físicas leves, terapias complementares, orientação nutricional e manejo do estresse.</p>
<p>O acompanhamento em uma clínica especializada garante <strong>diagnóstico preciso, controle contínuo da dor e estratégias eficazes para prevenir complicações</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong><a href="https://www.alergologica.com.br/contato/"><img decoding="async" class="alignright wp-image-1322" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ALERGOLOGICA-favicon.png" alt="ALERGOLOGICA - favicon" width="200" height="200" /></a></strong></span></h2>
<p><strong>Na Clínica Alergológica, cuidamos da saúde reumática com atenção, empatia e tecnologia.</strong></p>
<p><strong>Agende uma consulta e descubra como tratar a doença reumática, aliviar os sintomas e recuperar sua qualidade de vida.</strong></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/tratamento-de-doencas-reumaticas-com-anti-inflamatorios-e-imunomoduladores-entenda-a-relacao-com-a-qualidade-do-sono/">Tratamento de Doenças Reumáticas com Anti-inflamatórios e Imunomoduladores: entenda a relação com a qualidade do sono</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Imunodeficiência Primária: diagnóstico precoce salva vidas</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencia-primaria-diagnostico-precoce-salva-vidas/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencia-primaria-diagnostico-precoce-salva-vidas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 12:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[imunoglobulinas]]></category>
		<category><![CDATA[IVIg]]></category>
		<category><![CDATA[reposição de imunoglobulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é imunodeficiência primária, seus sintomas e como o tratamento com imunoglobulina pode melhorar a qualidade de vida. A imunodeficiência primária é uma condição genética em que o sistema imunológico não funciona adequadamente desde o nascimento. Pessoas com essa condição têm maior risco de desenvolver infecções graves e recorrentes. O diagnóstico precoce e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencia-primaria-diagnostico-precoce-salva-vidas/">Imunodeficiência Primária: diagnóstico precoce salva vidas</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é imunodeficiência primária, seus sintomas e como o tratamento com imunoglobulina pode melhorar a qualidade de vida.</em></p>
<p><span id="more-1478"></span></p>
<p>A <a href="https://www.alergologica.com.br/os-10-sinais-de-imunodeficiencias-primarias-em-adultos-e-criancas/"><strong>imunodeficiência primária</strong></a> é uma condição genética em que o sistema imunológico não funciona adequadamente desde o nascimento. Pessoas com essa condição têm maior risco de desenvolver infecções graves e recorrentes. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para garantir qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é imunodeficiência primária?</strong></span></h2>
<p>É uma doença genética e congênita que afeta o sistema de defesa do organismo. Quando o sistema imunológico não funciona corretamente, o corpo fica mais vulnerável a infecções causadas por vírus, bactérias e fungos. Diferente de uma pessoa saudável, uma pessoa com imunodeficiência pode desenvolver complicações graves a partir de infecções simples.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Sinais de alerta</strong></span></h2>
<p>O principal sinal é a ocorrência de<strong> infecções frequentes e repetidas</strong>. Fique atento: otites frequentes, sinusites de repetição, bronquite e pneumonia recorrentes, infecções de pele e abscessos, estomatites (feridas na boca), diarreias crônicas, alergias respiratórias constantes, coceira intensa e prolongada na pele, erupções e <a href="https://www.alergologica.com.br/dermatite-atopica-o-que-e-isso/">dermatites</a>, <a href="https://www.alergologica.com.br/asma-tipos-cuidados-e-tratamento-com-imunobiologicos/">asma grave</a> e doenças causadas por fungos. Se você ou seu filho apresenta infecções frequentes que não melhoram com tratamentos comuns, procure um imunologista.</p>
<h5><strong>Veja também</strong></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="jZ9Fmn8Jbe"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/">O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/embed/#?secret=EWquL12mYk#?secret=jZ9Fmn8Jbe" data-secret="jZ9Fmn8Jbe" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Principais tipos</strong></span></h2>
<p>Deficiência seletiva de imunoglobulinas (falta de anticorpos específicos), imunodeficiência comum variável (baixa produção de anticorpos), agamaglobulinemia (ausência quase total de anticorpos), imunodeficiência combinada grave (afeta múltiplos componentes do sistema imune), doença granulomatosa crônica (dificuldade em combater infecções bacterianas e fúngicas), síndrome de DiGeorge (afeta o desenvolvimento do sistema imunológico) e neutropenia cíclica (redução periódica de células de defesa).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Diagnóstico precoce</strong></span></h2>
<p>Quando identificada cedo, é possível iniciar o tratamento adequado rapidamente, prevenir infecções graves e hospitalizações, evitar sequelas e complicações, melhorar significativamente a qualidade de vida, permitir que a criança frequente escola e tenha vida social normal e reduzir o uso de antibióticos e internações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tratamento: reposição de imunoglobulina</strong></span></h2>
<p>O tratamento mais comum é a <strong>reposição de imunoglobulina humana</strong> (IVIg). Esse tratamento consiste na infusão de anticorpos purificados de doadores saudáveis, que ajudam a proteger o paciente contra infecções. A imunoglobulina é aplicada por infusão intravenosa (na veia) ou subcutânea (sob a pele), o procedimento é realizado em intervalos regulares (geralmente a cada 3-4 semanas) e os anticorpos recebidos protegem o paciente até a próxima aplicação.</p>
<blockquote><p><strong>Benefícios</strong>: redução drástica no número de infecções, menos hospitalizações e uso de antibióticos, melhora na qualidade de vida, possibilidade de levar uma vida normal e prevenção de complicações graves.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Apoio psicológico</strong></span></h2>
<p>Receber o diagnóstico pode ser desafiador tanto para o paciente quanto para a família. O apoio psicológico é fundamental para lidar com o diagnóstico de doença crônica, enfrentar o medo de infecções, aceitar o tratamento contínuo, manter a autoestima e vida social, desenvolver estratégias de autocuidado, compreender a doença, adaptar-se às necessidades do tratamento, lidar com a ansiedade, apoiar o paciente de forma equilibrada e manter a rotina familiar saudável.</p>
<h5><strong>Veja também</strong></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="wGJT5XNyWP"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/">Dia Mundial das Doenças Raras: um olhar para as imunodeficiências primárias</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Dia Mundial das Doenças Raras: um olhar para as imunodeficiências primárias&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/embed/#?secret=bIBmiXcsCc#?secret=wGJT5XNyWP" data-secret="wGJT5XNyWP" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Quando procurar um imunologista?</strong></span></h2>
<p>Procure se você ou seu filho tem infecções frequentes (mais de 4-6 por ano), precisa de antibióticos repetidamente, apresenta infecções que não melhoram com tratamento comum, tem infecções graves ou incomuns, apresenta atraso no crescimento ou tem histórico familiar de imunodeficiência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Vivendo com imunodeficiência</strong></span></h2>
<p>Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, pessoas com imunodeficiência podem levar uma vida normal. É importante seguir rigorosamente o tratamento, manter o calendário de infusões em dia, evitar aglomerações durante surtos, manter a vacinação em dia (com orientação médica), ter alimentação saudável, praticar atividades físicas adequadas e manter acompanhamento médico regular.</p>
<h5><strong>Veja também</strong></h5>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="S2s9LLyopO"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/">Imunodeficiências: novo estudo analisa impacto do diagnóstico tardio e dos tratamentos na qualidade de vida</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Imunodeficiências: novo estudo analisa impacto do diagnóstico tardio e dos tratamentos na qualidade de vida&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencias-novo-estudo-analisa-impacto-do-diagnostico-tardio-e-dos-tratamentos-na-qualidade-de-vida/embed/#?secret=RvB2hs2bcI#?secret=S2s9LLyopO" data-secret="S2s9LLyopO" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong><a href="https://www.alergologica.com.br/contato/"><img decoding="async" class="alignright wp-image-1322" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ALERGOLOGICA-favicon.png" alt="ALERGOLOGICA - favicon" width="200" height="200" /></a></strong></span></h2>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Dica da Clínica Alergológica</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico precoce pode salvar vidas. Na <strong>Clínica Alergológica</strong>, contamos com equipe multidisciplinar especializada em imunologia. Oferecemos infusão de imunoglobulina em ambiente confortável, com acompanhamento médico e psicológico. <strong>Agende sua consulta!</strong></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/imunodeficiencia-primaria-diagnostico-precoce-salva-vidas/">Imunodeficiência Primária: diagnóstico precoce salva vidas</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mastocitose: quando as células de defesa se tornam um desafio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 12:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[anafilaxia]]></category>
		<category><![CDATA[avapritinibe]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[imunobiológicos]]></category>
		<category><![CDATA[midostaurina]]></category>
		<category><![CDATA[omalizumabe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos. Na Alergológica, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é a mastocitose, as causas e os mecanismos da doença, assim como as opções de tratamentos &#8211; incluindo terapias avançadas e imunobiológicos.</em></p>
<p><span id="more-1455"></span></p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, sabemos que viver com doenças raras, como a mastocitose, é um desafio que exige conhecimento especializado e acesso às terapias mais modernas. Sob a supervisão do alergista e imunologista <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/"><strong>Dr. Antonio Condino-Neto</strong></a> – referência internacional na especialidade &#8211; somos pioneiros no <a href="https://www.alergologica.com.br/imunobiologicos/">tratamento com <strong>imunobiológicos</strong></a>, oferecendo cuidado de excelência, equipe altamente qualificada e acompanhamento integral para cada paciente. Nossa missão é transformar a qualidade de vida de quem enfrenta essa condição, trazendo mais segurança, controle dos sintomas e bem-estar.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>O que é a mastocitose?</strong></span></h2>
<p>A mastocitose é uma <strong>doença rara</strong> caracterizada pelo acúmulo anormal de <strong>mastócitos</strong> – células do sistema imunológico responsáveis por liberar substâncias como a histamina, envolvidas em processos inflamatórios e reações alérgicas.</p>
<p>Em condições normais, os mastócitos são fundamentais para a defesa do organismo contra agentes externos. Porém, na mastocitose, essas células se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, como a <strong>pele, medula óssea, fígado, baço e trato gastrointestinal</strong>, causando uma ampla gama de sintomas e complicações.</p>
<blockquote>
<h5><em>&#8220;Na mastocitose, células essenciais do sistema imune se multiplicam em excesso e se acumulam em diferentes tecidos, causando uma ampla gama de sintomas e complicações&#8221;.</em></h5>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Causas e mecanismos da doença</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1460" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (1)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-1-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>A mastocitose pode ocorrer por <strong>mutações adquiridas</strong> em genes que regulam o crescimento e a sobrevivência dos mastócitos. A mutação mais comum é no gene <strong>KIT (D816V)</strong>, que provoca ativação permanente do receptor KIT, levando à proliferação e ao acúmulo celular.</p>
<p>Não é uma doença hereditária na maioria dos casos, mas sim resultado de alterações somáticas que surgem ao longo da vida. O curso clínico varia muito: em algumas pessoas, os sintomas são leves e restritos à pele; em outras, há comprometimento sistêmico, com risco de complicações graves.</p>
<div style="padding-left: 40px; border: dotted 1px #aaaaaa; border-radius: 20px; padding: 5%; margin: 2% 5%;">
<h2 style="padding-left: 40px;"><strong>Tipos de mastocitose</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Mastocitose cutânea</strong>: mais comum em crianças. O acúmulo de mastócitos fica restrito à pele, com lesões características.</li>
<li><strong>Mastocitose sistêmica</strong>: mais frequente em adultos, quando os mastócitos se acumulam em órgãos internos como medula óssea, fígado e trato gastrointestinal. Pode ser indolente (evolução lenta) ou agressiva.</li>
<li><strong>Leucemia de mastócitos</strong>: forma extremamente rara e grave, com comportamento semelhante a uma doença hematológica maligna.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Principais sintomas</strong></span></h2>
<p>A diversidade de manifestações torna o diagnóstico um desafio. Entre os sintomas mais comuns, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Cutâneos</strong>: manchas avermelhadas ou amarronzadas, urticária pigmentosa, prurido intenso, vermelhidão (flushing).</li>
<li><strong>Gastrointestinais</strong>: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, refluxo.</li>
<li><strong>Ósseos</strong>: dor, osteopenia, osteoporose e fraturas.</li>
<li><strong>Cardiovasculares</strong>: queda de pressão, taquicardia, síncope.</li>
<li><strong>Reações anafiláticas</strong>: podem ocorrer espontaneamente ou após exposição a fatores desencadeantes como picadas de insetos, alimentos, álcool, variações de temperatura ou uso de certos medicamentos.</li>
</ul>
<p>É importante reforçar que, na mastocitose sistêmica, o risco de <a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/"><strong>anafilaxia grave</strong></a> é elevado, exigindo vigilância constante e uso de adrenalina autoinjetável em situações de emergência.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="eYNknpQczU"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/">Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Anafilaxia: reconhecer os sinais pode salvar vidas&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/anafilaxia-reconhecer-os-sinais-pode-salvar-vidas/embed/#?secret=5eDGWPoxB5#?secret=eYNknpQczU" data-secret="eYNknpQczU" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Diagnóstico</strong></span></h2>
<p>O diagnóstico da mastocitose exige uma avaliação especializada, com associação de dados clínicos, laboratoriais e histopatológicos. Os exames mais comuns incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Biópsia de pele ou medula óssea</strong> para identificar o acúmulo de mastócitos.</li>
<li><strong>Exames genéticos</strong> para detecção da mutação no gene KIT.</li>
<li><strong>Dosagem de triptase sérica</strong>, marcador associado ao aumento de mastócitos no organismo.</li>
<li>Avaliações de função hepática, óssea e hematológica.</li>
</ul>
<p>Por ser uma doença rara e complexa, muitas vezes há atraso diagnóstico, reforçando a importância de se buscar <strong>centros de referência</strong> em alergia e imunologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>Tratamento da mastocitose</strong></span></h2>
<p>O tratamento da mastocitose é <strong>individualizado</strong>, levando em consideração a forma clínica, a gravidade e os sintomas apresentados pelo paciente. Os principais objetivos são <strong>controlar sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Medidas gerais</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Evitar fatores desencadeantes</strong> como calor, variações bruscas de temperatura, álcool, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), opioides e picadas de insetos.</li>
<li>Uso de <strong>adrenalina autoinjetável</strong> para pacientes com risco de anafilaxia.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Tratamento farmacológico</strong></h3>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Antihistamínicos (H1 e H2)</strong>: reduzem sintomas cutâneos e gastrointestinais.</li>
<li><strong>Cromoglicato dissódico</strong>: auxilia no controle de sintomas digestivos.</li>
<li><strong>Corticoides</strong>: podem ser utilizados em crises agudas ou manifestações graves.</li>
<li><strong>Bifosfonatos</strong>: em casos de osteoporose ou fragilidade óssea.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Imunobiológicos e terapias avançadas</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Nos últimos anos, os <strong>imunobiológicos</strong> vêm revolucionando o tratamento da mastocitose, principalmente nas formas sistêmicas graves e refratárias.</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><strong>Midostaurina</strong> e <strong>avapritinibe</strong>: inibidores de tirosina-quinase que atuam bloqueando o receptor KIT mutado, reduzindo a proliferação dos mastócitos.</li>
<li><a href="https://www.alergologica.com.br/urticaria-sintomas-causas-e-tratamento-eficaz-com-imunobiologicos/"><strong>Omalizumabe</strong></a> (anti-IgE): tem mostrado eficácia no controle de sintomas refratários, especialmente no manejo das reações anafiláticas e do prurido intenso.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Esses medicamentos representam um grande avanço, pois permitem <strong>controle mais eficaz da doença e melhora significativa na qualidade de vida</strong>. O tratamento com imunobiológicos deve ser realizado em centros especializados, com monitoramento constante dos efeitos e da resposta clínica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01af90;"><strong>A importância do acompanhamento multidisciplinar</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1461" src="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg" alt="ALERGOLOGICA - posts - mastocitose - header (2)" width="972" height="200" srcset="https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2.jpg 972w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-768x158.jpg 768w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-640x132.jpg 640w, https://www.alergologica.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ALERGOLOGICA-posts-mastocitose-header-2-400x82.jpg 400w" sizes="(max-width: 972px) 100vw, 972px" /></p>
<p>O paciente com mastocitose muitas vezes precisa do suporte de uma equipe integrada, que pode incluir:</p>
<ul>
<li>Alergistas e imunologistas</li>
<li>Hematologistas</li>
<li>Gastroenterologistas</li>
<li>Dermatologistas</li>
<li>Endocrinologistas (em casos de osteoporose associada)</li>
<li>Psicólogos, pelo impacto emocional da doença crônica</li>
</ul>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, o cuidado vai além do tratamento medicamentoso: oferecemos suporte educacional, acompanhamento contínuo e atendimento humanizado, pensando em todas as dimensões da vida do paciente.</p>
<p>A mastocitose é uma doença rara, complexa e impactante, mas hoje existem recursos capazes de transformar o dia a dia dos pacientes. Os <strong>imunobiológicos representam uma nova era no tratamento</strong>, trazendo esperança e controle dos sintomas mesmo em casos mais graves.</p>
<p>Se você ou alguém da sua família apresenta sinais sugestivos de mastocitose, <strong>não espere</strong>. Procure avaliação com nossos especialistas.</p>
<p>Na <strong>Alergológica</strong>, temos experiência consolidada no diagnóstico e manejo da doença, acesso aos tratamentos mais inovadores e uma equipe dedicada a oferecer qualidade de vida e segurança a cada paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Agende sua consulta na Alergológica e conheça o poder da medicina personalizada no tratamento da mastocitose. Sua saúde merece cuidado de excelência.</strong></p>
<p><em>Alergológica: referência em imunobiológicos para doenças raras e complexas</em></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Teste do Pezinho: um pequeno gesto que pode mudar o futuro</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-um-pequeno-gesto-que-pode-mudar-o-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 12:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Condino-Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Immunogenic]]></category>
		<category><![CDATA[SCID]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exame permite detectar precocemente doenças com sérias consequências ao desenvolvimento. Conheça a versão estendida e o impacto da Alergológica no avanço das tecnologias médicas. No dia 6 de junho, celebramos o Dia Nacional do Teste do Pezinho, um exame simples, mas que salva vidas e transforma histórias. Basta uma gotinha de sangue retirada do calcanhar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exame permite detectar precocemente doenças com sérias consequências ao desenvolvimento. Conheça a versão estendida e o impacto da Alergológica no avanço das tecnologias médicas.</em></p>
<p><span id="more-1335"></span></p>
<p>No dia 6 de junho, celebramos o <strong>Dia Nacional do Teste do Pezinho</strong>, um exame simples, mas que salva vidas e transforma histórias. Basta <strong>uma gotinha de sangue retirada do calcanhar do recém-nascido, entre o 3º e o 5º dia de vida</strong>, para que seja possível detectar precocemente diversas doenças que, se não tratadas logo, podem trazer sérias consequências para o desenvolvimento da criança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Um exame simples, um impacto enorme</strong></h2>
<p>O <a href="https://www.alergologica.com.br/o-globo-criado-por-brasileiros-novo-teste-do-pezinho-detecta-50-condicoes-hoje-sao-seis/">Teste do Pezinho</a> faz parte do Programa de Triagem Neonatal e é gratuito pelo SUS. Ele é capaz de identificar doenças genéticas, metabólicas e endócrinas, como o <strong>hipotireoidismo congênito</strong>, <a href="https://www.alergologica.com.br/28-de-fevereiro-e-o-dia-internacional-das-doencas-raras-voce-conhece-algumas-delas/"><strong>fenilcetonúria</strong></a>, <strong>anemia falciforme</strong>, entre outras. Quanto mais cedo essas condições forem diagnosticadas, maiores são as chances de tratamento eficaz e de uma vida saudável.</p>
<p><strong>E se o teste pudesse ir além? </strong>A boa notícia é que <a href="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/">o Teste do Pezinho pode ser ampliado</a>! Versões mais completas do exame — chamadas de <strong>teste do pezinho ampliado</strong> — conseguem detectar dezenas de doenças raras, incluindo algumas condições relacionadas ao <strong>sistema imunológico</strong>.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="X4i64mJfbi"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/">Teste do Pezinho ampliado pode ajudar a detectar precocemente mais de 250 mil casos de imunodeficiências primárias</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Teste do Pezinho ampliado pode ajudar a detectar precocemente mais de 250 mil casos de imunodeficiências primárias&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-ampliado-pode-ajudar-a-detectar-precocemente-mais-de-250-mil-casos-de-imunodeficiencias-primarias/embed/#?secret=VCLQKwvokq#?secret=X4i64mJfbi" data-secret="X4i64mJfbi" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>De acordo com a <a href="https://www.sbteim.org.br/">Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)</a>, no dia 26 de maio de 2021 foi sancionada a lei n 14.154 que aprimorou a Lei n 8.069 com relação ao Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), acrescentando um número maior de doenças que devem ser incorporadas e investigadas no exame realizado dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). A lei entrou em vigor em maio de 2022 e a implantação vem ocorrendo de forma escalonada. Espera-se que todos os estados brasileiros tenham aderido ao Teste do Pezinho Ampliado nos próximos 5 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A ciência brasileira à frente</strong></h2>
<p>Na área da <strong>Imunologia</strong>, o Brasil vem se destacando com iniciativas pioneiras. O <strong>Dr. <a href="https://www.alergologica.com.br/equipe-alergologica/dr-antonio-condino-neto/">Antonio Condino-Neto</a></strong>, imunologista referência e diretor da <strong>Clínica Alergológica</strong>, é um dos grandes nomes por trás desse avanço. Junto à <a href="https://immunogenic.com.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Immunogenic</strong></a>, ele liderou o desenvolvimento de <strong>testes imunológicos de triagem neonatal</strong>, que permitem o diagnóstico precoce de Erros Inatos da Imunidade (Imunodeficiências Primárias-IDP) — um passo fundamental para garantir o tratamento antes que as primeiras infecções graves apareçam.</p>
<p>Uma das IDPs detectadas pelo teste do pezinho é a <strong>SCID – Imunodeficiência Combinada Grave. A SCID é</strong> uma das formas mais severas de IDP e pode ser fatal. Nessa condição, o bebê nasce praticamente sem defesa imunológica, o que o torna vulnerável a infecções graves logo nos primeiros meses.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="aFm8t0AcqV"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/">O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/embed/#?secret=phZOzWlt0L#?secret=aFm8t0AcqV" data-secret="aFm8t0AcqV" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h3><strong>Sintomas da SCID incluem:</strong></h3>
<ul>
<li>Infecções graves e de repetição já nos primeiros meses</li>
<li>Diarreia crônica</li>
<li>Aftas persistentes (candidíase oral)</li>
<li>Falha no crescimento</li>
<li>Reações severas a vacinas com vírus vivos (como BCG)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a introdução do Teste do Pezinho Ampliado no período neonatal, é possível oferecer <strong>intervenções precoces</strong>, como transplantes de medula óssea e terapias específicas, aumentando significativamente as chances de cura e qualidade de vida.</p>
<blockquote><p>O Teste do Pezinho é mais do que um exame: é um direito de toda criança e um ato de amor e cuidado. E com a ampliação para doenças imunológicas, ele se torna ainda mais poderoso.</p></blockquote>
<p><strong>Quer saber mais sobre o Teste do Pezinho Ampliado e os testes imunológicos desenvolvidos pelo Dr. Condino?</strong> Agende uma consulta na Clínica Alergológica e venha conversar com quem é referência no assunto. Estamos aqui para cuidar da sua família desde os primeiros passos!</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/teste-do-pezinho-um-pequeno-gesto-que-pode-mudar-o-futuro/">Teste do Pezinho: um pequeno gesto que pode mudar o futuro</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Os 10 sinais de imunodeficiências primárias em adultos e crianças</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/os-10-sinais-de-imunodeficiencias-primarias-em-adultos-e-criancas/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/os-10-sinais-de-imunodeficiencias-primarias-em-adultos-e-criancas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 11:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[erros inatos da imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiências primárias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=1319</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conheça os sinais característicos de imunodeficiências em crianças e em adultos. O diagnóstico precoce previne complicações graves e pode fazer a diferença na saúde e no bem-estar. As imunodeficiências primárias (IDPs), também conhecidas como erros inatos da imunidade (EII), são condições genéticas que comprometem o sistema imunológico desde o nascimento. Embora muitas vezes diagnosticadas na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/os-10-sinais-de-imunodeficiencias-primarias-em-adultos-e-criancas/">Os 10 sinais de imunodeficiências primárias em adultos e crianças</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça os sinais característicos de imunodeficiências em crianças e em adultos. O diagnóstico precoce previne complicações graves e pode fazer a diferença na saúde e no bem-estar.</em></p>
<p><span id="more-1319"></span></p>
<p>As <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/"><strong>imunodeficiências primárias</strong></a> (IDPs), também conhecidas como <a href="https://www.alergologica.com.br/veja-os-resultados-do-maior-estudo-ja-feito-sobre-doencas-alergicas-e-erros-inatos-da-imunidade/">erros inatos da imunidade</a> (EII), são condições genéticas que comprometem o sistema imunológico desde o nascimento. Embora muitas vezes diagnosticadas na infância, algumas formas podem se manifestar apenas na idade adulta. <strong>Reconhecer os sinais precoces é fundamental</strong> para um diagnóstico eficaz e para a implementação de tratamentos adequados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Sinais de Imunodeficiência Primária em Crianças</strong></h2>
<p>Abaixo, destacamos os 10 principais sinais de alertas em crianças de acordo com informações da <a href="https://info4pi.org/" target="_blank" rel="noopener">Fundação Jeffrey Modell</a>:</p>
<ol>
<li>Quatro ou mais infecções de ouvido em um ano;</li>
<li>Duas ou mais sinusites graves em um ano;</li>
<li>Duas ou mais pneumonias em um ano;</li>
<li>Uso de antibióticos por dois meses ou mais com pouca resposta;</li>
<li>Dificuldade em ganhar peso ou crescer normalmente;</li>
<li>Abscessos recorrentes na pele ou órgãos internos;</li>
<li>Candidíase oral persistente ou infecções fúngicas na pele;</li>
<li>Necessidade de antibióticos intravenosos para controlar infecções;</li>
<li>Duas ou mais infecções graves, como septicemia;</li>
<li>Histórico familiar de imunodeficiência primária.</li>
</ol>
<p>Esses sinais indicam que o sistema imunológico da criança pode não estar funcionando adequadamente, aumentando a suscetibilidade a infecções e outras complicações, conforme explicação da <a href="https://asbai.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ASBAI</a>, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Sinais de Imunodeficiência Primária em Adultos</strong></h2>
<p>Em adultos, os 10 sinais de alerta incluem:</p>
<ol>
<li>Duas ou mais infecções de ouvido em um ano;</li>
<li>Duas ou mais sinusites graves em um ano, na ausência de alergia;</li>
<li>Uma pneumonia por ano por mais de um ano;</li>
<li>Diarreia crônica com perda de peso;</li>
<li>Infecções virais recorrentes, como herpes, verrugas e condilomas;</li>
<li>Necessidade de antibióticos intravenosos para controlar infecções;</li>
<li>Abscessos recorrentes na pele ou órgãos internos;</li>
<li>Candidíase oral ou infecções fúngicas na pele ou em outras partes do corpo;</li>
<li>Infecção por micobactérias que normalmente não causam doenças;</li>
<li>Histórico familiar de imunodeficiência primária.</li>
</ol>
<p>Esses sinais podem indicar que o sistema imunológico do adulto está comprometido, tornando-o mais vulnerável a infecções e outras condições. É muito importante consultar um médico alergista e imunologista para investigar erros inatos da imunidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Importância do Diagnóstico Precoce</strong></h2>
<p>O diagnóstico precoce das IDP é primordial para prevenir complicações graves, como danos aos órgãos, doenças autoimunes e até mesmo câncer. Com o tratamento adequado, muitos indivíduos com IDP podem levar uma vida saudável e ativa. Por isso, é essencial que pais, cuidadores e profissionais de saúde estejam atentos a esses sinais e busquem orientação médica quando necessário.</p>
<p>As <strong>imunodeficiências primárias</strong> são <strong>condições sérias</strong> que exigem atenção e diagnóstico precoce. Reconhecer os sinais de alerta em crianças e adultos pode fazer a diferença na saúde e bem-estar do indivíduo.</p>
<p>Se você ou alguém que você conhece apresenta esses sinais, consulte um de nossos especialistas para avaliação e orientação adequadas.</p>
<p><strong>Nossa equipe de especialistas pode ajudar! Na Alergológica, oferecemos suporte completo no diagnóstico e tratamento das IDPs, ajudando pacientes a terem uma vida mais saudável e segura.</strong></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/os-10-sinais-de-imunodeficiencias-primarias-em-adultos-e-criancas/">Os 10 sinais de imunodeficiências primárias em adultos e crianças</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 21:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[ALPS]]></category>
		<category><![CDATA[EII]]></category>
		<category><![CDATA[erros inatos da imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[IDCV]]></category>
		<category><![CDATA[IDPs]]></category>
		<category><![CDATA[Imunodeficiência Comum Variável]]></category>
		<category><![CDATA[Imunodeficiências da desregulação imunológica]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiências primárias]]></category>
		<category><![CDATA[imunoglobulinas]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Autoimune Linfoproliferativa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=1312</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de 553 Imunodeficiências Primárias (IDPs) já são conhecidas. Pessoas com IDPs têm infecções frequentes e outros problemas de saúde difíceis de tratar e curar. Diagnóstico precoce e tratamento apropriado podem ajudar a salvar vidas.</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/">O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que são imunodeficiências primárias?</strong></p>
<p>As <strong>Imunodeficiências Primárias (IDPs)</strong>, também chamadas de <strong><a href="https://www.alergologica.com.br/veja-os-resultados-do-maior-estudo-ja-feito-sobre-doencas-alergicas-e-erros-inatos-da-imunidade/">Erros Inatos da Imunidade</a> (EII)</strong>, são doenças genéticas &#8211; não contagiosas &#8211; que afetam o sistema imunológico, dificultando a defesa do organismo contra infecções, germes, bactérias, vírus, inflamações e até doenças autoimunes ou câncer. Essas condições podem se manifestar desde os primeiros meses de vida ou surgir ao longo da infância, adolescência ou até na vida adulta.</p>
<p>Dados do Fundação Jeffrey Modell (leia <a href="https://info4pi.org/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>) indicam que existem mais de 553 IDPs, variando em níveis de gravidade. Pessoas com IDPs têm infecções frequentes e outros problemas de saúde difíceis de tratar e curar. Assim, o diagnóstico precoce e o tratamento apropriado podem ajudar a salvar vidas.</p>
<p><em><strong>Veja também</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="k6KepOEbK2"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/veja-os-resultados-do-maior-estudo-ja-feito-sobre-doencas-alergicas-e-erros-inatos-da-imunidade/">Veja os resultados do maior estudo já feito sobre doenças alérgicas e Erros Inatos da Imunidade</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Veja os resultados do maior estudo já feito sobre doenças alérgicas e Erros Inatos da Imunidade&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/veja-os-resultados-do-maior-estudo-ja-feito-sobre-doencas-alergicas-e-erros-inatos-da-imunidade/embed/#?secret=xTWtn3Gv7G#?secret=k6KepOEbK2" data-secret="k6KepOEbK2" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Deficiências de anticorpos: as IDPs mais comuns</strong></h2>
<p>As <strong>deficiências de anticorpos</strong> são as imunodeficiências primárias mais frequentes. O corpo tem dificuldade em produzir <a href="https://www.alergologica.com.br/imunoglobulinas/">imunoglobulinas</a>, o que favorece infecções recorrentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Imunodeficiência Comum Variável (IDCV)</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Entre as deficiências de anticorpos, a <strong>IDCV</strong> é uma das mais frequentemente diagnosticada na vida adulta. Ocorre em cerca de 1 em cada 25.000 pessoas, segundo dados da Organização Internacional de Doentes com Imunodeficiências Primárias (<a href="https://ipopi.org/wp-content/uploads/2020/07/IPOPI_Adultos_PT-3.pdf" target="_blank" rel="noopener">IPOPI</a>). Os sintomas podem surgir já no jovem adulto:</p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Infecções respiratórias frequentes (sinusite, bronquite, pneumonia);</li>
<li>Sintomas gastrointestinais (diarreias).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">O tratamento padrão é a <strong>reposição de imunoglobulinas</strong> e o acompanhamento especializado.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong> </strong></p>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>Imunodeficiências da desregulação imunológica</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Nessas doenças, o sistema imunológico <strong>perde o controle sobre si mesmo</strong>, podendo atacar órgãos e tecidos saudáveis.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Sintomas frequentes:</strong></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li>Anemia autoimune ou púrpura trombocitopênica</li>
<li>Vitiligo, lúpus, doenças inflamatórias intestinais</li>
<li>Aumento persistente de baço e linfonodos</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 40px;">Exemplo clássico: <strong>Síndrome Autoimune Linfoproliferativa (ALPS)</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>IDPs detectáveis pelo Teste do Pezinho</strong></h2>
<p>O <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/"><strong>Teste do Pezinho</strong></a> é o exame de triagem neonatal realizado em recém-nascidos para detectar precocemente diversas doenças congênitas. Basta coletar uma gota de sangue do calcanhar do bebê entre o 3º e 5º dia de vida para diagnosticar doenças, que se não forem tratadas em tempo podem levar a criança ao óbito. Os pais da criança devem sempre exigir o resultado deste teste, isso é muito importante.</p>
<p>Com os avanços nos programas de triagem neonatal, algumas imunodeficiências graves já podem ser detectadas <strong>ainda nos primeiros dias de vida</strong>, por meio do <a href="https://www.immunogenic.com.br/teste-do-pezinho-super" target="_blank" rel="noopener"><strong>Teste do Pezinho ampliado</strong></a>.</p>
<p>Uma das IDPs detectadas pelo Teste do Pezinho é a <strong>SCID – Imunodeficiência Combinada Grave. A SCID é</strong> uma das formas mais severas de IDP e pode ser fatal. Nessa condição, o bebê nasce praticamente sem defesa imunológica, o que o torna vulnerável a infecções graves logo nos primeiros meses.</p>
<p><strong>Sintomas da SCID incluem:</strong></p>
<ul>
<li>Infecções graves e de repetição já nos primeiros meses</li>
<li>Diarreia crônica</li>
<li>Aftas persistentes (candidíase oral)</li>
<li>Falha no crescimento</li>
<li>Reações severas a vacinas com vírus vivos (como BCG)</li>
</ul>
<p>O diagnóstico precoce é essencial, e o tratamento mais eficaz é o <strong>transplante de medula óssea</strong> (transplante de células-tronco hematopoiéticas), que deve ser feito o quanto antes para aumentar as chances de cura.</p>
<p><strong>Também detectada pelo Teste do Pezinho, a</strong> <strong>agamaglobulinemia (leia artigo em nosso blog </strong><a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a><strong>) </strong>causa falha na produção de anticorpos, geralmente por ausência ou defeito das células B. A forma mais comum é <strong>ligada ao cromossomo X</strong> e afeta meninos.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="z8yOwXnuF7"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/">O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/embed/#?secret=21KvG0UCz4#?secret=z8yOwXnuF7" data-secret="z8yOwXnuF7" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Sintomas comuns:</strong></p>
<ul>
<li>Infecções respiratórias de repetição (sinusite, otite, pneumonia);</li>
<li>Infecções gastrointestinais;</li>
<li>Baixos níveis de imunoglobulinas no sangue.</li>
</ul>
<p>O tratamento consiste em <strong>reposições regulares de imunoglobulina</strong> e antibióticos.</p>
<blockquote><p>A inclusão dessas e de outras IDPs na triagem neonatal (como a linfopenia T por várias causas) é fundamental para garantir o início precoce do tratamento e prevenir complicações graves.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Imunodeficiências combinadas menos graves</strong></h2>
<p>Nem todas as IDPs combinadas são tão graves quanto a SCID. Existem formas mais leves, que se manifestam mais tardiamente, com infecções menos severas, porém persistentes.</p>
<p><strong>Sintomas incluem:</strong></p>
<ul>
<li>Infecções virais recorrentes (herpes, verrugas);</li>
<li>Infecções intestinais ou fúngicas repetidas;</li>
<li>Baixa resposta às vacinas;</li>
<li>Aftas e lesões de pele persistentes.</li>
</ul>
<p>Essas formas <strong>combinam deficiência de anticorpos e células T</strong>, e exigem avaliação cuidadosa para evitar complicações a longo prazo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Diagnóstico e Tratamento</strong></h2>
<p>Em linhas gerais, o diagnóstico e tratamento das imunodeficiências primárias consistem em:</p>
<p><strong>Diagnóstico:</strong></p>
<ul>
<li>Exames laboratoriais (imunoglobulinas, linfócitos)</li>
<li>Testes funcionais de resposta imune</li>
<li>Testes genéticos (em casos suspeitos ou familiares)</li>
</ul>
<p><strong>Tratamento:</strong></p>
<ul>
<li>Reposição de imunoglobulina</li>
<li>Antibióticos preventivos</li>
<li>Imunossupressores (em autoimunidade)</li>
<li>Transplante de medula óssea (em casos graves)</li>
</ul>
<p>Quanto antes a imunodeficiência primária for diagnosticada, <strong>maiores as chances de prevenir infecções graves</strong>, preservar órgãos e garantir um desenvolvimento saudável — especialmente nos casos já detectáveis pelo Teste do Pezinho.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nossa equipe de especialistas pode ajudar! Na Alergológica, oferecemos suporte completo no diagnóstico e tratamento das IDPs, ajudando pacientes a terem uma vida mais saudável e segura.</strong></p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-imunodeficiencias-primarias-entenda-os-sintomas-tipos-e-tratamentos/">O que são imunodeficiências primárias? Entenda os sintomas, tipos e tratamentos</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O que são e para que servem os exames TREC e KREC?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-e-para-que-servem-os-exames-trec-e-krec/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-e-para-que-servem-os-exames-trec-e-krec/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 14:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[agamaglobulinemia]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiência combinada grave]]></category>
		<category><![CDATA[Kappa-deleting Recombination Excision Circles]]></category>
		<category><![CDATA[KREC]]></category>
		<category><![CDATA[linfócitos B]]></category>
		<category><![CDATA[linfócitos T]]></category>
		<category><![CDATA[SCID]]></category>
		<category><![CDATA[T-cell Receptor Excision Circles]]></category>
		<category><![CDATA[transplante de medula óssea]]></category>
		<category><![CDATA[TREC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TREC e o KREC são testes laboratoriais essenciais para a triagem de imunodeficiências primárias, especialmente em recém-nascidos. Vamos conhecer mais sobre eles? &#160; No último Blog, mencionamos os exames TREC (T-cell Receptor Excision Circles) e KREC (Kappa-deleting Recombination Excision Circles). Vamos entender melhor o que são eles? &#160; O TREC e o KREC são [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-e-para-que-servem-os-exames-trec-e-krec/">O que são e para que servem os exames TREC e KREC?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O TREC e o KREC são testes laboratoriais essenciais para a triagem de imunodeficiências primárias, especialmente em recém-nascidos. Vamos conhecer mais sobre eles?</em></p>
<p><span id="more-1306"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-size: 1.2em;">No último Blog, mencionamos os exames <strong>TREC</strong> (<em>T-cell Receptor Excision Circles</em>) e <strong>KREC</strong> (<em>Kappa-deleting Recombination Excision Circles</em>). Vamos entender melhor o que são eles?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O TREC e o KREC são testes laboratoriais essenciais para a triagem de <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/"><strong>imunodeficiências primárias</strong></a>, especialmente em recém-nascidos. Esses exames avaliam, respectivamente, a produção de <strong>linfócitos T e B</strong>, células fundamentais para o funcionamento adequado do <a href="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/">sistema imunológico</a>.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong><em>Exame TREC</em>:</strong> O TREC mede a quantidade de círculos de DNA produzidos durante o desenvolvimento dos linfócitos T no timo. Uma baixa contagem de TREC pode indicar imunodeficiência combinada grave (<strong><a href="https://www.alergologica.com.br/a-importancia-da-medicina-preventiva-para-os-recem-nascidos/">SCID</a></strong>), uma condição rara, mas potencialmente fatal, se não diagnosticada e tratada precocemente.</p>
<p style="padding-left: 80px;"><em><strong>O que é o timo?</strong></em> O timo é um órgão linfóide localizado no tórax, acima do coração, essencial para o desenvolvimento do sistema imunológico. Ele é responsável pela maturação dos linfócitos T, que desempenham um papel crucial na defesa do organismo contra infecções.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong><em>Exame KREC</em>:</strong> O KREC avalia a produção de linfócitos B, responsáveis pela produção de anticorpos. Uma baixa quantidade de KREC pode indicar <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/"><strong>agamaglobulinemia</strong></a>, uma doença caracterizada pela ausência de anticorpos e susceptibilidade a infecções recorrentes. Para saber mais sobre a agamaglobulinemia, acesse o post a seguir:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="fEZj0F0S8Q"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/">O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/embed/#?secret=MT286TzdDI#?secret=fEZj0F0S8Q" data-secret="fEZj0F0S8Q" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Esses exames são realizados a partir de uma amostra de sangue coletada do calcanhar do recém-nascido, semelhante ao teste do pezinho tradicional. Com a inclusão dos testes TREC e KREC no painel de <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/">triagem neonatal</a>, é possível identificar precocemente imunodeficiências graves, permitindo o início imediato de tratamentos, como o transplante de medula óssea, que podem salvar vidas.</p>
<blockquote><p>Importante ressaltar que ambos os testes são usados no período neonatal e ao longo do primeiro ano de vida como teste de triagem. O diagnóstico definitivo é feito por meio de hemograma, imunofenotipagem completa, dosagem IGA, IGM, IGG e outros testes específicos em qualquer fase da vida.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Quando o transplante de medula óssea é necessário?</strong></h2>
<p>O transplante de medula óssea é indicado em casos graves de imunodeficiências primárias, como a imunodeficiência combinada grave (SCID), quando o organismo não consegue produzir linfócitos funcionais. É também uma opção para pacientes com agamaglobulinemia que não respondem ao tratamento convencional. O transplante substitui as células defeituosas por células saudáveis, restaurando o sistema imunológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Cuide da imunidade com a Alergológica</strong></h2>
<p><strong>Temos especialistas em imunodeficiências primárias aqui na Alergológica</strong>, todos aptos para orientar e acompanhar famílias desde o diagnóstico até o tratamento das IDPs. Agende uma consulta e saiba mais sobre a importância desses exames para a saúde do seu bebê.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-sao-e-para-que-servem-os-exames-trec-e-krec/">O que são e para que servem os exames TREC e KREC?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?</title>
		<link>https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/</link>
					<comments>https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ALERGOLOGICA-Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 13:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[células B]]></category>
		<category><![CDATA[imunodeficiência primária]]></category>
		<category><![CDATA[imunoglobulinas]]></category>
		<category><![CDATA[KREC]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.alergologica.com.br/?p=1297</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a agamaglobulinemia &#8211; um tipo de imunodeficiência primária -, como ela interfere na saúde, os sintomas que causa e quais são os tratamentos disponíveis. &#160; A agamaglobulinemia é um tipo de imunodeficiência primária caracterizada pela ausência ou redução significativa de imunoglobulinas (anticorpos) no sangue. Essa condição impede o organismo de combater [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/">O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é a agamaglobulinemia &#8211; um tipo de imunodeficiência primária -, como ela interfere na saúde, os sintomas que causa e quais são os tratamentos disponíveis.</em></p>
<p><span id="more-1297"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-size: 1.2em;">A <strong>agamaglobulinemia</strong> é um tipo de <a href="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/"><strong>imunodeficiência primária</strong></a> caracterizada pela ausência ou redução significativa de imunoglobulinas (anticorpos) no sangue. Essa condição impede o organismo de combater adequadamente infecções, tornando o paciente suscetível a doenças bacterianas recorrentes, como <a href="https://www.alergologica.com.br/como-esta-o-calendario-vacinal-da-criancada/">pneumonias</a>, otites e sinusites.</p>
<p>A agamaglobulinemia pode ser causada por mutações genéticas que afetam o desenvolvimento ou a função das células B, responsáveis pela produção de anticorpos. A forma mais comum é a agamaglobulinemia ligada ao X, que afeta principalmente meninos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Sintomas</strong></h2>
<ul>
<li>Infecções respiratórias frequentes</li>
<li>Infecções gastrointestinais</li>
<li>Infecções de pele</li>
<li>Inflamações crônicas nos seios da face e ouvido</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="bhHaS8U4B9"><p><a href="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/">Dia Mundial das Doenças Raras: um olhar para as imunodeficiências primárias</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Dia Mundial das Doenças Raras: um olhar para as imunodeficiências primárias&#8221; &#8212; Clínica Alergológica" src="https://www.alergologica.com.br/dia-mundial-das-doencas-raras-um-olhar-para-as-imunodeficiencias-primarias/embed/#?secret=KEw5YGDSjX#?secret=bhHaS8U4B9" data-secret="bhHaS8U4B9" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Diagnóstico da Agamaglobulinemia pelo Teste do Pezinho</strong></h2>
<p>O <a href="https://www.alergologica.com.br/folha-de-sp-teste-do-pezinho-ampliado-detecta-mais-de-50-imunodeficiencias/"><strong>Teste do Pezinho</strong></a> é o exame de triagem neonatal realizado em recém-nascidos para detectar precocemente diversas doenças congênitas. Basta coletar uma gota de sangue do calcanhar do bebê entre o 3º e 5º dia de vida para diagnosticar doenças que podem levar a criança até óbito. Os pais da criança devem sempre exigir o resultado deste teste, isso é muito importante!</p>
<p>A detecção da agamaglobulinemia na fase neonatal pode ser realizada por meio da análise de estrutura de DNA chamada <strong>KREC</strong> (<em>Kappa-deleting recombination excision circles</em>), que indica a presença e maturação das células B. A redução ou ausência dessa estrutura sugere deficiência na produção dessas células imunológicas, auxiliando no diagnóstico precoce da doença. Após o período neonatal o diagnóstico agama deve ser feito por meio da dosagem IGA, IGM, IGGA e imunofenotipagem, onde a contagem de linfócitos B estará baixa ou ausente<strong>.</strong></p>
<blockquote><p><strong><em>A identificação precoce da agamaglobulinemia é crucial para o início imediato do tratamento adequado, prevenindo complicações e melhorando o prognóstico dos pacientes afetados.</em></strong></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Tratamento da Agamaglobulinemia</strong></h2>
<p>O principal objetivo do tratamento é prevenir infecções e melhorar a qualidade de vida do paciente. As abordagens terapêuticas incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Terapia de reposição de imunoglobulina: </strong>Administração regular de imunoglobulinas humanas por via intravenosa para suprir a deficiência de anticorpos e auxiliar na prevenção de infecções. A <a href="https://www.alergologica.com.br/imunoglobulinas/">reposição de imunoglobulinas</a> é coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS), assim como os demais tratamentos para imunodeficiências.</li>
<li><strong>Uso de antibióticos: </strong>Tratamento imediato e adequado das infecções bacterianas com antibióticos específicos. Em alguns casos, pode ser necessária a profilaxia antibiótica contínua para prevenir infecções recorrentes.</li>
</ul>
<p>De acordo com o Instituto <a href="https://info4pi.org/information-booth/experts/brazil" target="_blank" rel="noopener">Jeffrey Modell</a>, as imunodeficiências primárias são um grupo de mais de 553 doenças que afetam o funcionamento do sistema imunológico em diferentes níveis de gravidade. Embora algumas IDPs sejam mais comuns, como a imunodeficiência comum variável, existem outras extremamente raras que desafiam ainda mais o diagnóstico e o manejo clínico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nossa equipe pode ajudar!</strong> Na Alergológica, oferecemos suporte completo no diagnóstico e tratamento da agamaglobulinemia, ajudando pacientes a terem uma vida mais saudável e segura.</p>
<p><a class="vc_btn3 vc_btn3-shape-rounded btn btn-lg btn-primary" title="Contato Alergológica" href="https://wa.me/5519997692109" target="_blank" rel="noopener">Entre em contato com a Alergológica</a></p><p>The post <a href="https://www.alergologica.com.br/o-que-e-agamaglobulinemia-e-como-pode-ser-tratada/">O que é agamaglobulinemia e como pode ser tratada?</a> first appeared on <a href="https://www.alergologica.com.br">Clínica Alergológica</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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